Ibiza: um guia de baladas e pegação voltado para brasileiros

August 12, 2009 by victor  
Filed under essencial, viagens

Primeira regra

A primeira coisa que qualquer brasileiro pegador que pretende ir para Ibiza é: NÃO tente sair beijando igual você faz na balada brasileira.

Se você conseguir implementar pelo menos essa dica, já vai sair no lucro. De forma resumida, a principal diferença entre o comportamento brasileiro e europeu na balada é que o brasileiro gosta de brincar de dar beijinho. Não era a Ivete Sangalo que cantava “já beijei um, já beijei dois, já beijei três”? Pois é. Na balada brasileira, a gente beija um monte e geralmente volta sozinho pra casa.

Tem milhares de motivos e aqui não é aula de sociologia, mas o meu palpite é que as raízes cristãs ainda fazem o sexo casual ser um tabu para muito brasileiro.

Por outro lado, na Europa a galera é mais descolada. É normal molecada de dezoito anos ir fazer faculdade em outra cidade e ficar independente dos pais rápido. Não tem dessa de morar com a família até a hora de casar (exceções para áreas da Itália, Portugal e Espanha onde a família fica unida mais tempo).

Resumindo a história. Aqui, o jogo é diferente, moçada. Quem vai pegar na balada é pra ir até o fim e transar gostoso. Nada de brincar de dar beijinho – isso é coisa mirim demais.

Que implicações essa mudança de paradigma traz? A mais importante de todas é que se você está num amasso com uma mulher na balada, não a abandone! Chame ela e as amigas para ir com você e outros caras para uma outra balada ou bar. E, de lá, para o seu quarto de hotel, onde você tem bebidas boas (deixe comprada uma garrafa de vodka e sucos na geladeira).

Parece óbvio, mas eu vi muito cara que por estar acostumado com a beijação brasileira, na hora de ir embora sequer pensa em levar a mulher pro quarto. Sério.

Estilos de paquera e pegação em Ibiza

Outras diferenças de jogo vão variar bastante conforme a nacionalidade da menina que você está paquerando. É inglesa? Espanhola? Italiana? De regra geral, as técnicas (outer game) de pick-up do Mystery Method, o antigo Real Social Dynamics (material do Foundations) e da turma do Lance Mason (Pickup101) funcionam razoavelmente bem.

Mas como a ilha é uma grande festa, o inner game é a parte mais importante. É a vibe, é o state do novo RSD (confiram o material do Natural Tim que é tudo a ver com a ilha). O natural game é seu grande amigo na hora de paquerar as européias em Ibiza.

Para quem não entendeu nada dos dois parágrafos acima e desconhece as diferentes técnicas de sedução, instrutores e teorias, é melhor primeiro ler mais sobre sedução. No Brasil, sei que existem três grandes comunidades, que listo em ordem alfabética: ClubeAlpha, PuaBrasil e Puas.

Se para você as tais técnicas de sedução parecem esquisitas e desnecessárias, parabéns: você é o famoso pegador nato (ou “natural player” como dizem por aí). Pule toda essa parte e vamos para a parte que interessa.

Ibiza em dois minutos: cidade de Eivissa (Ibiza town) e San Antonio (SanAn)

Ibiza é uma ilha minúscula. Das ilhas baleares (Majorca, Menorca e Ibiza) é onde mais tem festa, apesar de Majorca não ficar para trás em termos de putaria. Mas essa é história para outro post.

E em Ibiza você pode basicamente se concentrar em Eivissa (ou Ibiza) e San Antonio (chamada de SanAn pelos ingleses). Esqueça San Rafael, Santa Eulalia e outros cantos (apesar de Formentera poder valer a pena por um dia para quem curte natureza e se estiver bem acompanhado).

Em uma descrição muito superficial, Ibiza é onde fica a galera descolada e com as raízes originais da ilha. E San Antonio sempre foi o cantinho pra ver o por do sol no Café del Mar e encher a cara com os ingleses que fazem despedida de solteiro.

Por causa disso, SanAn é muito polêmica: ou você ama, ou você odeia. Na minha opinião, é algo que vale a pena conferir por uma noite. É uma putaria desenfreada, parecida com o que rola em Hamburgo e em diversas cidades da Grécia: hordas de ingleses bêbados, caídos no chão, vomitando e mostrando o lado mais vil e decadente da raça humana.

Nessas condições, trazer um grupinho de inglesas para seu hotel junto com alguns brothers não é muito difícil. A coisa complica quando elas estão em grupos grandes, como dez mulheres – mas no livro que estou escrevendo eu conto com mais detalhes algumas idéias que podem ser usadas na dinâmica social.

