Atiçando a mulher sexualmente: provocando… e se afastando

Quem leu meus textos comentando o Sex God Method do Daniel Rose ainda deve se lembrar dos três princípios básicos de sexualidade e dos quatro elementos do sexo de qualidade: dominação, emoção, variedade e imersão.
Hoje a conversa é sobre um aspecto de emoção fundamental: saber provocar a mulher.
E se você esquecer de tudo, pelo menos memorize e entenda esse ritmo: dois passos para frente, um passo para trás. Essa é a fórmula clássica do aumento de tesão.
Para ilustrar, imagine que você está naquela pegação violenta, de morder os beiços, chupar o pescoço, baba para todo lado, a jogando contra a parede. É o ápice da pegada.
Quando chegar nesse ponto, pare. Diga “ufa” ou algo semelhante, e vá pegar um copo de água gelada. Eu conheço um cara que chuta o balde totalmente e ao invés de água ele vai checar o email – hahaha. Não carece tanto.
Em geral, quando o cara faz isso com uma mulher com quem ainda está nos primeiros momentos de uma curtição (pré-namoro), a mulher fica encucada, confusa e puta da vida. Porra, vai parar na melhor hora? É quase igual aquela dor no saco quando a mulher está se agarrando com você e daí ela pede um minutinho para ir ao banheiro.
É exatamente esse vazio que você quer causar, por apenas alguns breves instantes. Pois quando ela se aproximar de você para ver o que está acontecendo, você retoma a putaria no estado máximo. Isso a surpreende e deixa doidinha. Lembre-se: sempre dois passos para frente e um para trás.
Um outro exemplo de antecipação é ao chupar seus peitos ou buceta. Ao invés de chegar desesperado lambendo igual gato esfomeado, dê apenas uma baforada quente, sem tocar. Crie a expectativa!
O Daniel Rose também fala da técnica do espaço aberto. Quando fizer o sexo oral na sua gata, use seus dedos indicador e médio para abrir a entrada da vagina. É outro modo de criar a expectativa.
Veja que, como toda técnica que inclui seus dedos em partes íntimas, é essencial ter as unhas muito curtas e as mãos SEMPRE limpas. Quando perceber que você está em um lugar com intimidade e que vai rolar alguma coisa, antes de começar qualquer coisa, dê um pulo no banheiro e lave as mãos muito bem. E se a toalha disponível estiver meio usada, é melhor deixar secar naturalmente.
Recomendo muito aos interessados no sexo de qualidade a procurar o material original do Daniel Rose, que tem muitas outras dicas. Uma delas é a metida curta: segure seu pinto com a mão de modo a apenas deixar a cabeça do pau para fora. Diga que ela é uma menininha e que não aguentará tudo, e então é apenas isso que ela vai receber.
Mande ela implorar por mais. Dessa vez, enfie um pouquinho a mais e continue dizendo que ela não vai aguentar tudo. Detalhe: se seu pinto é menor que a média (dizem aí que é quatorze centímetros), tenha noção que ao invés de dizer que ela “não vai aguentar”, diga que ela “não merece tudo”. Lá pelas tantas que ela estiver totalmente louca, daí sim você mete tudo e aguarda os gemidos de prazer.
Para casais que curtem coisas mais ousadas, você pode usar a idéia de provocar em qualquer situação. Quando estiverem os dois sentados ao lado em um local público, coloque uma mochila no colo, ou aproveite a mesa do restaurante e comece a acariciá-la. O Sex God Method vai ao limite e até conta casos de quem transou em lugares proibidos, como na cama de amigo puritano, cama dos pais da menina e até na igreja. Pessoalmente, eu acho que o Daniel Rose foi radical demais, mas cada um sabe o que faz.
Caso vocês transem em uma situação proibida dessas e depois voltem ao público, ele dá uma idéia que eu achei legal: você guarda a calcinha dela no bolso, e diz que ela não pode a colocar de volta. Durante toda a noite (ou dia?) ela estará com a sensação de estar sem a calcinha, continuando a idéia da perversão. Legal pra ser usado depois de uma pegação em banheiro de balada.
Uma explicação ao leitor Joselito: antes de sair todo empolgado colocando essas idéias em prática, pense se as técnicas mais radicais têm a ver com você e sua menina, senão fica muito forçado e artificial. Na dúvida, a melhor coisa é ir leve e sempre prestando muita atenção no feedback dela.
Sexo: Quem manda melhor na cama? Chuck Norris ou Leonardo DiCaprio?
É bacana ser machão, mas na hora de tornar o sexo mais intenso, vence aquele que sabe dominar as emoções.
Pergunto: Um cara que chora num filme é frouxo? É normal abrir uma cerveja gelada enquanto a sua namorada chora de raiva porque o cabeleireiro cortou a franja dois centímetros a mais do que ela queria?
Qual é o limite entre ser macho ou fresco?
Uma ótima ilustração de engomadinho afeminado que exagera no cuidado com o próprio visual está esse texto do Lemp: Imagine o cara que chega no escritório com cabelo todo arrumadinho e resmunga quando algum brother chega e alopra o penteado!
Pois é. Os extremos são fáceis de identificar. Tem cara que exagera muito para um lado e para outro.
E na dúvida, tem muito homem que prefere evitar o risco em parecer purpurinado e se fecha completamente quanto a tudo que é emotivo e sentimental. Afinal, é mais fácil ir jogar futebol, encher a cara, soltar uns arrotos e mandar todo mundo que não gostou ir tomar no cu. Certo?
Mais ou menos.
