Atiçando a mulher sexualmente: provocando… e se afastando

Quem leu meus textos comentando o Sex God Method do Daniel Rose ainda deve se lembrar dos três princípios básicos de sexualidade e dos quatro elementos do sexo de qualidade: dominação, emoção, variedade e imersão.
Hoje a conversa é sobre um aspecto de emoção fundamental: saber provocar a mulher.
E se você esquecer de tudo, pelo menos memorize e entenda esse ritmo: dois passos para frente, um passo para trás. Essa é a fórmula clássica do aumento de tesão.
Para ilustrar, imagine que você está naquela pegação violenta, de morder os beiços, chupar o pescoço, baba para todo lado, a jogando contra a parede. É o ápice da pegada.
Quando chegar nesse ponto, pare. Diga “ufa” ou algo semelhante, e vá pegar um copo de água gelada. Eu conheço um cara que chuta o balde totalmente e ao invés de água ele vai checar o email – hahaha. Não carece tanto.
Em geral, quando o cara faz isso com uma mulher com quem ainda está nos primeiros momentos de uma curtição (pré-namoro), a mulher fica encucada, confusa e puta da vida. Porra, vai parar na melhor hora? É quase igual aquela dor no saco quando a mulher está se agarrando com você e daí ela pede um minutinho para ir ao banheiro.
É exatamente esse vazio que você quer causar, por apenas alguns breves instantes. Pois quando ela se aproximar de você para ver o que está acontecendo, você retoma a putaria no estado máximo. Isso a surpreende e deixa doidinha. Lembre-se: sempre dois passos para frente e um para trás.
Um outro exemplo de antecipação é ao chupar seus peitos ou buceta. Ao invés de chegar desesperado lambendo igual gato esfomeado, dê apenas uma baforada quente, sem tocar. Crie a expectativa!
O Daniel Rose também fala da técnica do espaço aberto. Quando fizer o sexo oral na sua gata, use seus dedos indicador e médio para abrir a entrada da vagina. É outro modo de criar a expectativa.
Veja que, como toda técnica que inclui seus dedos em partes íntimas, é essencial ter as unhas muito curtas e as mãos SEMPRE limpas. Quando perceber que você está em um lugar com intimidade e que vai rolar alguma coisa, antes de começar qualquer coisa, dê um pulo no banheiro e lave as mãos muito bem. E se a toalha disponível estiver meio usada, é melhor deixar secar naturalmente.
Recomendo muito aos interessados no sexo de qualidade a procurar o material original do Daniel Rose, que tem muitas outras dicas. Uma delas é a metida curta: segure seu pinto com a mão de modo a apenas deixar a cabeça do pau para fora. Diga que ela é uma menininha e que não aguentará tudo, e então é apenas isso que ela vai receber.
Mande ela implorar por mais. Dessa vez, enfie um pouquinho a mais e continue dizendo que ela não vai aguentar tudo. Detalhe: se seu pinto é menor que a média (dizem aí que é quatorze centímetros), tenha noção que ao invés de dizer que ela “não vai aguentar”, diga que ela “não merece tudo”. Lá pelas tantas que ela estiver totalmente louca, daí sim você mete tudo e aguarda os gemidos de prazer.
Para casais que curtem coisas mais ousadas, você pode usar a idéia de provocar em qualquer situação. Quando estiverem os dois sentados ao lado em um local público, coloque uma mochila no colo, ou aproveite a mesa do restaurante e comece a acariciá-la. O Sex God Method vai ao limite e até conta casos de quem transou em lugares proibidos, como na cama de amigo puritano, cama dos pais da menina e até na igreja. Pessoalmente, eu acho que o Daniel Rose foi radical demais, mas cada um sabe o que faz.
Caso vocês transem em uma situação proibida dessas e depois voltem ao público, ele dá uma idéia que eu achei legal: você guarda a calcinha dela no bolso, e diz que ela não pode a colocar de volta. Durante toda a noite (ou dia?) ela estará com a sensação de estar sem a calcinha, continuando a idéia da perversão. Legal pra ser usado depois de uma pegação em banheiro de balada.
Uma explicação ao leitor Joselito: antes de sair todo empolgado colocando essas idéias em prática, pense se as técnicas mais radicais têm a ver com você e sua menina, senão fica muito forçado e artificial. Na dúvida, a melhor coisa é ir leve e sempre prestando muita atenção no feedback dela.
Sexo: Quem manda melhor na cama? Chuck Norris ou Leonardo DiCaprio?
