Sete coisas que as mulheres ODEIAM nos homens na hora do sexo

August 9, 2009 by victor  
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As mulheres dizem aí que nós não estamos conseguindo dar conta do recado. Quantos dos seguintes erros você comete com as mulheres?

7. Não saber o que fazer após a transa

Esse fica em último lugar no top 7, pois cada vez mais a gente tem aprendido que transar e virar de lado pra dormir acaba espantando as parceiras de melhor qualidade. Não é isso o que elas procuram.

Mas algumas vezes esquecemos que o momento do sexo é mágico e único. Nele, tudo vale e é normal e esperado que em algumas situações o casal brinque com a fantasia da mulher puta. Dizer palavrões e trocar tapas tem sentido desde que o princípio do “dama na mesa, puta na cama” seja respeitado.

Após o sexo, saiba tratar sua mulher com carinho. Tenha uma jarra de água fresca por perto, faça uma massagem, ensinando a ela alguns pontos de maior relaxamento para que ela possa também fazer em você. Não se transformem num casal enfurnado no quarto que transa o tempo todo: saia para fazer algo interessante pela cidade. O princípio da variedade do Daniel Rose cai muito bem aqui.

6. O pau amolece muito rápido e o homem não mantém ereção depois de gozar

Muita gente aqui pensa: uai, lógico! Bem, para 99% da população masculina, depois de gozar o amigão lá embaixo precisa de descanso – que pode ser de alguns minutos para adolescentes ou até um dia (ou mais) para quem está em idade mais avançada.

Solução:

Não vou entrar em detalhes muito complicados aqui, como o orgasmo múltiplo masculino. Fica para um texto futuro. O que vou comentar é algo muito usado por todos os homens: pensar em política, economia, na avó pelada, no bigode do Sarney e outras coisas que nos impeçam de gozar.

Eu tenho um amigo que usa a técnica do “pato patati patacolá”: enquanto transa, fica cantando mentalmente a música “lá vem o pato patati patacolá… lá vem o pato para ver o que que há…” E diz que funciona bem! Haha.

Grant Adams diz que o problema dessas técnicas é que elas nos afastam do momento presente e de nossa comunhão íntima com a parceira sexual. E em algum nível, consciente ou não, ela notará que você não estava presente de corpo e alma durante a transa, resultando em um sexo de intensidade emocional menor.

O que Grant Adams recomenda é focalizar na delícia que vai além do corpo dela, prestando atenção na pessoa dentro daquele corpo e o prazer que vocês estão trocando. Essa sublimação ajuda a sair do foco do tesão físico, postergando o momento do clímax sem ter que pensar em barbas e bigodes de políticos.

Para quem tem ejaculação precoce existem exercícios mais específicos – veja o que o Dr. Love escreveu sobre o assunto.

5. Homens não sabem criar tesão só com palavras

Homens se apaixonam pelos olhos. As mulheres se apaixonam pelos ouvidos. E não é a toa que os maiores comedores do mundo foram Casanova e Sartre, caras feios de dar dó, mas muito talentosos com sua comunicação.

Saiba variar, usando o princípio do “dama na mesa, puta na cama”.

Soluções:

Use as técnicas de dirty talk do Daniel Rose.

Saiba antecipar o que vai dizer: se durante as preliminares você captou que alguma fantasia ou expressão a deixou bastante excitada, é nessa tecla que você vai apertar durante o momento mais intenso do sexo. Existem dois motivos para isso.

Em primeiro lugar, você está explorando uma fantasia sexual dela. Que já é ponto para você. Mas acima de tudo isso significa que você está a ouvindo com atenção ao trazer de volta as palavras, expressões e fantasias que mais a excitam. Essa atenção e escuta ativa amplificam muito a intimidade mútua e a intensidade da sua conexão sexual.

4. Homens não sabem dar orgasmos poderosos às mulheres repetidamente

Se você é um cara exigente, provavelmente quer aquela mulher especial, aquela mulher que é “uma entre mil”.

