Roteiro Escandinávia: Estocolmo e Tallinn usando a Viking Line

August 6, 2009 by victor  
Filed under essencial, viagens

“Victor, meu orçamento aqui está bom. Dinheiro não é problema.

Meu maior limitador neste momento é o tempo: uma semana viajando pela Escandinávia, com o objetivo de conhecer gente bacana e pegar mulher! Por enquanto estou com Estocolmo e Tallinn na cabeça, além da infame viagem de navio com a Viking Line. Tem alguma outra opção?

Vou pra lá a partir de Ibiza – será que vale a pena?

Bruno”

Fala Bruno, beleza? Bom saber que você está sem a limitação da grana, que é onde pega pra maior parte das pessoas.

No SEU CASO apenas, o que eu recomendaria, se você tiver tempo, é fazer uma pesquisa pela Internet e ver qual é o tipo de mulher que te agrada mais. São as suecas? As estonianas? Finlandesas?

Te explico o motivo dessa recomendação: ao invés de você passar essa semana da Escandinávia e Báltico pulando de cidade em cidade, eu te recomendaria ficar no máximo em DUAS cidades.

Loucura né? Tanta coisa boa na região pra visitar…

Mas, quando a gente tem em mente viajar como um conquistador e trazer ótimas memórias pra casa desde um sexo casual ou até um namoro sério que pode ser um relacionamento pra vida toda, pense no seguinte: você vai querer passar bastante tempo em lugares mais fixos.

Uma menina que te deu telefone pode querer muito te ver. Mas imagine que você a conheceu na rua, durante o dia, e ela só pode sair no fim de semana. Ou imagine que você na primeira noite de balada levou a menina pro seu hotel, vocês se deram muito bem juntos, e querem se reencontrar no dia seguinte. E no outro. E no outro.

Entende? Por todos esses aspectos de logística, eu te diria para não transitar em mais de duas cidades durante essa semana.

Mas e aí? Estocolmo? Tallinn? Riga? Copenhagen? Helsinki?

Vai depender do seu gosto. Não tem como eu te recomendar algo sem saber qual é sua preferência.

Por isso eu disse para você usar a Internet se ainda estiver no Brasil e ir puxando papo com gente desconhecida. Veja os artigos que eu escrevi sobre o Couchsurfing e o Facebook, que são ótimas redes sociais.

Espero que assim você tenha uma idéia melhor do que é que vai te agradar mais.

Como o dinheiro não é problema para você hoje, imagino que não será problema no ano que vem, quando você voltará pra conhecer mais coisa!

Abraço e deixe um comentário se tiver algo mais em que eu possa ajudar.
Victor
(Quer mandar sua pergunta sobre viagens na Europa e mulherada para que eu responda? Entre pra lista deixando seu primeiro nome e email no campo superior direito da página e escreva com clareza qual é a dúvida)

Atiçando a mulher sexualmente: provocando… e se afastando

August 4, 2009 by victor  
Filed under essencial, Sexo

Quem leu meus textos comentando o Sex God Method do Daniel Rose ainda deve se lembrar dos três princípios básicos de sexualidade e dos quatro elementos do sexo de qualidade: dominação, emoção, variedade e imersão.

Hoje a conversa é sobre um aspecto de emoção fundamental: saber provocar a mulher.

E se você esquecer de tudo, pelo menos memorize e entenda esse ritmo: dois passos para frente, um passo para trás. Essa é a fórmula clássica do aumento de tesão.

Para ilustrar, imagine que você está naquela pegação violenta, de morder os beiços, chupar o pescoço, baba para todo lado, a jogando contra a parede. É o ápice da pegada.

Quando chegar nesse ponto, pare. Diga “ufa” ou algo semelhante, e vá pegar um copo de água gelada. Eu conheço um cara que chuta o balde totalmente e ao invés de água ele vai checar o email – hahaha. Não carece tanto.

Em geral, quando o cara faz isso com uma mulher com quem ainda está nos primeiros momentos de uma curtição (pré-namoro), a mulher fica encucada, confusa e puta da vida. Porra, vai parar na melhor hora? É quase igual aquela dor no saco quando a mulher está se agarrando com você e daí ela pede um minutinho para ir ao banheiro.