É bacana ser machão, mas na hora de tornar o sexo mais intenso, vence aquele que sabe dominar as emoções.
Pergunto: Um cara que chora num filme é frouxo? É normal abrir uma cerveja gelada enquanto a sua namorada chora de raiva porque o cabeleireiro cortou a franja dois centímetros a mais do que ela queria?
Qual é o limite entre ser macho ou fresco?
Uma ótima ilustração de engomadinho afeminado que exagera no cuidado com o próprio visual está esse texto do Lemp: Imagine o cara que chega no escritório com cabelo todo arrumadinho e resmunga quando algum brother chega e alopra o penteado!
Pois é. Os extremos são fáceis de identificar. Tem cara que exagera muito para um lado e para outro.
E na dúvida, tem muito homem que prefere evitar o risco em parecer purpurinado e se fecha completamente quanto a tudo que é emotivo e sentimental. Afinal, é mais fácil ir jogar futebol, encher a cara, soltar uns arrotos e mandar todo mundo que não gostou ir tomar no cu. Certo?
Mais ou menos.
Para mim, o macho verdadeiro é aquele que é mulherengo. E por mulherengo eu quero dizer gostar de mulher além do normal. É o cara que constantemente está aperfeiçoando a qualidade do sexo.
E grande mestre do sexo entende que deve ser também um mestre da emoção. Isso quer dizer que ele é fresco, afeminado, coxinha e chorão? Não!
Vamos pegar o Chuck Norris como exemplo. A imagem pública que temos é do ícone americano da brutalidade. O cara é macho e não tem tempo pra falar de sentimentos. No bullshit. Chuck Norris é ação. O cara que se identifica com o Chuck Norris no máximo solta algo como “Eu gosto muito de você” para a namorada. Só.
Vamos agora analisar o perfil Leonardo DiCaprio. Seus personagens do cinema transbordam emoção. Em Titanic, Jack Dawson é um durango que viaja pelo mundo, arrumando confusão, pegando a Rose e de lambuja chifrando o riquinho Cal (perdeu, playboy). É uma montanha russa de emoções do começo ao fim – não é à toa que Titanic é o filme que mais arrecadou dinheiro de bilheteria em toda a história do cinema mundial.
Na vida real, não é diferente. Leonardo DiCaprio é o cara que mais comeu mulher gostosa em Hollywood e no planeta inteiro. A lista do pegador inclui Kirsten Dunst, Cameron Diaz, Christina Aguilera, Jessica Simpson e algumas dúzias de supermodelos, incluindo a nossa querida Gisele Bündchen.
O que esse lance de Chuck Norris v. Leonardo Di Caprio tem a ver com sexo? É para ilustrar a importância da emoção no relacionamento e sexo. Já escrevi no outro post que o Sex God Method tem quatro grandes pilares: dominância, emoção, imersão e variedade.
Numa hipotética competição entre um genérico de Chuck Norris e um genérico de Leonardo DiCaprio, se todos os demais elementos forem iguais, ganha aquele que tem mais emoção.
Como adicionar mais emoção na relação e no sexo?
1. Equilibrando o investimento sexual e emocional
Se você faz todos os favores sexuais, se já pesquisou sobre o ponto G, sobre orgasmo vaginal e clitoriano, raspou ou cogitou em raspar os pelos do saco para agradar mais a mulher, fez ou pensou em fazer jelq para aumentar o tamanho do pau… se fez tudo isso e coisas ainda mais bizarras e ela nem mesmo retribui com um boquete bem feito, então a relação está desequilibrada.
Se você está num relacionamento com uma gata que te dá um tesão incontrolável e sempre fornece a mandioca a qualquer hora, ela irá inconscientemente entender que você está disponível quando ela quiser. E isso não é bom para a equação sexual. Não saia colocando o pau pra fora de uma vez, saiba provocá-la.
A equação emocional é parecida. Se você sempre faz tudo, organiza surpresas para ela, manda emails e telefona além da conta, ela pode estar não retribuindo proporcionalmente. A culpa não é dela, mas sim sua.
É importante dar a ela a oportunidade de contribuir para o relacionamento. Sugira que, antes de ir até sua casa, ela traga uma surpresa. Faça com que ela mude de planos por sua causa. Deixe que ela invista em você. Isso fortalece o elo emocional.