Para isso, você tem que ser também aquele homem que é o “um entre mil”. E todos sabemos que a sexualidade feminina é uma coisa tão complexa que dá pra escrever um livro só sobre o tema de orgasmos femininos.

Por isso estou preparando um método de fácil compreensão e com exercícios práticos, usando como referências o material do David Shade, David Deida, Steve Piccus, Daniel Rose e outras surpresas.

Quando ficar pronto, pretendo enviar um arquivo em PDF para quem estiver cadastrado na lista From Victor With Love – Diário. Basta ir pro topo da tela, no canto direito e preencher seu nome e email. Se quiser, deixe também uma pergunta que eu posso responder aqui no blog.

3. Homens não sabem cruzar a fronteira entre o encontro casual e o primeiro beijo

Sabe o famoso “Posso te beijar?” NUNCA faça essa pergunta!!!! (sim, merece quatro pontos de exclamação)

Eu sempre tive muitas amizades com meninas desde a época de colégio. Para fazer uma confissão aqui, eu era do tipo franzino, desses que gostava de passar a hora do intervalo com meninas do que com os moleques jogando bola. Existe uma explicação psicológica para esse comportamento, mas fica para outro texto.

O que quero contar é que, desde minha pré-adolescência, eu sempre soube que essa é a pergunta mais idiota que um ser humano de par de cromossomos XY pode fazer a um ser humano de cromossomos duplo xis.

Em todos os círculos sociais, desde as meninas mais comportadas até as mais libertinas, sempre havia alguma hora que elas contavam para toda a rodinha que haviam saido com algum fulano, que em certo momento perguntou se podia as beijar. E que elas brocharam totalmente, óbvio. E todos da rodinha comentavam “Que cara burro – beijo se dá, não se pede!”

E eu guardei essas histórias comigo. Nunca tinha entendido muito bem, pois na minha lógica masculina fazia muito sentido pedir autorização. Somente depois de muitos anos é que entendi que o maior erro que um homem pode cometer é entregar seu poder à mulher.

Solução:

Caso você ache que vale a pena dar uma calibrada e anunciar o seu beijo, ao invés de perguntar se pode beijar, olhe para os olhos dela, acaricie seu cabelo e, muito lentamente e com uma voz intensa e profunda, diga algo como “você é linda demais, eu preciso te beijar” ou “não consigo mais me controlar, vou te beijar agora”.

2. Homens não conseguem ler os sinais femininos

Essa é tão comum que virou motivo pro Freud se perguntar: o que querem, afinal, as mulheres?

O fato é que tem coisas que ninguém quer verbalizar. Veja: Já aconteceu com você de beijar uma menina que tinha a língua dura? Não é uma merda? São poucos os homens que têm a ginga de dizer pra menina que o beijo não está bom e ensinar como é que faz.

Geralmente, a gente fica com ela por alguns minutos e desaparece.

É exatamente isso o que as meninas fazem com caras que beijam e transam mal. Primeiro, elas mandam alguns sinais de que a coisa não está boa. Se você não sacou, babau – game over e não tem ficha de continue.

Solução:

Grant Adams entende que ao invés de quebrar a cabeça tentando enxergar os sinais malucos que as mulheres pensam estar dando, é melhor que o homem seja proativo e crie as situações que permitam que elas compartilhem seus desejos profundos conosco.

Como tudo ligado à comunicação, o rapport é essencial: sem a confiança, ela não dirá nada. Primeiro trabalhe nesta parte. Todos os grandes experts em relacionamentos e sexo reforçam a necessidade da confiança mútua para o sexo de qualidade.

Criando a confiança através de intimidade e você se abrir primeiro (regra you go first da programação neurolinguística), a mulher poderá se sentir mais à vontade para lhe dizer o que sente e o que deseja.

1. Confiança sexual

Chegamos ao top 1. Muitos de nós somos bonzinhos demais. E todo mundo sabe que o bonzinho fica em casa batendo punheta enquanto o canalha está bem acompanhado por mais de uma mulher – ninguém disse que a vida na Terra seria justa a todos.

