Entrevista: o que um deficiente visual quase cego tem a ensinar sobre determinação, carisma e sucesso com as mulheres
June 18, 2009 by victor
Filed under Conquista, Entrevistas, essencial
O entrevistado de hoje é o meu amigo Jeff, e ele é um cara muito especial. Fiz questão que ele fosse o primeiro dessa série de entrevistas com grandes conquistadores.
Eu conheço muita gente na comunidade de sedução brasileira – desde os caras mais bitolados que fazem microcalibragens a cada segundo até os pegadores de micareta mais naturais que nunca leram e vão morrer sem ler nenhum livro de sedução.
A diferença do Jeff para todos os outros é que ele tem um diferencial. Ele é quase cego.
Um amigo nosso em comum certa vez brincou, com todo o respeito, dizendo que o Jeff era o Mister Magoo da turma… será?
O meu respeito por esse cara é enorme por ele ter assumido o controle sobre o próprio destino e superado muitas limitações. Veja na íntegra o conteúdo da entrevista:
VICTOR: Jeff, ao saber da sua história, meu respeito por você aumentou ainda mais. Fiquei espantado pois nunca imaginava que você tinha quase zero de visão.
JEFF: Obrigado Victor.
VICTOR: Por favor, conte para a gente qual foi o pior momento da sua vida amorosa. Que dificuldades você tinha, que tipo de frustrações e erros eram comuns e limitavam a sua realidade?
JEFF: O problema era eu mesmo. Em outras palavras, minhas crenças eram que por causa da minha deficiência nunca uma mulher ia querer ficar comigo.
VICTOR: Mas essa sua crença se mostrou verdadeira? Conte uma história da sua infância para nós.
JEFF: Nos meus 12 anos, fiquei a fim de uma garota, (nunca tinha saído com ninguém), por pilha dos amigos, (chega nela, chega nela!), acabei chegando e pedi pra ficar com ela.
VICTOR: Puuutz… já tou imaginando a história… que rolou?
JEFF: Rolou exatamente o que você está imaginando. A resposta dela foi: – Eu? Ficar com um cego? Tá doido!?!
VICTOR: Que filhadap*. E aí, você com doze anos… como encarou esse toco violento?
JEFF: Bem, Victor… isso só piorou a crença, né. Bom, apesar de tudo eu abafei o caso, e peguei minha primeira mulher, ou seja, meu primeiro beijo com 13 anos, um ano depois.
VICTOR: Caraca! Melhor que muito moleque por aí! Como foi isso?
JEFF: Ah, eu tinha boa conversa… além disso, o fato de eu viver normalmente apesar da deficiencia despertava curiosidade. Veja: eu trabalhava, estudava, brincava na rua…
Assim, eu pegava uma ou outra mulher por aí. Mas…
VICTOR: …mas…?
JEFF: … mas, no fundo no fundo, eu não me achava merecedor. Deixei de pegar muita mulher, e elas se tornavam eram minhas amigas. O lance da falta de merecimento não me deixava perceber os sinais de interesse.
VICTOR: Ih Jeff! Minha história é bem por aí também! Olha, vou até uma hora escrever um texto sobre merecimento, que é provavelmente o ponto que atrasa a vida de muito homem por aí. (p.s. Leitores: ajudem a me lembrar se eu demorar para soltar esse texto)
Mas Jeff, diz aí: o que foi que você fez para se livrar desse problema de falta de senso de merecimento?
JEFF: Olha Victor, fui melhorando mesmo foi com o decorrer dos anos e a maturidade. Acho que era coisa de criança mesmo.
Alem disso, descobri que a deficiência mais ajuda que atrapalha.
VICTOR: Hein? Como assim?
JEFF: É isso mesmo. Saber superar a deficiência é um sinal de força interna que causa admiração. E que pode ser usada com um ótimo assunto de conversa.
Enfim, quando mudei minha postura diante daquilo que não vai mudar é que tudo se transformou.
Minha deficiencia não tem cura. Então, o lance foi aceitar pra superar.
VICTOR: Fantástico! Jeff, nas nossas conversas você já notou que eu sou um cara que está sempre lendo e aprendendo coisa nova. E o que você acabou de dizer veio de encontro a uma mensagem que ouvi de um mentor importante. Em resumo, a preocupação é improdutiva quando estamos pensando em algo que está além de nosso controle.