2. Use linguagem emocional, mas não seja emo
Daniel Rose dá dicas boas para serem usadas durante o sexo: intercale frases mais brutais de dominância com coisas mais emotivas, dizendo como você ama penetrá-la e quando ela é linda quando se entrega totalmente a você. Diga que ela é sua para sempre, e que você estará sempre dentro dela. Que ela é perfeita para você.
Após o sexo, tenha em mente que se tudo foi bem feito ela começará a desenvolver sentimentos mais fortes por você. Mas é possível que ela reprima, com medo de te assustar. Sabendo disso, diga a ela como você se sente e isso facilitará com que ela se abra. Na programação neurolinguística, esse é o princípio “you go first”.
É importante saber usar conversas emocionais, mas não vire um emo chorão e meloso, pois se isso acontecer muito irá arruinar sua dominância. Aliás, a dica é exatamente a oposta: combine a linguagem emocional com a brutal. Seja contraditório. Chame-a de puta, diga que a ama, diga que estará sempre perto para a proteger e meta uns belos tapas na bunda dela ao mesmo tempo.
3. Resolver medos e insegurança
Tem muito falso Chuck Norris por aí que esbraveja da boca pra fora que é durão mas na verdade está reprimindo os sentimentos. Geralmente esse Chuck Norris de padaria era um menininho adolescente romântico que se apaixonou perdidamente por alguma vizinha ou menina do colégio e, depois de alguns dias, ou meses (OU ANOS) teve seu coraçãozinho despedaçado.
Para não se machucar novamente, o homem cria um escudo psicológico com autoafirmações de que só quer saber de putaria, que mulher é tudo vagabunda, que ele é macho sim senhor e se agachou para mijar ele já está metendo a rola. Hmmmm… será?
Isso é bastante normal também em mulheres. Quando encontramos aquelas que dizem que estão numa fase de querer curtir, que só querem fazer balada… é a mesma história do escudo do machão libertino. O medo em se machucar ou fazer papel de ridículo ao expor sentimentos é tão grande que faz as pessoas se fecharem.
Seja por esse medo ou por não querer caminhar pelas bordas do sentimentalismo afeminado, o homem cada vez mais tem dificuldade em entender e trabalhar as próprias emoções e, assim, não tem a menor condição de entender as emoções femininas e como trabalhar com elas de modo a construir um relacionamento saudável, marcante e gostoso.
Para quem interessou, recomendo fortemente continuar com a leitura do Sex God Method e também os materiais do David Deida.
Hora do Sexo: Falando putaria, sacanagens e palavrão durante a transa
Você sabe o que dizer enquanto transa? Ou durante a foda fica quieto ou solta frases péssimas? Para quem gosta de fazer amor romântico, rola de chamar sua amada de “minha putinha”?
Pesquisas feitas nas revistas “Nova” da vida indicam uma quantidade ENORME de caras que pisam no tomate na hora do sexo, no quesito verbal.
Será que você é um dos tipos abaixo?
- Entra mudo e sai calado desde a hora de colocar a camisinha até a hora de gozar
- Transa igual um urso gago: ohhhrrr hoorrhhhh… huuurrrrr… hmmmm…
- Solta frases chavão como “deixa eu enfiar gostoso na sua bucetinha”, “sua gostosa”, “vai, assim, que delícia”
- Solta pérolas no estilo Wando-cheirador-de-calcinha que no dia seguinte viram motivo de chacota quando ela conta para as amigas as merdas cafonas que você falou
- Fala putarias meio baixinho, rápido e afobado ou com um tom de voz de incerteza e vergonha, ou simplesmente não dá para entender picas do que você está falando
Se for qualquer um dos cinco casos acima, vale a pena repensar um pouco e usar boas técnicas para deixar a transa melhor.
Xingar, falar palavrão, perversões e teatrinhos são parte do dirty talk que rola na cama quando o casal está bastante empolgado. Assim como todas as demais técnicas, a variedade é um elemento que faz toda a diferença. Sempre falar a mesma putaria, ou sempre fazer o mesmo urro do urso cavernoso gera monotonia.
O homem que domina a linguagem verbal na cama consegue despertar efeitos psicológicos que melhoram o sexo.
Onde tudo começa: tom de voz
Trabalhe seu tom de voz, que deve ser dominante, profundo, com timbre grave, controlado.
É a voz do hipnotista poderoso, do mafioso líder da gangue, ou um imperador maquiavélico. São arquétipos que representam a masculinidade em seu extremo de ir diretamente ao que deseja, sem hesitar ou pedir permissão para ninguém.
Subcomunique confiança, calma, emoção profunda e controlada.
