Entrevistas com Viajantes Conquistadores

October 31, 2010 by victor  
Filed under Conquista, essencial, viagens

Pessoal, acabei de publicar mais uma entrevista, de modo que agora (outubro de 2010) temos seis Entrevistas com Viajantes Conquistadores (e tem mais para ser feito).

Veja só as entrevistas que temos:

01 – De malas prontas para a aventura.

Primeiro episódio de uma hora entrevistando viajante brasileiro de malas prontas para a Irlanda, falando sobre expectativas e desafios de aprendizado de idioma, namorada que fica no Brasil e orgasmo múltiplo masculino.

02 – Destino das supermodels.

Segundo episódio de uma hora e nove minutos entrevistando empresária brasileira que trabalha com a elite financeira internacional. Ela conta qual é o país onde a quantidade de supermodels é brutalmente desproporcional à pouca quantidade de homens interessantes (concordo com ela), compartilha com sinceridade a história de seu sucesso profissional, fala das vantagens e problemas de sistemas como TripAdvisor e TripIt, fraquezas e vantagens que o brasileiro tem fora de casa na hora de paquera e ainda fala de relacionamentos a distância, “sedução intelectual”, leituras e formação – ufa!


03 – A psicologia de um sedutor natural

Terceiro episódio de uma hora e dezessete minutos entrevistando um “sedutor natural”: Renato. Ele conhece o livro “O Jogo” de Neil Strauss e a comunidade de sedução, mas nunca utilizou nenhuma tática, pois sempre foi bastante desenrolado com as garotas. Ele conta como Helsinki foi o melhor destino de sua viagem, os motivos de não ter gostado de Bratislava, os golpes contra turistas desavisados em Riga e um fenômeno muito desagradável: turistas brasileiros idiotas que queimam o nosso filme, e o que fazer a respeito.

04 – O que o dono do Bella da Semana diz sobre lidar com ego de modelos

Quarto episódio de vinte e três minutos com o privilégio de entrevistar Alexandre Peccin, o CEO do Bella da Semana. Antes de ouvir este áudio, recomendo fortemente ler a entrevista publicada no PapodeHomem pois este áudio é complementar, e conversamos mais sobre a principal chave para um jovem empreendedor iniciar seu negócio próprio, como lidar com o ego absurdo de modelos e garotas muito atraentes e dicas para recuperação de energia, em resorts de esqui.

05 – A interessante vida de um comissário de bordo

Quinto episódio de uma hora e doze minutos com um cara que eu admiro demais por sua coragem, carisma e mindset positivo de vencedor: Gustavo, comissário de bordo. Fala sobre a vida nos Emirados Árabes Unidos e como o medo a respeito da vida no Oriente Médio se revelou surpreendente em termos de segurança e conforto. O maior erro que o brasileiro comete no aprendizado de inglês, seleção de empregos competitivos e lidando com pressão negativa de quem procura nos limitar a nossa zona de conforto. Falamos também sobre as comissárias de bordo européias que só querem festa e loucura. Comentamos também sobre o problema de viajar com colegas de empresa que nos convidam para jantares e programas chatos e não nos permitem explorar as cidades sozinho – e como resolver esse problema. Outros tópicos: saindo sozinho na balada, daygame, Oktoberfest (de Munique).

Entrevistas com Viajantes Conquistadores: Tauan

06 – A vida de um sedutor carioca rodeado de gringas no RJ

Sexto episódio de uma hora e nove minutos com Tauan, um brother carioca bastante experiente da Comunidade de Sedução e que superou as primeiras dificuldades em viajar e começou praticando dentro do Brasil, contando suas histórias em Belo Horizone e Salvador. Ele conta também como é paquerar gringas no Rio de Janeiro e lidando com preocupações de segurança e medo que elas possuem de crimes no Brasil. Tauan também fala de dicas para acumular milhagem para viajar de graça. No momento de perguntas e respostas, falamos sobre preconceito contra negros e asiáticos na Alemanha, Báltico e outras regiões da Europa, e também esclarecimentos sobre validade de diploma universitário na Europa e detalhes sobre permissão de residência e cidadania.

Como isso tudo funciona?

Os CDs são meramente ilustrativos, pois o conteúdo é distribuído na forma de MP3 para download imediato. As Entrevistas com Viajantes Conquistadores são disponíveis apenas para quem comprou o Guia do Viajante Conquistador, e ficam em uma Comunidade onde fazemos bate papos e trocas de experiências, além de dicas específicas de baladas e outras coisas bacanas para fazer pela Europa.