É exatamente esse vazio que você quer causar, por apenas alguns breves instantes. Pois quando ela se aproximar de você para ver o que está acontecendo, você retoma a putaria no estado máximo. Isso a surpreende e deixa doidinha. Lembre-se: sempre dois passos para frente e um para trás.

Um outro exemplo de antecipação é ao chupar seus peitos ou buceta. Ao invés de chegar desesperado lambendo igual gato esfomeado, dê apenas uma baforada quente, sem tocar. Crie a expectativa!

O Daniel Rose também fala da técnica do espaço aberto. Quando fizer o sexo oral na sua gata, use seus dedos indicador e médio para abrir a entrada da vagina. É outro modo de criar a expectativa.

Veja que, como toda técnica que inclui seus dedos em partes íntimas, é essencial ter as unhas muito curtas e as mãos SEMPRE limpas. Quando perceber que você está em um lugar com intimidade e que vai rolar alguma coisa, antes de começar qualquer coisa, dê um pulo no banheiro e lave as mãos muito bem. E se a toalha disponível estiver meio usada, é melhor deixar secar naturalmente.

Recomendo muito aos interessados no sexo de qualidade a procurar o material original do Daniel Rose, que tem muitas outras dicas. Uma delas é a metida curta: segure seu pinto com a mão de modo a apenas deixar a cabeça do pau para fora. Diga que ela é uma menininha e que não aguentará tudo, e então é apenas isso que ela vai receber.

Mande ela implorar por mais. Dessa vez, enfie um pouquinho a mais e continue dizendo que ela não vai aguentar tudo. Detalhe: se seu pinto é menor que a média (dizem aí que é quatorze centímetros), tenha noção que ao invés de dizer que ela “não vai aguentar”, diga que ela “não merece tudo”. Lá pelas tantas que ela estiver totalmente louca, daí sim você mete tudo e aguarda os gemidos de prazer.

Para casais que curtem coisas mais ousadas, você pode usar a idéia de provocar em qualquer situação. Quando estiverem os dois sentados ao lado em um local público, coloque uma mochila no colo, ou aproveite a mesa do restaurante e comece a acariciá-la. O Sex God Method vai ao limite e até conta casos de quem transou em lugares proibidos, como na cama de amigo puritano, cama dos pais da menina e até na igreja. Pessoalmente, eu acho que o Daniel Rose foi radical demais, mas cada um sabe o que faz.

Caso vocês transem em uma situação proibida dessas e depois voltem ao público, ele dá uma idéia que eu achei legal: você guarda a calcinha dela no bolso, e diz que ela não pode a colocar de volta. Durante toda a noite (ou dia?) ela estará com a sensação de estar sem a calcinha, continuando a idéia da perversão. Legal pra ser usado depois de uma pegação em banheiro de balada.

Uma explicação ao leitor Joselito: antes de sair todo empolgado colocando essas idéias em prática, pense se as técnicas mais radicais têm a ver com você e sua menina, senão fica muito forçado e artificial. Na dúvida, a melhor coisa é ir leve e sempre prestando muita atenção no feedback dela.

Mulheres suecas e finlandesas fazendo balada no navio com muita vodka é no Viking Line

May 28, 2009 by victor  
Filed under viagens

Atenção: esta página contém todos os vídeos do love boat da Viking Line que encontrei. Cuidado ao abrir!

Se você é brasileiro, mochileiro, é chegado em mulher (vulgo heterossexual mulherengo), ainda solteiro e tem planos de ir a Estocolmo, Helsinki ou Tallinn, é obrigatório saber do que se trata algo maravilhoso chamado “Viking Line“, onde as loiras suecas e dinamarquesas piram o cabeção com muita vodka, sol, bikinis e balada no navio.

Imagina participar de uma boat cruise no meio do mar escandinavo com loirinhas como as do vídeo dando beijinho selinho e preparadas para causar muito…


Olha mais duas loirinhas dentro da cabine se preparando para dar boas vindas aos mochileiros brasileiros

Se você não está entendendo nada, primeiro leia meu artigo preparado com exclusividade para a Papo de Homem Lifestyle Magazine.