Como para quem não tem prática pode ser difícil de ter todas as características dessa voz no meio da metelança mais forte, você pode ir praticando quando estiver iniciando a penetração, falando baixo e bem próximo do ouvido dela. É mais fácil manter o tom grave de voz quando se sussurra.
No livro Sex God Method, Daniel Rose aborda esse tópico e sugere algumas expressões para adicionar na putaria a ser dita:
- que ela é uma menininha levada
- que a bucetinha dela está molhada
- que é gostoso meter nela
Essas três idéias são bastante simples e seguras. A partir daí podemos escalar e deixar a conversa ainda mais suja, colocando xingamentos e elementos de dominação.
Daniel Rose ainda diz que a mulher tem um potencial de desejo bastante reprimido pois a sociedade cria uma pressão repressora que em geral não recebe bem a idéia de uma mulher publicamente exibir seus desejos sexuais. Por isso, ele recomenda dizer coisas dentro desse tema:
- que você sabe que ela fica o dia todo pensando em sexo
- que ela finge ser boa moça mas no fundo é uma putinha sem vergonha
Mais uma dica do Sex God Method é adicionar posse na linguagem. Ao invés de simplesmente a chamar de puta, dizer “minha putinha” invoca o elemento de dominação. Dizer que a buceta dela pertence a você, ou que ela está molhada para você também contextualiza o sexo da mesma forma.
Submissão e poder na cama: dois lados da mesma moeda
No texto anterior eu comentei sobre o Shock and Awe do Ciaran. O princípio psicológico dessa técnica pode ser usado dizendo coisas como “olha como você me deixa”, “eu não aguento, eu fico taradão por você”.
Nessas frases, a idéia é mostrar como a beleza e sensualidade transbordam da sua parceira e são irresistíveis. Que, mesmo tentando se controlar, você não resiste e acaba sucumbindo ao poder de sedução dela. Essa temática é clássica e poderosa, além de ser um enorme elogio à mulher.
Daniel Rose combina esse lado de vulnerabilidade masculina com o extremo oposto: as técnicas de poder. Além de ser excitante para a mulher saber que ela é irresistível, é igualmente (ou mais) delicioso ser controlada por um macho. Puxe a base do cabelo dela, e a encare de frente. Diga, no melhor estilo canalha, que ela é sua e que você vai comê-la todos os dias.
No Método do Deus do Sexo, Rose sugere brincar de “sim, meu mestre”. Por exemplo, ao mandar que ela goze como uma boa vagabunda, ela deve repetir “sim, mestre!” Eu dei muita risada quando li isso, e não faz muito o meu estilo. Usei algumas vezes com diferentes parceiras, e algumas acharam esquisito, enquanto outras adoraram. Então fica bastante ao critério pessoal de cada um.
Complementando o texto com um ótimo conselho que recebi de um colega meu, as putarias devem ser personalizadas. Não se deve sair falando qualquer absurdo para qualquer moça: isso resultará numa aplicação descalibrada aleatória. Algumas vão gostar e outras vão odiar.
É importante saber com quem você está lidando e saber dominar sua linguagem de modo a ativar os desejos e fantasias mais íntimos e pessoais. Aí não tem pra ninguém.
Sexo: Posso dar um tapa na bunda da mulher durante a transa?
Antes de responder, vamos a alguns fatos aleatórios sobre dor, sexo e dominação:
- Nas conversas de boteco sempre tem aquele sujeito contador de vantagem que comenta de tapas que deu na bunda da mulher que comeu na noite anterior.
- “Um tapinha não dói” é o que diz a famosa música do Furacão 2000.
- Em filmes pornôs, invariavelmente rola uma porradaria, a ponto do traseiro da atriz ficar vermelho como uma caixa de bombom de dia dos namorados.
- Em qualquer sex shop do planeta existem diversos modelos de palmatórias, chicotes, algemas e itens que causam uma pequena dor durante o sexo.
Sendo assim, explique: porque VOCÊ tem receio em usar a dor como um tempero nas suas transas?
Caso você saiba usar bem a dor como um elemento de dominação sexual, então parabéns. Pode pular a leitura desse texto, ou deixar um comentário ensinando a gente como é que se faz.
