Como parar de dar notas para mulheres pode melhorar seu game
A tal Comunidade de Sedução é muito engraçada. Existem milhares de códigos, e HB10 é um dos mais usados, que significa Hot Babe 10, aquela gostosa inatingível. A graça da coisa é que justamente ao dar a nota 10 é que a mulher fica inacessível.
Eu nunca gostei de dar notas para mulher nenhuma em meus relatos. Quando o fazia, a nota que eu dava era mais para que os meus colegas pudessem entender melhor a história que eu contava, sobre minhas interações e histórias cabeludas.
Quando se olha os debates em fóruns como o Clube Alpha ou o PUA Brasil, o que mais tem é cara dizendo “vejam o meu kiss close com a loira HB10!” com direito a foto de celular upada no ImageShack ou chupinhada direto do Orkut.
Nisso, aparecem duzentos trolls ignorando totalmente o que foi escrito no relato e dizendo “ah cara, essa hbzinha aí eu dou no máximo 8″.
Mesmo se você não está entendendo nada, uma coisa você já deve ter notado: alguns homens têm mania de dar nota para as mulheres, sendo zero aquela baranga que você não pegaria nem no seu dia mais bêbado e dez aquela deusa da capa da Playboy.
A ironia do destino é que essas notas estão todas na nossa cabeça. E ao classificar uma mulher como “dez” a gente pode iniciar um momento de auto-sabotagem. Ficamos menos confiantes. Nossa abordagem é uma merda.
Eu nunca soube explicar direito esse processo. O guru de sedução que tinha chegado mais próximo do que eu pensava era o Tyler, do Real Social Dynamics (RSD). No Blueprint Decoded, ele dizia que esse modelo de colocar a mulher num pedestal e pensar “o que é que eu posso fazer para conquistá-la” estava errado, pois partia de um pressuposto que ela tinha mais valor social.
Mas mesmo assim a explicação dele não tinha me agradado 100%.
Foi só quando eu conheci o trabalho do Johnny Soporno que tudo fez mais sentido. O Johnny explica que para ele, deveriam existir quatro categorias de mulheres:
- Nossa, essa aí eu não quero de jeito nenhum
- Hm, essa aí talvez eu queira… depende do dia…
- Hm, essa aí sim eu quero. Linda!
- UAU! Essa aí … bom, ELA é que não vai querer a mim!
Esse tipo 4 seria equivalente a HB10. E para a mentalidade do Johnny, ela não deveria existir. Pois, sendo um homem interessante e com todo seu conjunto de valores e merecimento alinhados, não existe a situação em que a mulher possa não lhe desejar.
Atenção: com isso ele não quer dizer que qualquer mulher vai desejar o dito cujo. Muitas mulheres estão profundamente comprometidas com alguém. Ou estão com a cabeça totalmente voltada para um problema familiar, ou profissional. Enfim, existem muitas mulheres que não ficariam com ninguém em um determinado momento.
A outra categoria que Johnny propõe eliminar é a segunda: a do “talvez eu ficaria com ela”. Ora, se você não está tão empolgado, continuar a paquerar uma mulher que não atende seus padrões mínimos é como se considerar inapto a ir atrás do que realmente quer.
Assim, a categoria 2 desaparece. As mulheres, portanto, podem receber dois tipos de nota: ou eu quero, ou não quero. Como diria um amigo meu, “É simples assim”. Nada de ficar dando nota, e perdendo tempo em fórum de Internet discutindo se ela é HB 8 ou 8,25 (sério, eu já li isso).
Essa mudança de paradigma dá um reforço tremendo na autoconfiança, inner game e na dignidade como tratamos nossas queridas
Ibiza: um guia de baladas e pegação voltado para brasileiros
Primeira regra
A primeira coisa que qualquer brasileiro pegador que pretende ir para Ibiza é: NÃO tente sair beijando igual você faz na balada brasileira.
Se você conseguir implementar pelo menos essa dica, já vai sair no lucro. De forma resumida, a principal diferença entre o comportamento brasileiro e europeu na balada é que o brasileiro gosta de brincar de dar beijinho. Não era a Ivete Sangalo que cantava “já beijei um, já beijei dois, já beijei três”? Pois é. Na balada brasileira, a gente beija um monte e geralmente volta sozinho pra casa.
Tem milhares de motivos e aqui não é aula de sociologia, mas o meu palpite é que as raízes cristãs ainda fazem o sexo casual ser um tabu para muito brasileiro.
Por outro lado, na Europa a galera é mais descolada. É normal molecada de dezoito anos ir fazer faculdade em outra cidade e ficar independente dos pais rápido. Não tem dessa de morar com a família até a hora de casar (exceções para áreas da Itália, Portugal e Espanha onde a família fica unida mais tempo).