Para mim, o macho verdadeiro é aquele que é mulherengo. E por mulherengo eu quero dizer gostar de mulher além do normal. É o cara que constantemente está aperfeiçoando a qualidade do sexo.
E grande mestre do sexo entende que deve ser também um mestre da emoção. Isso quer dizer que ele é fresco, afeminado, coxinha e chorão? Não!
Vamos pegar o Chuck Norris como exemplo. A imagem pública que temos é do ícone americano da brutalidade. O cara é macho e não tem tempo pra falar de sentimentos. No bullshit. Chuck Norris é ação. O cara que se identifica com o Chuck Norris no máximo solta algo como “Eu gosto muito de você” para a namorada. Só.
Vamos agora analisar o perfil Leonardo DiCaprio. Seus personagens do cinema transbordam emoção. Em Titanic, Jack Dawson é um durango que viaja pelo mundo, arrumando confusão, pegando a Rose e de lambuja chifrando o riquinho Cal (perdeu, playboy). É uma montanha russa de emoções do começo ao fim – não é à toa que Titanic é o filme que mais arrecadou dinheiro de bilheteria em toda a história do cinema mundial.
Na vida real, não é diferente. Leonardo DiCaprio é o cara que mais comeu mulher gostosa em Hollywood e no planeta inteiro. A lista do pegador inclui Kirsten Dunst, Cameron Diaz, Christina Aguilera, Jessica Simpson e algumas dúzias de supermodelos, incluindo a nossa querida Gisele Bündchen.
O que esse lance de Chuck Norris v. Leonardo Di Caprio tem a ver com sexo? É para ilustrar a importância da emoção no relacionamento e sexo. Já escrevi no outro post que o Sex God Method tem quatro grandes pilares: dominância, emoção, imersão e variedade.
Numa hipotética competição entre um genérico de Chuck Norris e um genérico de Leonardo DiCaprio, se todos os demais elementos forem iguais, ganha aquele que tem mais emoção.
Como adicionar mais emoção na relação e no sexo?
1. Equilibrando o investimento sexual e emocional
Se você faz todos os favores sexuais, se já pesquisou sobre o ponto G, sobre orgasmo vaginal e clitoriano, raspou ou cogitou em raspar os pelos do saco para agradar mais a mulher, fez ou pensou em fazer jelq para aumentar o tamanho do pau… se fez tudo isso e coisas ainda mais bizarras e ela nem mesmo retribui com um boquete bem feito, então a relação está desequilibrada.
Se você está num relacionamento com uma gata que te dá um tesão incontrolável e sempre fornece a mandioca a qualquer hora, ela irá inconscientemente entender que você está disponível quando ela quiser. E isso não é bom para a equação sexual. Não saia colocando o pau pra fora de uma vez, saiba provocá-la.
A equação emocional é parecida. Se você sempre faz tudo, organiza surpresas para ela, manda emails e telefona além da conta, ela pode estar não retribuindo proporcionalmente. A culpa não é dela, mas sim sua.
É importante dar a ela a oportunidade de contribuir para o relacionamento. Sugira que, antes de ir até sua casa, ela traga uma surpresa. Faça com que ela mude de planos por sua causa. Deixe que ela invista em você. Isso fortalece o elo emocional.
2. Use linguagem emocional, mas não seja emo
Daniel Rose dá dicas boas para serem usadas durante o sexo: intercale frases mais brutais de dominância com coisas mais emotivas, dizendo como você ama penetrá-la e quando ela é linda quando se entrega totalmente a você. Diga que ela é sua para sempre, e que você estará sempre dentro dela. Que ela é perfeita para você.
Após o sexo, tenha em mente que se tudo foi bem feito ela começará a desenvolver sentimentos mais fortes por você. Mas é possível que ela reprima, com medo de te assustar. Sabendo disso, diga a ela como você se sente e isso facilitará com que ela se abra. Na programação neurolinguística, esse é o princípio “you go first”.
É importante saber usar conversas emocionais, mas não vire um emo chorão e meloso, pois se isso acontecer muito irá arruinar sua dominância. Aliás, a dica é exatamente a oposta: combine a linguagem emocional com a brutal. Seja contraditório. Chame-a de puta, diga que a ama, diga que estará sempre perto para a proteger e meta uns belos tapas na bunda dela ao mesmo tempo.
3. Resolver medos e insegurança
Tem muito falso Chuck Norris por aí que esbraveja da boca pra fora que é durão mas na verdade está reprimindo os sentimentos. Geralmente esse Chuck Norris de padaria era um menininho adolescente romântico que se apaixonou perdidamente por alguma vizinha ou menina do colégio e, depois de alguns dias, ou meses (OU ANOS) teve seu coraçãozinho despedaçado.
Para não se machucar novamente, o homem cria um escudo psicológico com autoafirmações de que só quer saber de putaria, que mulher é tudo vagabunda, que ele é macho sim senhor e se agachou para mijar ele já está metendo a rola. Hmmmm… será?
Isso é bastante normal também em mulheres. Quando encontramos aquelas que dizem que estão numa fase de querer curtir, que só querem fazer balada… é a mesma história do escudo do machão libertino. O medo em se machucar ou fazer papel de ridículo ao expor sentimentos é tão grande que faz as pessoas se fecharem.
Seja por esse medo ou por não querer caminhar pelas bordas do sentimentalismo afeminado, o homem cada vez mais tem dificuldade em entender e trabalhar as próprias emoções e, assim, não tem a menor condição de entender as emoções femininas e como trabalhar com elas de modo a construir um relacionamento saudável, marcante e gostoso.
Para quem interessou, recomendo fortemente continuar com a leitura do Sex God Method e também os materiais do David Deida.