Esse post é dedicado (hmmm) para:
- o sujeito bonzinho que foi educado pela vovó e pelos filmes da Disney e que acha errado meter um belo tapa na bunda da mulher durante a foda (desculpem, eu quis dizer “enquanto faz amor”);
- o cara que SABE que se o tapa for bem dado vai ser uma ótima idéia, mas que na hora de descer a mão acaba fraquejando e dá um tapinha de raspão bem ESQUISITO, desses que não mataria nem mosquito;
- o puritano que está lendo tudo até agora e ficando mais e mais indignado a cada parágrafo.
Para todos vocês: Caras, a verdade já foi dita pelo meu colega de PapodeHomem Gustavo Gitti no polêmico texto “Tapa na cara: por que muitas mulheres gostam?¨ , pelo Daniel Rose no Sex God Method e tantos outros gurus por aí. O tapa, bem dado, pode ser altamente excitante para a mulher.
Muita calma nessa hora.
Da mesma forma, um tapa mal dado pode ser broxante ou até dar cadeia (xadrez, prisão, xilindró ou cana – que isso fique bem claro).
Imagino que quem está lendo essa série especial de textos sobre o Método do Deus do Sexo faz parte da categoria daqueles que desejam melhorar a qualidade do desempenho sexual, e usar a dor como um amplificador de prazer.
Existem duas grandes forças envolvidas nesse caso:
1. Dor exagerada retira a mulher do estado de imersão
2. Dor controlada coloca a mulher em estado psicológico de dominação
Como um efeito secundário, a dor também pode adicionar o elemento de Variedade. E por isso os casais que já estão juntos faz muito tempo e em uma certa monotonia podem ter um grande tesão ao usar esse elemento: eles já compartilham bastante imersão e intimidade, mas precisam de variações e de dominância.
Usando dor na transa sem virar sadomaso: Menina má merece tapa de castigo
Essa é uma técnica simples e divertida. Aproveite alguma situação boba em que ela faça algo sem querer, como deixar a torneira mal fechada, ou não se lembrar de algo combinado… qualquer pretexto serve. Olhe para ela com uma cara bem séria e diga “menina malvada… merece castigo”. Disso para brincar de briguinha é dois palitos.
Segure os punhos dela com firmeza atrás das costas, colocando a barriga dela apoiada em sua coxa e abaixe as calças/saia dela. Crie uma tensão de dois segundos na expectativa, uma antecipação.
No primeiro tapa, não vacile: dê um tapa de mão cheia. Já que é para brincar, faça bem feito. Dar um tapinha fingido meia boca acaba com toda a graça. Certamente ela vai reclamar, mas você mantém a consistência da coisa e mete mais tapas, agora numa intensidade mais fraca, pois o primeiro já deve ter sido suficiente pra deixar um vermelhão.
Ao dar os tapas, fique de olho na proximidade entre os dedos e na curvatura da mão. Dependendo da bunda dela e do formato de concha que sua palma fizer, haverá um barulho mais alto ou mais abafado. Seu objetivo não é bater figurinha, e sim deixar o tapa fazer bastante barulho, que aumenta a intensidade psicológica da coisa.
Seja criativo e fale putarias diversas nesse momento. Temas ligados ao “menina má” funcionam muito bem, pois contextualizam a situação dentro de uma dominação de disciplina, que são fantasias recorrentes da mente feminina. Outra fantasia poderosa é a do estupro revelada por Nancy Friday em “My Secret Garden – Women’s sexual fantasies”.
Outro jeito de não errar a mão na hora de meter os tapas é durante a foda. A posição de quatro é a mais fácil para isso, pois a bunda dela já está voltada para você, e é uma posição sexual que por si só já traz o contexto de dominação.
Ainda de quatro, puxe os cabelos dela, voltando o ouvido dela próximo de sua boca e sussurre palavrões, misturados a como ela te deixa louco de tesão. O Ciaran, que antigamente escrevia no fórum do RSD Nation, criou a técnica “shock and awe” baseada nessa noção de que a mulher é a culpada por deixar o homem doidão. Funciona bem, pois é um elogio para a mulher combinado com vulnerabilidade do homem.
Ah, na hora de puxar o cabelo, primeiro passe seus dedos entre os fios de cabelo dela, insinuando que você fará isso. Se ela não apavorar, então você segura com firmeza e puxa uma quantidade grande de cabelo ao mesmo tempo. Puxar apenas um tufo pequeno pode doer muito ou arrancar fios, e o cabelo é uma das partes que a vaidade feminina cuida com muito carinho. Algumas mulheres topam todas as brincadeiras na cama mas não querem de jeito algum que você faça algo que possa arrancar um implante de mega-hair ou qualquer outra surpresa que nós habitantes do mundo masculino desconhecemos.