Tipo, se estou preocupado sobre o meu planejamento estratégico de um empreendimento, então minha preocupação é útil a partir do momento que me motiva a agir fazendo revisões no plano, obtendo seguro, pagando impostos, contratando bons empregados.
Agora, se eu me preocupo sobre se vai fazer sol amanhã, estou desperdiçando energia de concentração e meu tempo.
E o que você acabou de dizer tem tudo a ver com esse conceito. Se é algo que não tem como reverter, bola para frente. É fácil falar da boca pra fora. Por isso eu tenho respeito por você, como um cara que efetivamente superou e é um exemplo para nós.
Me diz agora: o senso de merecimento (que o pessoal chama de “inner game”) sozinho foi suficiente para começar a chover mulher na sua horta?
JEFF: Mais ou menos, Victor. Trabalhar o jogo interno foi uma parte do processo. Pois apesar estar mais confiante, eu ainda não tinha o conhecimento necessário para notar os sinais de interesse. E também tinha que remodelar a crença de que a deficiência me limitava. E isso só aconteceu depois da PU.
VICTOR: Deixa eu só explicar aqui pros leitores que não sabem o que é PU. O Jeff está se referindo a “Pick Up”, que é o termo em inglês pra pegação e é uma sigla usada pela comunidade de sedução.
Jeff, deixa eu te fazer outra pergunta. Para quem hoje se encontra com dificuldades semelhantes às suas no começo, que dicas você daria? O que especificamente alguém poderia fazer hoje de diferente baseado em sua recomendação e experiência?
JEFF: Saber que tudo é possível, que o mundo te vê como você se vê, então se o mundo não te responde 100%, tenha certeza que a desordem está no seu interior.
Falar é fácil, é verdade, executar dá muito mais trabalho, mas a reconpensa de ser responsável por você, por sua vida, por suas coisas, isso definitivamente não tem preço!
VICTOR: PQP, fiquei de cara. Atenção, leitores: façam um favor a vocês mesmos. Imprimam essa entrevista, recortem os dois parágrafos acima do Jeff e carreguem na sua carteira por pelo menos um mês. Sério.
Acho que a idéia de que existe desordem no nosso próprio interior se o mundo não responde 100% é uma das noções mais importantes no tema de assumir responsabilidade sobre a vida que nós temos. Que é outro tema importante a abordar aqui. Fica anotado.
Bom, já está na hora de finalizar a entrevista. Falamos bastante de inner game e ninguém melhor do que você, que realmente viveu na própria pele a necessidade de se remodelar, para nos dar dicas.
Mas deixa eu perguntar algo mais técnico. Quando você me contou um pouco da forma como faz suas interações, você mencionou o RAP (relaxar, assumir rapport e persistir). Pode explicar com suas próprias palavras o que seria isso, e como os leitores podem usar esse método?
JEFF: Com certeza. É simples. Eis o método RAP.
R=Relaxar, ou seja, se sentir a vontade consigo mesmo.
No meu caso específico, me sentir a vontade com meu diferencial, com minhas crenças, com minha cultura, liderar, cuidar da minha vibe.
A= Assumir raporte, partir do pre-suposto que ja conheço a mulher faz anos, e todas as outras ferramentas que a PNL diz sobre o raporte. Pra mim é fácil, pois sempre fui mestre no raporte. Minha dificuldade era com a atração.
P= Persistir. Ter a certeza que ela está afim, (isso você pode detectar pelos sinais de interesse), e não desistir na primeira, ter jogo de cintura pra saber avançar e recuar.
Como diz Nessahan Alita, “se você não tem jogo de cintura, jogue sua cabeça em um vaso sanitário, ou corte seu pinto.”
VICTOR: Hahaha! Esse Nessahan é uma figura sem igual! Taí, outra nota mental para num dia desses colocarmos um texto só sobre o material dele ou o convidar para uma entrevista, que seria um prazer tão grande como ter recebido você aqui no From Victor With Love Diário, Jeff!
Esse Jeff tá mais pra Demolidor do que pra Mr. Magoo
Em nome de todos os leitores espalhados pelo Brasil e os nossos mochileiros fazendo balada nos navios da Escandinávia, celebrando o dia das loiras e expatriados que estão levantando grana em Londres, Barcelona e outros centros europeus… MUITO OBRIGADO!