Dois brothers de BH acabaram lendo o artigo e se animaram para programar a viagem. Trocamos idéia recentemente e aqui seguem as informações complementares que não estão na PapodeHomem. Aliás, que não estão em lugar nenhum: nem a Lonely Planet, nem os fóruns de viagens discutem esse assunto abertamente.

1. De Helsinki para Estocolmo… ou de Estocolmo para Helsinki?

A informação que o pessoal da Viking Line passou foi que o único Love Boat é o que sai de Stockholm e vai para Mariehamn. Essa informação não procede, pois eu peguei a balsa Stockholm-Helsinki em 2008 e foi uma maravilha! Tenho também amigos brasileiros que fizeram o mesmo roteiro em 2006 e curtiram muito o love boat.

Os barcos preferidos da moçada são o Viking Line Cinderella, Silja Galaxy e Birka Paradise. O Talink também é uma opção, mas vai só para a Letônia.


O interior de uma cabine para quatro pessoas. Dá pra fazer um bom estrago.

A informação oficial v. a realidade.

Quem olha as informações oficiais da empresa, vai notar que a Viking Line proibe o consumo de bebidas e cigarro dentro das cabines. E que é proibido tocar música. Arran. Parece aquela coisa do código de trânsito que proibe pedestre de atravessar fora da faixa…

Outra proibição que não é respeitada é o consumo de bebidas compradas no Duty Free que tem dentro do barco. As bebidas têm um imposto enorme nos países escandinavos, e tudo é caro demais. Por isso tem algumas figuras que vão para o barco apenas para encher a cara e o porta-malas do carro com dezenas de garrafas de Absolut, Smirnoff, Wyborowa, Stolichnaya e todo tipo de vodka existente. Alguns Finlandeses também vão até Tallinn, na Estônia, só com essa finalidade, por causa da diferença de preços. Mas pode tomar tranquilão a sua bebida comprada no Duty Free que não tem stress.

Realmente, aqui é onde as coisas emperram. Se você acertar em cheio estará rapidamente bem entrosado com as suecas locais fazendo festinha com muita birita dentro da cabine do Cinderella:


Se liga nesse tiozinho gordão agarrando a loirinha bêbada no corredor do navio (acho que é o Gabriella, que vai de Estocolmo para Helsinki)


Depois de você fizer amizade colorida com uma loirinha sueca na balsa, tem que cuidar dela principalmente se ela tiver tomado umas a mais… no começo do vídeo parece que ela está pagando um boquete no banheiro da cabine, mas ela está é se segurando pra não cair no chão de tão mamada de vodka…


Mais uma festinha entre amigos escandinavos dentro da cabine da Viking Line.

Repare que se você cair de paraquedas no loveboat vai ter dificuldade em se entrosar com os grupinhos mais fechados. Por isso, é muito importante logo no começo da viagem já se instalar (perca o mínimo possível de tempo para achar a sua cabine e largar as mochilas lá dentro). Vá direto para o restaurante, pegue uma cerveja e uns petiscos e comece a puxar papo com todo mundo.

É no começo, quando ainda está todo mundo reconhecendo o ambiente, que as interações são mais propícias. Fazer uma boa impressão logo no começo é a garantia de entrar dentro dos círculos sociais existentes. Claro que se você tiver feito amizade com locais na própria cidade de Helsinki ou Estocolmo e eles te acompanharem no “kryssning”, é ainda melhor!


Suecos e finlandeses e alguns russos tomando um solzinho

Seguinte: não perca tempo. Assim que o barco sair do porto, arrume umas biritas, vá tomar um sol no deck pois o verão para os escandinavos é algo muito especial. É a época em que todo mundo fica feliz, e comemora o Midsummer, que é a época de amor, flores e celebração.


Veja uns turistas malandrões xavecando as suecas

Nesse vídeo dá para ver como é o clima: qualquer pessoa que você aborda sabe que o clima é de diversão. É só ficar andando pelo navio com uma câmera, falar umas baboseiras, pedir para elas fazerem umas poses bobas e dizerem algo engraçado para você filmar, e bum – você está já engatilhado numa ótima interação. Daí pra frente é só falar que é brasileiro e as convidar pra ir olhar as fotos do Brasil que você esqueceu dentro da mochila… que está dentro da cabine. Como diria o Pelé: “Entende?