Por causa da má reputação, SanAn tem procurado dar uma cara nova para a região. A polícia tem ficado cada vez mais chata, implicando com gente com garrafa na mão nas ruas (nada efetivo) e azucrinando turistas, sendo que faz vista grossa às irregularidades dos grandes donos de bares. Além disso, os trombadinhas fazem a festa no meio dos turistas ingleses, e em San Antonio você não pode descuidar um segundo: se entrar na praia, é quase certeza de alguém levar sua mochila.

O que se destaca é a balada Eden, que tem oferecido a noite Wonderland com o DJ Pete Tong. A noite atrai muitas inglesinhas bem arrumadinhas, e vale a pena. Logo na frente da Eden tem a balada Es Paradis, com a Fiesta Del Agua (Water Party) que deixa o povo mais descontraído (em geral é uma balada peganínguem – tem que ter bom carisma para pegar nessa festa).

Outra baladinha menor, mas que tem atraído um público bacana, é a Plastik. E é mais barata do que a Eden ou Es Paradis que geralmente custam 30 euros para entrar. No meu livro, eu dou a dica de entrar de graça nessas festas – para receber, cadastre-se na Lista VIP usando o formulário e deixe seu email.
Em breve publico a continuação deste post, falando de Eivissa e outras dicas.

Mulheres suecas e finlandesas fazendo balada no navio com muita vodka é no Viking Line

May 28, 2009 by victor  
Filed under viagens

Atenção: esta página contém todos os vídeos do love boat da Viking Line que encontrei. Cuidado ao abrir!

Se você é brasileiro, mochileiro, é chegado em mulher (vulgo heterossexual mulherengo), ainda solteiro e tem planos de ir a Estocolmo, Helsinki ou Tallinn, é obrigatório saber do que se trata algo maravilhoso chamado “Viking Line“, onde as loiras suecas e dinamarquesas piram o cabeção com muita vodka, sol, bikinis e balada no navio.

Imagina participar de uma boat cruise no meio do mar escandinavo com loirinhas como as do vídeo dando beijinho selinho e preparadas para causar muito…


Olha mais duas loirinhas dentro da cabine se preparando para dar boas vindas aos mochileiros brasileiros

Se você não está entendendo nada, primeiro leia meu artigo preparado com exclusividade para a Papo de Homem Lifestyle Magazine.

Dois brothers de BH acabaram lendo o artigo e se animaram para programar a viagem. Trocamos idéia recentemente e aqui seguem as informações complementares que não estão na PapodeHomem. Aliás, que não estão em lugar nenhum: nem a Lonely Planet, nem os fóruns de viagens discutem esse assunto abertamente.

1. De Helsinki para Estocolmo… ou de Estocolmo para Helsinki?

A informação que o pessoal da Viking Line passou foi que o único Love Boat é o que sai de Stockholm e vai para Mariehamn. Essa informação não procede, pois eu peguei a balsa Stockholm-Helsinki em 2008 e foi uma maravilha! Tenho também amigos brasileiros que fizeram o mesmo roteiro em 2006 e curtiram muito o love boat.

Os barcos preferidos da moçada são o Viking Line Cinderella, Silja Galaxy e Birka Paradise. O Talink também é uma opção, mas vai só para a Letônia.


O interior de uma cabine para quatro pessoas. Dá pra fazer um bom estrago.

A informação oficial v. a realidade.

Quem olha as informações oficiais da empresa, vai notar que a Viking Line proibe o consumo de bebidas e cigarro dentro das cabines. E que é proibido tocar música. Arran. Parece aquela coisa do código de trânsito que proibe pedestre de atravessar fora da faixa…

Outra proibição que não é respeitada é o consumo de bebidas compradas no Duty Free que tem dentro do barco. As bebidas têm um imposto enorme nos países escandinavos, e tudo é caro demais. Por isso tem algumas figuras que vão para o barco apenas para encher a cara e o porta-malas do carro com dezenas de garrafas de Absolut, Smirnoff, Wyborowa, Stolichnaya e todo tipo de vodka existente. Alguns Finlandeses também vão até Tallinn, na Estônia, só com essa finalidade, por causa da diferença de preços. Mas pode tomar tranquilão a sua bebida comprada no Duty Free que não tem stress.