Resumindo a história. Aqui, o jogo é diferente, moçada. Quem vai pegar na balada é pra ir até o fim e transar gostoso. Nada de brincar de dar beijinho – isso é coisa mirim demais.
Que implicações essa mudança de paradigma traz? A mais importante de todas é que se você está num amasso com uma mulher na balada, não a abandone! Chame ela e as amigas para ir com você e outros caras para uma outra balada ou bar. E, de lá, para o seu quarto de hotel, onde você tem bebidas boas (deixe comprada uma garrafa de vodka e sucos na geladeira).
Parece óbvio, mas eu vi muito cara que por estar acostumado com a beijação brasileira, na hora de ir embora sequer pensa em levar a mulher pro quarto. Sério.
Estilos de paquera e pegação em Ibiza
Outras diferenças de jogo vão variar bastante conforme a nacionalidade da menina que você está paquerando. É inglesa? Espanhola? Italiana? De regra geral, as técnicas (outer game) de pick-up do Mystery Method, o antigo Real Social Dynamics (material do Foundations) e da turma do Lance Mason (Pickup101) funcionam razoavelmente bem.
Mas como a ilha é uma grande festa, o inner game é a parte mais importante. É a vibe, é o state do novo RSD (confiram o material do Natural Tim que é tudo a ver com a ilha). O natural game é seu grande amigo na hora de paquerar as européias em Ibiza.
Para quem não entendeu nada dos dois parágrafos acima e desconhece as diferentes técnicas de sedução, instrutores e teorias, é melhor primeiro ler mais sobre sedução. No Brasil, sei que existem três grandes comunidades, que listo em ordem alfabética: ClubeAlpha, PuaBrasil e Puas.
Se para você as tais técnicas de sedução parecem esquisitas e desnecessárias, parabéns: você é o famoso pegador nato (ou “natural player” como dizem por aí). Pule toda essa parte e vamos para a parte que interessa.
Ibiza em dois minutos: cidade de Eivissa (Ibiza town) e San Antonio (SanAn)
Ibiza é uma ilha minúscula. Das ilhas baleares (Majorca, Menorca e Ibiza) é onde mais tem festa, apesar de Majorca não ficar para trás em termos de putaria. Mas essa é história para outro post.
E em Ibiza você pode basicamente se concentrar em Eivissa (ou Ibiza) e San Antonio (chamada de SanAn pelos ingleses). Esqueça San Rafael, Santa Eulalia e outros cantos (apesar de Formentera poder valer a pena por um dia para quem curte natureza e se estiver bem acompanhado).
Em uma descrição muito superficial, Ibiza é onde fica a galera descolada e com as raízes originais da ilha. E San Antonio sempre foi o cantinho pra ver o por do sol no Café del Mar e encher a cara com os ingleses que fazem despedida de solteiro.
Por causa disso, SanAn é muito polêmica: ou você ama, ou você odeia. Na minha opinião, é algo que vale a pena conferir por uma noite. É uma putaria desenfreada, parecida com o que rola em Hamburgo e em diversas cidades da Grécia: hordas de ingleses bêbados, caídos no chão, vomitando e mostrando o lado mais vil e decadente da raça humana.
Nessas condições, trazer um grupinho de inglesas para seu hotel junto com alguns brothers não é muito difícil. A coisa complica quando elas estão em grupos grandes, como dez mulheres – mas no livro que estou escrevendo eu conto com mais detalhes algumas idéias que podem ser usadas na dinâmica social.
Por causa da má reputação, SanAn tem procurado dar uma cara nova para a região. A polícia tem ficado cada vez mais chata, implicando com gente com garrafa na mão nas ruas (nada efetivo) e azucrinando turistas, sendo que faz vista grossa às irregularidades dos grandes donos de bares. Além disso, os trombadinhas fazem a festa no meio dos turistas ingleses, e em San Antonio você não pode descuidar um segundo: se entrar na praia, é quase certeza de alguém levar sua mochila.
O que se destaca é a balada Eden, que tem oferecido a noite Wonderland com o DJ Pete Tong. A noite atrai muitas inglesinhas bem arrumadinhas, e vale a pena. Logo na frente da Eden tem a balada Es Paradis, com a Fiesta Del Agua (Water Party) que deixa o povo mais descontraído (em geral é uma balada peganínguem – tem que ter bom carisma para pegar nessa festa).
Outra baladinha menor, mas que tem atraído um público bacana, é a Plastik. E é mais barata do que a Eden ou Es Paradis que geralmente custam 30 euros para entrar. No meu livro, eu dou a dica de entrar de graça nessas festas – para receber, cadastre-se na Lista VIP usando o formulário e deixe seu email.
Em breve publico a continuação deste post, falando de Eivissa e outras dicas.