De modo geral, os suecos, dinamarqueses, noruegueses e finlandeses são muito educados: entre eles, sempre conversam no idioma local. Mas quando você está na roda e foi aceito como amigo, eles conversam em inglês para que você não se sinta excluído.


Outro point de zoação é o karaokê. Ninguém se leva a sério, pode ir sem medo.


A pista de dança. Essa é bem maior da que eu vi – alguém sabe o nome desse navio?


Até o Tiesto já tocou na balada do Viking Line.


Alex Gaudino nas pickups

O que você tem que prestar atenção ao planejar a viagem é se informar com a moçada descolada local e descobrir quando é que vai rolar algum EVENTO legal no navio. O evento pode ser desde um um DJ famosão tocando, como o Tiesto, ou uma festona dos estudantes de intercâmbio universitário do sistema Erasmus, ou uma “singles cruise”. Pegar um barco onde tá rolando um desses eventos especiais é jackpot.


Esse é um navio com a turma da Erasmus

O lado negro: boatfuckers, bêbados toscos, losers babacas e Convenção das Bruxas

Nem tudo são flores. Como é repetido exaustivamente durante as crises econômicas, oportunidade e risco caminham juntos.

Se você tiver azar ou não planejar direito, pode ter como companhia gente assim:


Bêbados toscos precisando de um pouco de noção estética e social


Babacas que não pegaram ninguém e começam a fazer merda

Outro tipo de figurinha carimbada nos love boats da Viking Line é o homem solteiro jovem e loser. Esse tipo não tem a manha de chegar em nenhuma mulher, fica o dia inteiro batendo punheta, enche a cara e quando fica bêbado começa a fazer merda, como entupir o vaso sanitário com papel higiênico, vomitar pelos corredores e cair pelado no chão.

Felizmente o povo escandinavo é bastante pacífico e eu nunca vi nenhum deles querendo arrumar briga a toa, como aconteceria em certas baladas do Brasil. Bem, talvez eu tenha tido sorte… Enfim, o motivo de ficar longe desses caras é que eles criam uma aura negativa de 50 metros de raio. Todas as mulheres decentes se afastam desses sujeitos e eles queimam demais o filme.

Como você é turista, tem chances grandes de eles cismarem contigo e quererem se tornar seu melhor amigo. Te abraçando, alugando e falando bosta. Seja simpático, dê um sorriso e finja que você não fala inglês, nem sueco, nem francês, finlandês, português, nem nada. Daí eles desencanam e vão procurar outra pessoa para amolar. Se você responder a qualquer pergunta deles, não venha resmungar comigo se eles aparecerem do nada enquanto você está quase arrastando a sua sueca para a sua cabine e estragarem tudo.


Oportunidade e risco caminham juntos – será que vale a pena?


The unwelcome stripper: você não vai querer que um sueco entre na sua cabine bêbado e pelado. Mantenha distância e tranque a porta!



Boatfuckers: tatuados, barulhentos, agressivos, cabelo comprido e barba ruiva… seriam a versão moderna do viking? Não interessa – fato é que você não está interessado nesse tipo de companhia. Por isso, planeje direito!


Sei que é doloroso aos olhos, mas aqui vai MAIS UM vídeo dos boatfuckers para você entender bem quais são os riscos de entrar numa viagem do inferno.


O maior inimigo é você mesmo. Não encha a cara de modo algum, caso contrário você vai cair no chão e só acordar no dia seguinte, sem se lembrar de nada. Faça seu dinheiro valer!

Coletânea de clips e vídeos de suecas e finlandesas bêbadas causando no Viking Line

Engraçado que elas gostam de tomar esse gin da latinha azul… puta treco ruim!


Mais uma doidinha tomando o gin de latinha… e se preparando pra putaria


Alguém ajuda essa menina! E tira o copo da mão dela!


Mulherada causando no banheiro


Outra conversa de banheiro feminino – suecas loirinhas fumando um cigarrets, tomando breja Heineken. Parece que tá faltando homem aí pra dar uma animada nelas. Você encarava?