Outro perfil de homem que não tem suficiente confiança sexual é o que pensa demais. Pensa em tudo, inclusive em sexo. A ponto de quando ele está no meio da transa, fica pensando em como vai contar pros amigos depois, pensando no tamanho e dureza dos peitos da menina, pensando na melhor posição que a agrade… pensa tanto que acaba se desconectando do presente.

Para ambos esses perfis, falta confiança sexual. Algumas vezes, o cidadão tem uma crença de que sua barriga está broxante. Nos movimentos sutis de sua linguagem corporal e na conversa essa falta de confiança é revelada – e a menina que antes podia achar o cara interessante acaba pulando fora, pois ele é o principal agente de estabelecer a crença de que ele não é atraente.

Vamos ver o que fazer?

Soluções:

Primeiro, comece a se educar. A base da confiança é a competência. E para competência, precisamos de conhecimento. Aprenda sempre.

Entre os materiais de desenvolvimento pessoal de fácil acesso na net, recomendo o blog do Gustavo Gitti e a coluna do Dr. Love.

Aqui no From Victor With Love – Diário, a página central para os materiais de sexo está centralizada em http://fromvictorwithlove.com/diario/sexo/

A segunda dica é começar seu desenvolvimento mental e espiritual para aumentar seu nível de presença e imersão. Calma: nada muito exótico. Ninguém precisa de acender incenso e ruminar ohmmmmm na posição de lótus. Vou explicar.

Imersão, de modo simples, é aquela bolha de amor entre você e a sua mulher. Nada mais existe, nada mais importa. Você não está pensando no timão, nas contas a pagar, e nem mesmo pensando se ela vai gozar ou não. Quando temos imersão e presença, as histórias e filmes mentais de ex-namoradas e traumas do passado não existem.

Nós homens temos algo em comum: gostamos de construir coisas. De acumular. De passar de nível no videogame. De crescer.

Porém existem horas que a solução dos problemas não está em adquirir mais e mais. A solução é o contrário: eliminar o LIXO que temos dentro de nós. As crenças limitadoras que foram enfiadas pra dentro por causa de filmes românticos e irreais de Hollywood, de novelas da Globo, traumas familiares de infância e relacionamentos anteriores que não deram certo.

A melhor forma de jogar fora essa tralha do passado é viver o momento presente. Se você ainda não tem, recomendo muito comprar o livro Praticando o Poder do Agora do Eckhart Tolle. Use esse link do Submarino – a entrega é rápida e como o link é afiliado eu recebo uma pequena comissão que me ajuda a manter o Diário atualizado.

Hora do Sexo: Falando putaria, sacanagens e palavrão durante a transa

May 28, 2009 by victor  
Filed under essencial, Sexo

Você sabe o que dizer enquanto transa? Ou durante a foda fica quieto ou solta frases péssimas? Para quem gosta de fazer amor romântico, rola de chamar sua amada de “minha putinha”?

Pesquisas feitas nas revistas “Nova” da vida indicam uma quantidade ENORME de caras que pisam no tomate na hora do sexo, no quesito verbal.

Será que você é um dos tipos abaixo?

  1. Entra mudo e sai calado desde a hora de colocar a camisinha até a hora de gozar
  2. Transa igual um urso gago: ohhhrrr hoorrhhhh… huuurrrrr… hmmmm…
  3. Solta frases chavão como “deixa eu enfiar gostoso na sua bucetinha”, “sua gostosa”, “vai, assim, que delícia”
  4. Solta pérolas no estilo Wando-cheirador-de-calcinha que no dia seguinte viram motivo de chacota quando ela conta para as amigas as merdas cafonas que você falou
  5. Fala putarias meio baixinho, rápido e afobado ou com um tom de voz de incerteza e vergonha, ou simplesmente não dá para entender picas do que você está falando

Se for qualquer um dos cinco casos acima, vale a pena repensar um pouco e usar boas técnicas para deixar a transa melhor.

