Revisando o conceito de Phone Close

22 April, 2011 por victor  
Classificado em Conquista

Vocês devem ter notado que eu voltei a escrever aqui no FVWL, mandei alguns emails recentemente pra quem faz parte da nossa Lista VIP e como resultado recebi um bilhão de respostas de volta.

Está impossível eu responder um por um e por isso vou escrever alguns blog posts aqui no FVWL-Diário, ok?

Aqui vai o email que recebi de um camarada de Goiânia (vou alterar alguns detalhes da história para preservar a identidade do amigo):

Victão, valeu demais pelas dicas que me ajudaram muito e eu tenho uma pergunta – se voce tiver tempo pra responder quando parar de viajar huahuahua: já pratico PUA faz mais de cinco meses e o phone close ficou mais fácil. Mas meu sticking point eh que eu muitas vezes ligo e a menina não atende. Tenho 23 anos e estou pegando os telefones em rave (curto psy). Acho que meu game está bem sólido, mas sempre dá pra melhorar. Eu evito beijar a mina na hora, pois acho que isso prejudica a chance de um day2. O que acha?

Fala meu brother – obrigado pela mensagem.

Sua história é um pouco parecida com a minha, com a diferença que eu recebia uns 10 números diferentes de telefone na balada… e depois não conseguia falar com nenhuma.

Quando as garotas atendiam, elas não se lembravam de quem eu era… ou, quando lembravam, contavam alguma história bizarra dizendo que não podiam falar.

Tinha uma que me falou que estava no trabalho (isso era 22:00) e eu perguntei o que era. Ela disse que trabalhava num laboratório e tinha que ficar olhando culturas de bactérias crescer no microscópio e que não podia falar. Cada uma…

Enfim, elas sempre diziam que me ligariam de volta, e nunca ligavam. Se eu ligasse mais uma vez, daí elas não atendiam…

Com o tempo, eu tinha um montão de telefone, nem lembrava mais direito quem era quem, e tinha que dolorosamente ir apagando os telefones um a um do meu celular.

O que eu só descobri muito mais tarde era que o que estava errado era o PROCESSO DE COLETA dos telefones.

Meu erro não era a forma de falar com elas na ligação. Era a forma tosca como eu pegava o número, trocando idéia por uns 4 ou 5 minutos apenas.

Por exemplo, tinha uma que era princessa-master. Estávamos saindo de um restaurante, e o carro dela estava chegando no valet. Eu tinha apenas alguns segundos. Na época, que eu era muito imaturo, eu fiz uma rotina (imaginar um número de 1 a 5 – geralmente é 3). Funcionou e ela ficou surpresa, perguntando como eu descobri.

Nisso, chegou o carro dela.

Eu disse que eu contaria depois, e peguei o telefone.

Cara, é óbvio que essa interação não ia dar em nada. Teve outras histórias semelhates, mas essa foi a pior de todas e resolvi ilustrar meu ponto: com uma interação fraca, não adianta pegar telefone, pois será um flake (a garota vai dar bolo).

Eu falo desse tipo de problema em mais detalhes no livro Números da Balada, que recomendo fortemente para quem já passou da fase de ficar travado ao conversar com garotas e tem como atual desafio converter os números de telefone em encontros reais.

Dica extra: se você ainda não está dominando todos os elementos de uma boa interação para coletar um número de telefone de qualidade, peça o email. É geralmente mais fácil que a garota pelo menos LEIA o que você tem a dizer do que OUVIR o que você tem a dizer.

Explico.

Hoje que eu já passei por todas as fases da “Comunidade de Sedução”, tenho muito conforto, intimidade e contato com várias garotas atraentes.

De vez em quando, vou com minha namorada para cafés ou bares só para descontrair. Várias amigas aparecem, geralmente todas solteiras.

E daí uma delas do nada recebe um telefonema. Ela deixa tocar um pouquinho, olha o telefone e faz uma cara de “Ai, esses homens não me deixam em paz”.

Daí ela atende na frente de todo mundo e mete um toco sem piedade no cara: “Oi… Zé, então, tou ocupada. Sair na sexta? Ah, não posso, já marquei de ir pra um aniversário (mentira). Qualquer coisa eu te ligo, tá? Beijo, tchau

O que essa garota ganhou com isso? É uma forma de status dentro do grupo dela mostrando como existem vários caras telefonando e ela dispensando um por um. E serve como assunto de conversa: “Ah, esse é o cara do teatro / da BMW / peito cabeludo / tatuagem de elefante / [qualquer elemento descritivo]“.

Mesmo que ela não atenda o telefone em público, o sentimento feel good que ela recebe ao ter um cara ligando (por mais que ela não tenha interesse) é parecido com o que nós, homens, geralmente temos quando pegamos o telefone de uma garota.

Por isso, não confie demais em números de telefone: explore outras opções como o email e somente essa rápida mudança pode facilitar muito.

Detalhe: caso vc esteja viajando pela Europa ou outra localidade, pegue o telefone, pois a garota pode demorar alguns dias pra abrir email. É uma das dicas que dou no Guia do Viajante Conquistador.

Outra coisa que notei no seu email é que “cinco meses” na Comunidade é, na minha opinião, muito pouco. Em geral, uma trajetória típica é ficar alguns meses lidando com a ansiedade de aproximação e ficar mais descontraído.

Depois, vem uma fase que a gente coleta um monte de telefone (inclusive de garotas que não estamos muito a fim) e com pouco resultado.

Por fim, você ganha mais traquejo, fala durante mais tempo, interações mais interessantes e fortes com menos garotas. E a taxa vai aumentando.

Não fique desesperado com o fato desses telefones hoje não estarem virando muito. Basta um pouco de paciência e de você começar agora a investir em fazer interações de melhor qualidade antes de pegar o número (no meio da rave) e sair fora.

Falando na rave, outro possível problema é vc ficar moscando ao redor da garota durante bastante tempo e pegar o telefone depois de uma interação breve. Como o espaço é grande, quando sentir que é momento de pegar o telefone, chame ela para dar umas voltas, conhecer seus amigos, os amigos dela, pegar bebidas, descansar quando a música ficar ruim. Só esse cuidado a mais ajuda a ponto de melhorar muito a interação.

Abraço!

Comentários

Comente usando sua conta Facebook:

O que você acha? Deixe seu comentário!
Ah, e se você quiser que a sua foto apareça no seu comentário, é só pegar um gravatar!