Direct & Indirect game. Seduzindo holandesas: jogo direto dá certo na Holanda?
Hoje recebi uma pergunta que é parecida com outras que já tinha recebido anteriormente, apenas mudando o país (no caso, Holanda):
“Tenho planos de ir à Holanda. O direct game dá certo por lá ? Outra coisa: gostaria muito de conhecer a Austrália… sei que não é Europa mas há algo que possa me acrescentar mesmo assim? Talvez você tenha conhecido australianas na Europa…” (Leonardo)
Oi Leo, beleza? Primeiro, deixe eu explicar para os leitores o que é o tal “direct game” pois não é todo mundo que conhece a terminologia técnica da Comunidade de Sedução.
Direct game v. Indirect game
O jogo direto (direct game) é o que se costuma colocar como a forma alternativa ao jogo indireto (indirect game).
No jogo direto, o homem conquista a atração feminina sendo legítimo, autêntico e… direto! É o caso de um don Juan que faz belos elogios e deixa a gata arrepiada. Existem milhares de variações, desde um “te como inteira” estilo pitbul Badboy a um romântico Zan Perrion.
Uma das vantagens do jogo direto é que imediatamente a garota se sente levada a fazer uma análise de ter gostado ou não de você com base na primeira impressão. Portanto, uma presença forte, boa aparência, tom de voz e o seu status percebido são componentes chave do direct game.
Assim, em boa parte do meu game eu gostava da efetividade do direct game para estabelecer uma vibe de comunicação sexual. O jogo direto permite filtrar rapidamente as interações que vão prosseguir bem das onde não se sabe onde está pisando. Essa é uma das fraquezas do jogo indireto.
No jogo indireto, o homem começa a puxar assunto como quem não quer nada… e vai tocando a conversa sempre sem demonstrar interesse sexual. A idéia básica é ir subcomunicando elementos que farão com que a garota é que comece a demonstrar o interesse no homem.
Eu usei bastante esse tipo de abordagem. Quando estava numa cidade nova (digamos, em Varsóvia, capital da Polônia), eu perguntava onde ficava um determinado restaurante, usando um básico de polonês com phrasebook (uma das técnicas que apresento no Guia do Viajante Conquistador).
Após essa abertura, ia desenrolando outros assuntos de modo que a garota é que começava a ficar intrigada. De onde eu era? Como é que eu aprendi polonês? O que estava fazendo em Varsóvia?
Para mim, a vantagem do indirect game é que isso dava um conforto para a garota e tempo para que ela decidisse se eu era um cara interessante, bacana e atraente. Como não me considero nenhum galã de novela, o indirect ajudava a amaciar a interação nesse sentido.
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Dito isso, volto para sua pergunta original. A questão sobre decidir usar ou o direct game ou indirect game em sua interação depende principalmente de sua personalidade e do contexto, e tem pouco a ver com a cultura da garota.
Por outro lado, é verdade que algumas culturas são mais abertas ou fechadas a abordagens diretas. No caso da Holanda, posso dizer de minha experiência própria que se o direct for bem conduzido durante o dia (daygame) em ambiente pre-selecionado existe uma grande chance a seu favor de ir bem. O direct em balada ou em situações de muita muvuca tem a tendência de não cair bem.
Mas o que mais vai contar mesmo é a sua forma de fazer o delivery, sua experiência e principalmente quem você é. Sendo um cara com valor a fornecer, usando os princípios dos Viajantes Conquistadores que descrevo no Guia, é a garota quem será a sortuda da história em te conhecer.
Por fim (pois o post está comprido): só tenho coisas boas a dizer sobre as australianas na Europa, pois elas são muito aventureiras, divertidas e cabeça aberta. Talvez pelo fato da Austrália ser meio isoladona geograficamente, os jovens completam os estudos e fazem a mochila, saindo em busca de aventuras. Já viu no que isso vai dar, né!
Abraço e boa viagem!



nemo on Mon, 12th Jul 2010 8:25 pm
lindo artigo. Direct game é o melhor!