Xingar, falar palavrão, perversões e teatrinhos são parte do dirty talk que rola na cama quando o casal está bastante empolgado. Assim como todas as demais técnicas, a variedade é um elemento que faz toda a diferença. Sempre falar a mesma putaria, ou sempre fazer o mesmo urro do urso cavernoso gera monotonia.

O homem que domina a linguagem verbal na cama consegue despertar efeitos psicológicos que melhoram o sexo.

Onde tudo começa: tom de voz

Trabalhe seu tom de voz, que deve ser dominante, profundo, com timbre grave, controlado.

É a voz do hipnotista poderoso, do mafioso líder da gangue, ou um imperador maquiavélico. São arquétipos que representam a masculinidade em seu extremo de ir diretamente ao que deseja, sem hesitar ou pedir permissão para ninguém.

Subcomunique confiança, calma, emoção profunda e controlada.

Como para quem não tem prática pode ser difícil de ter todas as características dessa voz no meio da metelança mais forte, você pode ir praticando quando estiver iniciando a penetração, falando baixo e bem próximo do ouvido dela. É mais fácil manter o tom grave de voz quando se sussurra.

No livro Sex God Method, Daniel Rose aborda esse tópico e sugere algumas expressões para adicionar na putaria a ser dita:

- que ela é uma menininha levada
- que a bucetinha dela está molhada
- que é gostoso meter nela

Essas três idéias são bastante simples e seguras. A partir daí podemos escalar e deixar a conversa ainda mais suja, colocando xingamentos e elementos de dominação.

Daniel Rose ainda diz que a mulher tem um potencial de desejo bastante reprimido pois a sociedade cria uma pressão repressora que em geral não recebe bem a idéia de uma mulher publicamente exibir seus desejos sexuais. Por isso, ele recomenda dizer coisas dentro desse tema:

- que você sabe que ela fica o dia todo pensando em sexo
- que ela finge ser boa moça mas no fundo é uma putinha sem vergonha

Mais uma dica do Sex God Method é adicionar posse na linguagem. Ao invés de simplesmente a chamar de puta, dizer “minha putinha” invoca o elemento de dominação. Dizer que a buceta dela pertence a você, ou que ela está molhada para você também contextualiza o sexo da mesma forma.

Submissão e poder na cama: dois lados da mesma moeda

No texto anterior eu comentei sobre o Shock and Awe do Ciaran. O princípio psicológico dessa técnica pode ser usado dizendo coisas como “olha como você me deixa”, “eu não aguento, eu fico taradão por você”.

Nessas frases, a idéia é mostrar como a beleza e sensualidade transbordam da sua parceira e são irresistíveis. Que, mesmo tentando se controlar, você não resiste e acaba sucumbindo ao poder de sedução dela. Essa temática é clássica e poderosa, além de ser um enorme elogio à mulher.

Daniel Rose combina esse lado de vulnerabilidade masculina com o extremo oposto: as técnicas de poder. Além de ser excitante para a mulher saber que ela é irresistível, é igualmente (ou mais) delicioso ser controlada por um macho. Puxe a base do cabelo dela, e a encare de frente. Diga, no melhor estilo canalha, que ela é sua e que você vai comê-la todos os dias.

No Método do Deus do Sexo, Rose sugere brincar de “sim, meu mestre”. Por exemplo, ao mandar que ela goze como uma boa vagabunda, ela deve repetir “sim, mestre!” Eu dei muita risada quando li isso, e não faz muito o meu estilo. Usei algumas vezes com diferentes parceiras, e algumas acharam esquisito, enquanto outras adoraram. Então fica bastante ao critério pessoal de cada um.

Complementando o texto com um ótimo conselho que recebi de um colega meu, as putarias devem ser personalizadas. Não se deve sair falando qualquer absurdo para qualquer moça: isso resultará numa aplicação descalibrada aleatória. Algumas vão gostar e outras vão odiar.

É importante saber com quem você está lidando e saber dominar sua linguagem de modo a ativar os desejos e fantasias mais íntimos e pessoais. Aí não tem pra ninguém.