JEFF: Que isso, Victor! Adorei poder colaborar. Na verdade, na minha vida me vejo assim, um abridor de portas para outros, deficientes ou não.
VICTOR: Esse cara é foda. Espero contar com sua presença mais vezes, Jeff.
Aí leitores: quem quiser fazer perguntas ao Jeff ou dar um parabéns ao cara é só deixar um comentário aqui na página. Se tiverem sugestões para futuras entrevistas, me avisem também que assim vcs ajudam a todos nós.
Mulheres suecas e finlandesas fazendo balada no navio com muita vodka é no Viking Line
Atenção: esta página contém todos os vídeos do love boat da Viking Line que encontrei. Cuidado ao abrir!

Se você é brasileiro, mochileiro, é chegado em mulher (vulgo heterossexual mulherengo), ainda solteiro e tem planos de ir a Estocolmo, Helsinki ou Tallinn, é obrigatório saber do que se trata algo maravilhoso chamado “Viking Line“, onde as loiras suecas e dinamarquesas piram o cabeção com muita vodka, sol, bikinis e balada no navio.
Imagina participar de uma boat cruise no meio do mar escandinavo com loirinhas como as do vídeo dando beijinho selinho e preparadas para causar muito…
Olha mais duas loirinhas dentro da cabine se preparando para dar boas vindas aos mochileiros brasileiros
Se você não está entendendo nada, primeiro leia meu artigo preparado com exclusividade para a Papo de Homem Lifestyle Magazine.
Dois brothers de BH acabaram lendo o artigo e se animaram para programar a viagem. Trocamos idéia recentemente e aqui seguem as informações complementares que não estão na PapodeHomem. Aliás, que não estão em lugar nenhum: nem a Lonely Planet, nem os fóruns de viagens discutem esse assunto abertamente.
1. De Helsinki para Estocolmo… ou de Estocolmo para Helsinki?
A informação que o pessoal da Viking Line passou foi que o único Love Boat é o que sai de Stockholm e vai para Mariehamn. Essa informação não procede, pois eu peguei a balsa Stockholm-Helsinki em 2008 e foi uma maravilha! Tenho também amigos brasileiros que fizeram o mesmo roteiro em 2006 e curtiram muito o love boat.
Os barcos preferidos da moçada são o Viking Line Cinderella, Silja Galaxy e Birka Paradise. O Talink também é uma opção, mas vai só para a Letônia.
O interior de uma cabine para quatro pessoas. Dá pra fazer um bom estrago.
A informação oficial v. a realidade.
Quem olha as informações oficiais da empresa, vai notar que a Viking Line proibe o consumo de bebidas e cigarro dentro das cabines. E que é proibido tocar música. Arran. Parece aquela coisa do código de trânsito que proibe pedestre de atravessar fora da faixa…
Outra proibição que não é respeitada é o consumo de bebidas compradas no Duty Free que tem dentro do barco. As bebidas têm um imposto enorme nos países escandinavos, e tudo é caro demais. Por isso tem algumas figuras que vão para o barco apenas para encher a cara e o porta-malas do carro com dezenas de garrafas de Absolut, Smirnoff, Wyborowa, Stolichnaya e todo tipo de vodka existente. Alguns Finlandeses também vão até Tallinn, na Estônia, só com essa finalidade, por causa da diferença de preços. Mas pode tomar tranquilão a sua bebida comprada no Duty Free que não tem stress.
Realmente, aqui é onde as coisas emperram. Se você acertar em cheio estará rapidamente bem entrosado com as suecas locais fazendo festinha com muita birita dentro da cabine do Cinderella:
Se liga nesse tiozinho gordão agarrando a loirinha bêbada no corredor do navio (acho que é o Gabriella, que vai de Estocolmo para Helsinki)
Depois de você fizer amizade colorida com uma loirinha sueca na balsa, tem que cuidar dela principalmente se ela tiver tomado umas a mais… no começo do vídeo parece que ela está pagando um boquete no banheiro da cabine, mas ela está é se segurando pra não cair no chão de tão mamada de vodka…
Mais uma festinha entre amigos escandinavos dentro da cabine da Viking Line.