Parte especial dedicada ao leitor-Joselito
Algumas coisas não precisam ser ditas, mas sempre tem Joselito que pode entender tudo errado. Mesmo com dominância, a dor exagerada ou desnecessária incomoda muito. Se você não tem a prática necessária, deixe as técnicas mais avançadas para depois.
Antes de pensar em usar chicotes, choques elétricos, pingar gotas de parafina quente com vela acesa, bondage ou mesmo tapa na cara, faça o básico: tapa na bunda. Como as nádegas têm bastante músculo e gordura, as chances de algo dar errado são pequenas.
Dominação: o primeiro princípio do Sex God Method
Usando a Dominação como um elemento para o sexo de qualidade
Quando eu comecei a estudar mais sobre sexualidade para saber quais eram os componentes de um sexo realmente bom, eu fiquei chocado ao ler tantas referências sobre dominação.
Dar tapa na cara, chamar de putinha e a forçar a chupar, segurando-a pelos cabelos…. esses conceitos eram exatamente o oposto do modelo idealizado que eu tinha na adolescência sobre como tratar uma mulher na cama.
Mas Daniel Rose, em The Sex God Method, deixa bastante claro que isso tudo faz parte da dominação, um elemento fundamental que não pode ser desprezado entre quatro paredes.
Quais são os estereótipos com características dominantes? Atletas, militares, homens de poder, bandidos, rebeldes e perigosos. Vamos explicar um pouco mais neste artigo como qualquer um pode desenvolver essas características.
Antes, vale dizer que mesmo as mulheres que não admitem que sentem atração por homens dominantes respondem positivamente às técnicas descritas aqui. Algumas racionalizam ou são tímidas demais para pedir para serem dominadas, mas quando estão diante do homem dominador, elas certamente terão uma noite inesquecível.
Guia de implementação
Treine musculação na academia. É possível queimar gordura e principalmente adquirir músculo com um treino consistente de médio prazo. Além de ser saudável, estar em forma vai melhorar sua performance sexual e logo de imediato facilitar a dominação pela sua simples aparência física.
Veja porém que a aparência é um mero detalhe. Daniel Rose diz que o corpo conta como 5% do que você realmente precisa para a dominância. Mesmo um franzino magrelo pode ser dominante se tiver a correta mentalidade.
Aqui é onde está a grande dificuldade para muitos, como era o meu caso na época de adolescente. Sempre influenciado por filmes românticos de Hollywood e da Disney, além de conselhos furados de amigas, eu criei um modelo de mundo no qual a dominância era algo errado.
Por anos, isso me dificultou muito em por exemplo dar um tapa na bunda da mulher na hora do sexo. E estou falando daquele tapa bem dado. Em algumas ocasiões, eu arriscava um tapinha contido, o que é bem broxante. Pense bem: se a bunda é a parte mais propícia para o tapa (pela composição muscular e adiposa), eu poderia bater muito mais forte sem que isso machucasse a minha parceira. Mas havia um bloqueio mental que me impedia de fazer o que era o correto.
Estou contando essa história meio embaraçosa para deixar claro que é importante uma mentalidade específica ao usar o elemento da dominância. Não basta memorizar alguns truques e achar que isso vai servir. Daniel Rose é enfático ao dizer que como homens somos naturalmente dominantes e como mulheres elas são submissas na cama (já estou me preparando para os comentários furiosos das feministas…)
Segue a tradução livre de um trecho do livro:
¨Todas as mulheres sexualmente saudáveis querem sexo dominante; algumas vezes elas querem ser tratadas como um pedaço de carne no quarto, ser violadas e usadas como uma puta. Elas querem que você rasgue suas roupas apesar de suas objeções, que você fale putaria ao pé do ouvido e se sentirem indefesas conforme você as faz gozar mais e mais. Não há nada de errado com isso: na verdade, isso é algo natural e bonito.¨
Para isso, seja sempre aquele quem lidera a interação na cama. Nunca peça por sexo ou qualquer coisa sexual. Mande ela chupar seu pau e segure os cabelos dela, puxando a cabeça na direção do seu pinto. A pior coisa é um ¨Amorzinho, me faz um boquetinho?¨ A mesma coisa vale para comê-la de quatro: jogue-a na cama, com o rosto no travesseiro e empine a bunda dela para ser comida.
(no próximo texto, continuaremos falando da dominação e seus usos mais específicos, como dar tapas e falar putaria na cama)