Realmente, aqui é onde as coisas emperram. Se você acertar em cheio estará rapidamente bem entrosado com as suecas locais fazendo festinha com muita birita dentro da cabine do Cinderella:


Se liga nesse tiozinho gordão agarrando a loirinha bêbada no corredor do navio (acho que é o Gabriella, que vai de Estocolmo para Helsinki)


Depois de você fizer amizade colorida com uma loirinha sueca na balsa, tem que cuidar dela principalmente se ela tiver tomado umas a mais… no começo do vídeo parece que ela está pagando um boquete no banheiro da cabine, mas ela está é se segurando pra não cair no chão de tão mamada de vodka…


Mais uma festinha entre amigos escandinavos dentro da cabine da Viking Line.

Repare que se você cair de paraquedas no loveboat vai ter dificuldade em se entrosar com os grupinhos mais fechados. Por isso, é muito importante logo no começo da viagem já se instalar (perca o mínimo possível de tempo para achar a sua cabine e largar as mochilas lá dentro). Vá direto para o restaurante, pegue uma cerveja e uns petiscos e comece a puxar papo com todo mundo.

É no começo, quando ainda está todo mundo reconhecendo o ambiente, que as interações são mais propícias. Fazer uma boa impressão logo no começo é a garantia de entrar dentro dos círculos sociais existentes. Claro que se você tiver feito amizade com locais na própria cidade de Helsinki ou Estocolmo e eles te acompanharem no “kryssning”, é ainda melhor!


Suecos e finlandeses e alguns russos tomando um solzinho

Seguinte: não perca tempo. Assim que o barco sair do porto, arrume umas biritas, vá tomar um sol no deck pois o verão para os escandinavos é algo muito especial. É a época em que todo mundo fica feliz, e comemora o Midsummer, que é a época de amor, flores e celebração.


Veja uns turistas malandrões xavecando as suecas

Nesse vídeo dá para ver como é o clima: qualquer pessoa que você aborda sabe que o clima é de diversão. É só ficar andando pelo navio com uma câmera, falar umas baboseiras, pedir para elas fazerem umas poses bobas e dizerem algo engraçado para você filmar, e bum – você está já engatilhado numa ótima interação. Daí pra frente é só falar que é brasileiro e as convidar pra ir olhar as fotos do Brasil que você esqueceu dentro da mochila… que está dentro da cabine. Como diria o Pelé: “Entende?

De modo geral, os suecos, dinamarqueses, noruegueses e finlandeses são muito educados: entre eles, sempre conversam no idioma local. Mas quando você está na roda e foi aceito como amigo, eles conversam em inglês para que você não se sinta excluído.


Outro point de zoação é o karaokê. Ninguém se leva a sério, pode ir sem medo.


A pista de dança. Essa é bem maior da que eu vi – alguém sabe o nome desse navio?


Até o Tiesto já tocou na balada do Viking Line.


Alex Gaudino nas pickups

O que você tem que prestar atenção ao planejar a viagem é se informar com a moçada descolada local e descobrir quando é que vai rolar algum EVENTO legal no navio. O evento pode ser desde um um DJ famosão tocando, como o Tiesto, ou uma festona dos estudantes de intercâmbio universitário do sistema Erasmus, ou uma “singles cruise”. Pegar um barco onde tá rolando um desses eventos especiais é jackpot.


Esse é um navio com a turma da Erasmus

O lado negro: boatfuckers, bêbados toscos, losers babacas e Convenção das Bruxas

Nem tudo são flores. Como é repetido exaustivamente durante as crises econômicas, oportunidade e risco caminham juntos.

Se você tiver azar ou não planejar direito, pode ter como companhia gente assim:


Bêbados toscos precisando de um pouco de noção estética e social


Babacas que não pegaram ninguém e começam a fazer merda

Outro tipo de figurinha carimbada nos love boats da Viking Line é o homem solteiro jovem e loser. Esse tipo não tem a manha de chegar em nenhuma mulher, fica o dia inteiro batendo punheta, enche a cara e quando fica bêbado começa a fazer merda, como entupir o vaso sanitário com papel higiênico, vomitar pelos corredores e cair pelado no chão.

Felizmente o povo escandinavo é bastante pacífico e eu nunca vi nenhum deles querendo arrumar briga a toa, como aconteceria em certas baladas do Brasil. Bem, talvez eu tenha tido sorte… Enfim, o motivo de ficar longe desses caras é que eles criam uma aura negativa de 50 metros de raio. Todas as mulheres decentes se afastam desses sujeitos e eles queimam demais o filme.

Como você é turista, tem chances grandes de eles cismarem contigo e quererem se tornar seu melhor amigo. Te abraçando, alugando e falando bosta. Seja simpático, dê um sorriso e finja que você não fala inglês, nem sueco, nem francês, finlandês, português, nem nada. Daí eles desencanam e vão procurar outra pessoa para amolar. Se você responder a qualquer pergunta deles, não venha resmungar comigo se eles aparecerem do nada enquanto você está quase arrastando a sua sueca para a sua cabine e estragarem tudo.