Repare que se você cair de paraquedas no loveboat vai ter dificuldade em se entrosar com os grupinhos mais fechados. Por isso, é muito importante logo no começo da viagem já se instalar (perca o mínimo possível de tempo para achar a sua cabine e largar as mochilas lá dentro). Vá direto para o restaurante, pegue uma cerveja e uns petiscos e comece a puxar papo com todo mundo.
É no começo, quando ainda está todo mundo reconhecendo o ambiente, que as interações são mais propícias. Fazer uma boa impressão logo no começo é a garantia de entrar dentro dos círculos sociais existentes. Claro que se você tiver feito amizade com locais na própria cidade de Helsinki ou Estocolmo e eles te acompanharem no “kryssning”, é ainda melhor!
Suecos e finlandeses e alguns russos tomando um solzinho
Seguinte: não perca tempo. Assim que o barco sair do porto, arrume umas biritas, vá tomar um sol no deck pois o verão para os escandinavos é algo muito especial. É a época em que todo mundo fica feliz, e comemora o Midsummer, que é a época de amor, flores e celebração.
Veja uns turistas malandrões xavecando as suecas
Nesse vídeo dá para ver como é o clima: qualquer pessoa que você aborda sabe que o clima é de diversão. É só ficar andando pelo navio com uma câmera, falar umas baboseiras, pedir para elas fazerem umas poses bobas e dizerem algo engraçado para você filmar, e bum – você está já engatilhado numa ótima interação. Daí pra frente é só falar que é brasileiro e as convidar pra ir olhar as fotos do Brasil que você esqueceu dentro da mochila… que está dentro da cabine. Como diria o Pelé: “Entende?”
De modo geral, os suecos, dinamarqueses, noruegueses e finlandeses são muito educados: entre eles, sempre conversam no idioma local. Mas quando você está na roda e foi aceito como amigo, eles conversam em inglês para que você não se sinta excluído.
Outro point de zoação é o karaokê. Ninguém se leva a sério, pode ir sem medo.
A pista de dança. Essa é bem maior da que eu vi – alguém sabe o nome desse navio?
Até o Tiesto já tocou na balada do Viking Line.
Alex Gaudino nas pickups
O que você tem que prestar atenção ao planejar a viagem é se informar com a moçada descolada local e descobrir quando é que vai rolar algum EVENTO legal no navio. O evento pode ser desde um um DJ famosão tocando, como o Tiesto, ou uma festona dos estudantes de intercâmbio universitário do sistema Erasmus, ou uma “singles cruise”. Pegar um barco onde tá rolando um desses eventos especiais é jackpot.
Esse é um navio com a turma da Erasmus
O lado negro: boatfuckers, bêbados toscos, losers babacas e Convenção das Bruxas
Nem tudo são flores. Como é repetido exaustivamente durante as crises econômicas, oportunidade e risco caminham juntos.
Se você tiver azar ou não planejar direito, pode ter como companhia gente assim:
Bêbados toscos precisando de um pouco de noção estética e social
Babacas que não pegaram ninguém e começam a fazer merda
Outro tipo de figurinha carimbada nos love boats da Viking Line é o homem solteiro jovem e loser. Esse tipo não tem a manha de chegar em nenhuma mulher, fica o dia inteiro batendo punheta, enche a cara e quando fica bêbado começa a fazer merda, como entupir o vaso sanitário com papel higiênico, vomitar pelos corredores e cair pelado no chão.
Felizmente o povo escandinavo é bastante pacífico e eu nunca vi nenhum deles querendo arrumar briga a toa, como aconteceria em certas baladas do Brasil. Bem, talvez eu tenha tido sorte… Enfim, o motivo de ficar longe desses caras é que eles criam uma aura negativa de 50 metros de raio. Todas as mulheres decentes se afastam desses sujeitos e eles queimam demais o filme.
Como você é turista, tem chances grandes de eles cismarem contigo e quererem se tornar seu melhor amigo. Te abraçando, alugando e falando bosta. Seja simpático, dê um sorriso e finja que você não fala inglês, nem sueco, nem francês, finlandês, português, nem nada. Daí eles desencanam e vão procurar outra pessoa para amolar. Se você responder a qualquer pergunta deles, não venha resmungar comigo se eles aparecerem do nada enquanto você está quase arrastando a sua sueca para a sua cabine e estragarem tudo.
Oportunidade e risco caminham juntos – será que vale a pena?