O guia da Suécia

Tenho recebido MUITA pergunta sobre a Suécia e todos os mitos relacionados.

Seriam as suecas difíceis de serem abordadas? Foi o que a Fabiana, dona da Comunidade do Orkut “Brasileiros em Estocolmo” disse lá no papodehomem, e ela tem muita autoridade no assunto, por morar na Suécia por oito anos e ter 11 de Europa. E ela está certa.

Para o brasileiro que não tem o game afiado, a chance de não pegar ninguém é grande. Está o Edward de prova – o coitado tá morando fora do Brasil e quase ficando virgem de novo, haha (zoeira hein Ed).

Desde que li o livro The Game – Penetrating the Secret Society of Pickup Artists do Neil Strauss, traduzido no Brasil para português pela Editora Best Seller com o título de O Jogo: A Bíblia da Sedução, descobri a comunidade da sedução.

E o The Game é apenas a ponta do iceberg. Desde ler o livro anos atrás, conheci o Neil em Londres, e me encontrei várias vezes no Brasil e na Europa com o Papa, Tyler, Jeffy e outros gurus do livro para trocar idéias. Fiz aulas com o Style (Neil Strauss) e com o David DeAngelo (Eben Pagan). Troquei idéias sobre a porn industry com o Hoobie. Falei ao telefone com o Lance Mason. Outro brother é o Zan Perrion, que me inspirou bastante e deu um apoio a criar esse blog. Enfim, fui atrás de todos os grandes mestres e montei meu método próprio.

No Brasil, existem diversas comunidades online onde se discutem assuntos de sedução em nível de detalhe profissional (existem empresas que dão workshops profissionais para isso). Das comunidades que eu participo, posso mencionar o ClubeAlpha e o PUABrasil. Existem muitas outras, e no nível internacional tem centenas de diferentes comunidades, estilos e empresas. Basta procurar por “seduction” no Google que você acha.

O resumo da história é que é possível sim descobrir a melhor maneira de se comunicar durante a viagem com mulheres que marcarão sua vida para sempre. Por alguns anos eu fui um “pua” (pick up artist, ou artista da sedução) que repetia literalmente o que eu aprendia em fóruns de internet, livros e vídeos. Hoje em dia eu já tenho meu estilo próprio e natural, e técnicas próprias para a cultura européia.

Após colocar muita coisa em prática, vendo o que funcionava melhor para mim… e conhecido mulheres especiais por toda a Europa, comecei a escrever um livro, mas é muita coisa para ser dita.

Para facilitar o processo, estou começando a escrever algumas idéias aqui no blog. E um dos projetos é um Guia da Suécia, onde vou divulgar dicas práticas para serem usadas e melhorar as interações, deixando todo mundo feliz.

Se você tem interesse em ser um dos primeiros a receber o material, cadastre-se na minha lista (sobe a tela, que tem um formulário no canto direito).

Abraço!

p.s. Esta página está em constante atualização, conforme eu vou adicionando mais conteúdo e vídeos. Para acompanhar, deixe um comentário na página e eu comento de volta quando houver alguma novidade boa.

Hora do Sexo: Falando putaria, sacanagens e palavrão durante a transa

May 28, 2009 by victor  
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Você sabe o que dizer enquanto transa? Ou durante a foda fica quieto ou solta frases péssimas? Para quem gosta de fazer amor romântico, rola de chamar sua amada de “minha putinha”?

Pesquisas feitas nas revistas “Nova” da vida indicam uma quantidade ENORME de caras que pisam no tomate na hora do sexo, no quesito verbal.

Será que você é um dos tipos abaixo?

  1. Entra mudo e sai calado desde a hora de colocar a camisinha até a hora de gozar
  2. Transa igual um urso gago: ohhhrrr hoorrhhhh… huuurrrrr… hmmmm…
  3. Solta frases chavão como “deixa eu enfiar gostoso na sua bucetinha”, “sua gostosa”, “vai, assim, que delícia”
  4. Solta pérolas no estilo Wando-cheirador-de-calcinha que no dia seguinte viram motivo de chacota quando ela conta para as amigas as merdas cafonas que você falou
  5. Fala putarias meio baixinho, rápido e afobado ou com um tom de voz de incerteza e vergonha, ou simplesmente não dá para entender picas do que você está falando

Se for qualquer um dos cinco casos acima, vale a pena repensar um pouco e usar boas técnicas para deixar a transa melhor.