Oportunidade e risco caminham juntos – será que vale a pena?


The unwelcome stripper: você não vai querer que um sueco entre na sua cabine bêbado e pelado. Mantenha distância e tranque a porta!



Boatfuckers: tatuados, barulhentos, agressivos, cabelo comprido e barba ruiva… seriam a versão moderna do viking? Não interessa – fato é que você não está interessado nesse tipo de companhia. Por isso, planeje direito!


Sei que é doloroso aos olhos, mas aqui vai MAIS UM vídeo dos boatfuckers para você entender bem quais são os riscos de entrar numa viagem do inferno.


O maior inimigo é você mesmo. Não encha a cara de modo algum, caso contrário você vai cair no chão e só acordar no dia seguinte, sem se lembrar de nada. Faça seu dinheiro valer!

Coletânea de clips e vídeos de suecas e finlandesas bêbadas causando no Viking Line

Engraçado que elas gostam de tomar esse gin da latinha azul… puta treco ruim!


Mais uma doidinha tomando o gin de latinha… e se preparando pra putaria


Alguém ajuda essa menina! E tira o copo da mão dela!


Mulherada causando no banheiro


Outra conversa de banheiro feminino – suecas loirinhas fumando um cigarrets, tomando breja Heineken. Parece que tá faltando homem aí pra dar uma animada nelas. Você encarava?

O guia da Suécia

Tenho recebido MUITA pergunta sobre a Suécia e todos os mitos relacionados.

Seriam as suecas difíceis de serem abordadas? Foi o que a Fabiana, dona da Comunidade do Orkut “Brasileiros em Estocolmo” disse lá no papodehomem, e ela tem muita autoridade no assunto, por morar na Suécia por oito anos e ter 11 de Europa. E ela está certa.

Para o brasileiro que não tem o game afiado, a chance de não pegar ninguém é grande. Está o Edward de prova – o coitado tá morando fora do Brasil e quase ficando virgem de novo, haha (zoeira hein Ed).

Desde que li o livro The Game – Penetrating the Secret Society of Pickup Artists do Neil Strauss, traduzido no Brasil para português pela Editora Best Seller com o título de O Jogo: A Bíblia da Sedução, descobri a comunidade da sedução.

E o The Game é apenas a ponta do iceberg. Desde ler o livro anos atrás, conheci o Neil em Londres, e me encontrei várias vezes no Brasil e na Europa com o Papa, Tyler, Jeffy e outros gurus do livro para trocar idéias. Fiz aulas com o Style (Neil Strauss) e com o David DeAngelo (Eben Pagan). Troquei idéias sobre a porn industry com o Hoobie. Falei ao telefone com o Lance Mason. Outro brother é o Zan Perrion, que me inspirou bastante e deu um apoio a criar esse blog. Enfim, fui atrás de todos os grandes mestres e montei meu método próprio.

No Brasil, existem diversas comunidades online onde se discutem assuntos de sedução em nível de detalhe profissional (existem empresas que dão workshops profissionais para isso). Das comunidades que eu participo, posso mencionar o ClubeAlpha e o PUABrasil. Existem muitas outras, e no nível internacional tem centenas de diferentes comunidades, estilos e empresas. Basta procurar por “seduction” no Google que você acha.

O resumo da história é que é possível sim descobrir a melhor maneira de se comunicar durante a viagem com mulheres que marcarão sua vida para sempre. Por alguns anos eu fui um “pua” (pick up artist, ou artista da sedução) que repetia literalmente o que eu aprendia em fóruns de internet, livros e vídeos. Hoje em dia eu já tenho meu estilo próprio e natural, e técnicas próprias para a cultura européia.

Após colocar muita coisa em prática, vendo o que funcionava melhor para mim… e conhecido mulheres especiais por toda a Europa, comecei a escrever um livro, mas é muita coisa para ser dita.

Para facilitar o processo, estou começando a escrever algumas idéias aqui no blog. E um dos projetos é um Guia da Suécia, onde vou divulgar dicas práticas para serem usadas e melhorar as interações, deixando todo mundo feliz.

Se você tem interesse em ser um dos primeiros a receber o material, cadastre-se na minha lista (sobe a tela, que tem um formulário no canto direito).

Abraço!

p.s. Esta página está em constante atualização, conforme eu vou adicionando mais conteúdo e vídeos. Para acompanhar, deixe um comentário na página e eu comento de volta quando houver alguma novidade boa.