The unwelcome stripper: você não vai querer que um sueco entre na sua cabine bêbado e pelado. Mantenha distância e tranque a porta!
Boatfuckers: tatuados, barulhentos, agressivos, cabelo comprido e barba ruiva… seriam a versão moderna do viking? Não interessa – fato é que você não está interessado nesse tipo de companhia. Por isso, planeje direito!
Sei que é doloroso aos olhos, mas aqui vai MAIS UM vídeo dos boatfuckers para você entender bem quais são os riscos de entrar numa viagem do inferno.
O maior inimigo é você mesmo. Não encha a cara de modo algum, caso contrário você vai cair no chão e só acordar no dia seguinte, sem se lembrar de nada. Faça seu dinheiro valer!
Coletânea de clips e vídeos de suecas e finlandesas bêbadas causando no Viking Line
Engraçado que elas gostam de tomar esse gin da latinha azul… puta treco ruim!
Mais uma doidinha tomando o gin de latinha… e se preparando pra putaria
Alguém ajuda essa menina! E tira o copo da mão dela!
Mulherada causando no banheiro
Outra conversa de banheiro feminino – suecas loirinhas fumando um cigarrets, tomando breja Heineken. Parece que tá faltando homem aí pra dar uma animada nelas. Você encarava?
O guia da Suécia
Tenho recebido MUITA pergunta sobre a Suécia e todos os mitos relacionados.
Seriam as suecas difíceis de serem abordadas? Foi o que a Fabiana, dona da Comunidade do Orkut “Brasileiros em Estocolmo” disse lá no papodehomem, e ela tem muita autoridade no assunto, por morar na Suécia por oito anos e ter 11 de Europa. E ela está certa.
Para o brasileiro que não tem o game afiado, a chance de não pegar ninguém é grande. Está o Edward de prova – o coitado tá morando fora do Brasil e quase ficando virgem de novo, haha (zoeira hein Ed).
Desde que li o livro The Game – Penetrating the Secret Society of Pickup Artists do Neil Strauss, traduzido no Brasil para português pela Editora Best Seller com o título de O Jogo: A Bíblia da Sedução, descobri a comunidade da sedução.
E o The Game é apenas a ponta do iceberg. Desde ler o livro anos atrás, conheci o Neil em Londres, e me encontrei várias vezes no Brasil e na Europa com o Papa, Tyler, Jeffy e outros gurus do livro para trocar idéias. Fiz aulas com o Style (Neil Strauss) e com o David DeAngelo (Eben Pagan). Troquei idéias sobre a porn industry com o Hoobie. Falei ao telefone com o Lance Mason. Outro brother é o Zan Perrion, que me inspirou bastante e deu um apoio a criar esse blog. Enfim, fui atrás de todos os grandes mestres e montei meu método próprio.
No Brasil, existem diversas comunidades online onde se discutem assuntos de sedução em nível de detalhe profissional (existem empresas que dão workshops profissionais para isso). Das comunidades que eu participo, posso mencionar o ClubeAlpha e o PUABrasil. Existem muitas outras, e no nível internacional tem centenas de diferentes comunidades, estilos e empresas. Basta procurar por “seduction” no Google que você acha.
O resumo da história é que é possível sim descobrir a melhor maneira de se comunicar durante a viagem com mulheres que marcarão sua vida para sempre. Por alguns anos eu fui um “pua” (pick up artist, ou artista da sedução) que repetia literalmente o que eu aprendia em fóruns de internet, livros e vídeos. Hoje em dia eu já tenho meu estilo próprio e natural, e técnicas próprias para a cultura européia.
Após colocar muita coisa em prática, vendo o que funcionava melhor para mim… e conhecido mulheres especiais por toda a Europa, comecei a escrever um livro, mas é muita coisa para ser dita.
Para facilitar o processo, estou começando a escrever algumas idéias aqui no blog. E um dos projetos é um Guia da Suécia, onde vou divulgar dicas práticas para serem usadas e melhorar as interações, deixando todo mundo feliz.
Se você tem interesse em ser um dos primeiros a receber o material, cadastre-se na minha lista (sobe a tela, que tem um formulário no canto direito).
Abraço!
p.s. Esta página está em constante atualização, conforme eu vou adicionando mais conteúdo e vídeos. Para acompanhar, deixe um comentário na página e eu comento de volta quando houver alguma novidade boa.