Xingar, falar palavrão, perversões e teatrinhos são parte do dirty talk que rola na cama quando o casal está bastante empolgado. Assim como todas as demais técnicas, a variedade é um elemento que faz toda a diferença. Sempre falar a mesma putaria, ou sempre fazer o mesmo urro do urso cavernoso gera monotonia.

O homem que domina a linguagem verbal na cama consegue despertar efeitos psicológicos que melhoram o sexo.

Onde tudo começa: tom de voz

Trabalhe seu tom de voz, que deve ser dominante, profundo, com timbre grave, controlado.

É a voz do hipnotista poderoso, do mafioso líder da gangue, ou um imperador maquiavélico. São arquétipos que representam a masculinidade em seu extremo de ir diretamente ao que deseja, sem hesitar ou pedir permissão para ninguém.

Subcomunique confiança, calma, emoção profunda e controlada.

Como para quem não tem prática pode ser difícil de ter todas as características dessa voz no meio da metelança mais forte, você pode ir praticando quando estiver iniciando a penetração, falando baixo e bem próximo do ouvido dela. É mais fácil manter o tom grave de voz quando se sussurra.

No livro Sex God Method, Daniel Rose aborda esse tópico e sugere algumas expressões para adicionar na putaria a ser dita:

- que ela é uma menininha levada
- que a bucetinha dela está molhada
- que é gostoso meter nela

Essas três idéias são bastante simples e seguras. A partir daí podemos escalar e deixar a conversa ainda mais suja, colocando xingamentos e elementos de dominação.

Daniel Rose ainda diz que a mulher tem um potencial de desejo bastante reprimido pois a sociedade cria uma pressão repressora que em geral não recebe bem a idéia de uma mulher publicamente exibir seus desejos sexuais. Por isso, ele recomenda dizer coisas dentro desse tema:

- que você sabe que ela fica o dia todo pensando em sexo
- que ela finge ser boa moça mas no fundo é uma putinha sem vergonha

Mais uma dica do Sex God Method é adicionar posse na linguagem. Ao invés de simplesmente a chamar de puta, dizer “minha putinha” invoca o elemento de dominação. Dizer que a buceta dela pertence a você, ou que ela está molhada para você também contextualiza o sexo da mesma forma.

Submissão e poder na cama: dois lados da mesma moeda

No texto anterior eu comentei sobre o Shock and Awe do Ciaran. O princípio psicológico dessa técnica pode ser usado dizendo coisas como “olha como você me deixa”, “eu não aguento, eu fico taradão por você”.

Nessas frases, a idéia é mostrar como a beleza e sensualidade transbordam da sua parceira e são irresistíveis. Que, mesmo tentando se controlar, você não resiste e acaba sucumbindo ao poder de sedução dela. Essa temática é clássica e poderosa, além de ser um enorme elogio à mulher.

Daniel Rose combina esse lado de vulnerabilidade masculina com o extremo oposto: as técnicas de poder. Além de ser excitante para a mulher saber que ela é irresistível, é igualmente (ou mais) delicioso ser controlada por um macho. Puxe a base do cabelo dela, e a encare de frente. Diga, no melhor estilo canalha, que ela é sua e que você vai comê-la todos os dias.

No Método do Deus do Sexo, Rose sugere brincar de “sim, meu mestre”. Por exemplo, ao mandar que ela goze como uma boa vagabunda, ela deve repetir “sim, mestre!” Eu dei muita risada quando li isso, e não faz muito o meu estilo. Usei algumas vezes com diferentes parceiras, e algumas acharam esquisito, enquanto outras adoraram. Então fica bastante ao critério pessoal de cada um.

Complementando o texto com um ótimo conselho que recebi de um colega meu, as putarias devem ser personalizadas. Não se deve sair falando qualquer absurdo para qualquer moça: isso resultará numa aplicação descalibrada aleatória. Algumas vão gostar e outras vão odiar.

É importante saber com quem você está lidando e saber dominar sua linguagem de modo a ativar os desejos e fantasias mais íntimos e pessoais. Aí não tem pra ninguém.

Dominação: o primeiro princípio do Sex God Method

April 16, 2009 by victor  
Filed under essencial, Sexo

Usando a Dominação como um elemento para o sexo de qualidade

Quando eu comecei a estudar mais sobre sexualidade para saber quais eram os componentes de um sexo realmente bom, eu fiquei chocado ao ler tantas referências sobre dominação.

Dar tapa na cara, chamar de putinha e a forçar a chupar, segurando-a pelos cabelos…. esses conceitos eram exatamente o oposto do modelo idealizado que eu tinha na adolescência sobre como tratar uma mulher na cama.

Mas Daniel Rose, em The Sex God Method, deixa bastante claro que isso tudo faz parte da dominação, um elemento fundamental que não pode ser desprezado entre quatro paredes.

Quais são os estereótipos com características dominantes? Atletas, militares, homens de poder, bandidos, rebeldes e perigosos. Vamos explicar um pouco mais neste artigo como qualquer um pode desenvolver essas características.

Antes, vale dizer que mesmo as mulheres que não admitem que sentem atração por homens dominantes respondem positivamente às técnicas descritas aqui. Algumas racionalizam ou são tímidas demais para pedir para serem dominadas, mas quando estão diante do homem dominador, elas certamente terão uma noite inesquecível.

Guia de implementação

Treine musculação na academia. É possível queimar gordura e principalmente adquirir músculo com um treino consistente de médio prazo. Além de ser saudável, estar em forma vai melhorar sua performance sexual e logo de imediato facilitar a dominação pela sua simples aparência física.

Veja porém que a aparência é um mero detalhe. Daniel Rose diz que o corpo conta como 5% do que você realmente precisa para a dominância. Mesmo um franzino magrelo pode ser dominante se tiver a correta mentalidade.

Aqui é onde está a grande dificuldade para muitos, como era o meu caso na época de adolescente. Sempre influenciado por filmes românticos de Hollywood e da Disney, além de conselhos furados de amigas, eu criei um modelo de mundo no qual a dominância era algo errado.

Por anos, isso me dificultou muito em por exemplo dar um tapa na bunda da mulher na hora do sexo. E estou falando daquele tapa bem dado. Em algumas ocasiões, eu arriscava um tapinha contido, o que é bem broxante. Pense bem: se a bunda é a parte mais propícia para o tapa (pela composição muscular e adiposa), eu poderia bater muito mais forte sem que isso machucasse a minha parceira. Mas havia um bloqueio mental que me impedia de fazer o que era o correto.

Estou contando essa história meio embaraçosa para deixar claro que é importante uma mentalidade específica ao usar o elemento da dominância. Não basta memorizar alguns truques e achar que isso vai servir. Daniel Rose é enfático ao dizer que como homens somos naturalmente dominantes e como mulheres elas são submissas na cama (já estou me preparando para os comentários furiosos das feministas…)

Segue a tradução livre de um trecho do livro:

¨Todas as mulheres sexualmente saudáveis querem sexo dominante; algumas vezes elas querem ser tratadas como um pedaço de carne no quarto, ser violadas e usadas como uma puta. Elas querem que você rasgue suas roupas apesar de suas objeções, que você fale putaria ao pé do ouvido e se sentirem indefesas conforme você as faz gozar mais e mais. Não há nada de errado com isso: na verdade, isso é algo natural e bonito.¨

Para isso, seja sempre aquele quem lidera a interação na cama. Nunca peça por sexo ou qualquer coisa sexual. Mande ela chupar seu pau e segure os cabelos dela, puxando a cabeça na direção do seu pinto. A pior coisa é um ¨Amorzinho, me faz um boquetinho?¨ A mesma coisa vale para comê-la de quatro: jogue-a na cama, com o rosto no travesseiro e empine a bunda dela para ser comida.

(no próximo texto, continuaremos falando da dominação e seus usos mais específicos, como dar tapas e falar putaria na cama)