Quer acesso às entrevistas? Entre na página de venda para adquirir o conteúdo.

Quer ser entrevistado ou indicar algum amigo que mereça fazer parte dessa série? Entre em contato comigo.

Quer ficar informado quando tivermos novas entrevistas e futuros materiais? Entre pra nossa Lista.

Outros comentários que quer deixar públicos para que a galera também comente? Só deixar seu comentário abaixo.

p.s. pelos últimos dias eu fiquei meio quieto por aqui pois estava escrevendo um livro sobre riqueza financeira. Nos próximos dias terei mais novidades sobre os assuntos de paquera e viagem.

O sucesso de LUCAS CELEBRIDADE e Dale Carnegie

August 9, 2010 by victor  
Filed under Conquista, essencial

LUCAS CELEBRIDADE é um dos tópicos que está bombando no Twitter de hoje (segunda feira, dia 9 de agosto de 2010).

Do que se trata o assunto e o que isso tem a ver com Dale Carnegie, o escritor de auto ajuda que ficou conhecido pelo livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”?

Para entender, primeiro sugiro visitar o blog do Lucas Celebridade: http://lucasfamapop.blogspot.com/

Além de não ter vergonha de aparecer para toda a Internet, tem bom humor. Eu pelo menos rachei de rir com o post “em coletiva de imprensa, Lucas Celebridade vacila e deixa peito à mostra“, que é uma tiração de sarro com as manchetes bombásticas de revistas de inutilidades como a Caras e semelhantes.

Mas o que é que esse meme tem a ver com o propósito do FVWL-Diário?

Pensei no artigo 7 Must Read Success Lessons from Dale Carnegie, do ótimo blog Dumb Little Man e que comento abaixo em português.

1) A falta de ação cultiva medo.

A ação por sua vez cultiva coragem e confiança. Se você quer conquistar seu medo, não fique com a bunda sentada na cadeira dentro de casa. Saia. Fique ocupado.

Quem é que nunca teve vontade de começar a escrever um livro? Ou um blog? Ou fazer um vídeo legal para o YouTube?

E quem é que nunca ficou com receio do tipo “se eu escrever assim ou assado, vou parecer idiota” e decidiu não fazer nada?

E quando a mesma pergunta é aplicada em exigir férias de um trampo para poder viajar pela Europa? Ou até mesmo pedir demissão de um emprego imbecil que não leva a nada para poder criar algo melhor?

Pois é. Esses medos são comuns a todos. Faz parte da nossa natureza, e também do Lucas Celebridade. A diferença é que ele não deixa esse medo o bloquear, nem mesmo no seu ensaio sensual <- LINK NÃO RECOMENDADO

2. Aproveite seu tempo

Ao invés de se importar com o que as pessoas vão falar sobre você, por que não começar algo do qual elas vão ficar admiradas?

Tem milhares maneiras de interpretar o que diabos o Lucas Celebridade está fazendo com esse projeto. E não fica parado no blog, pois agora tem inclusive um VLOG:


Lucas Celebridade no YouTube

Algumas pessoas torcem o nariz e não gostam. Mas os amigos de Lucas Celebridade e uma geração inteira de pessoas que se identificam com ele vibram com o que ele está criando. A mensagem é que todos hoje podem criar e compartilhar pela Internet.

Para quem tem interesse nos efeitos que uma pessoa exerce na outra, recomendo o livro Connected: The Surprising Power of Our Social Networks and How They Shape Our Lives do Nicholas Cristakis e James Fowler. Basicamente, a premissa do livro é que dependendo das pessoas em nosso círculo imediato, dos amigos dos amigos e também de quem está em terceiro grau (amigo do amigo do amigo) possuem uma influência no que fazemos, como agimos e pensamos.

Por mais que alguém critique o que o Lucas Celebridade está fazendo, em algum nível inconsciente a mensagem que fica é: “Se este cara está fazendo isso tudo, o que é que EU poderia fazer?”

3. O fracasso é a pedra de apoio para o sucesso

Desenvolva sucessos a partir de fracassos. O desencorajamento e o fracasso são as duas pedras basilares para o sucesso.

No perfil, Lucas diz querer participar de um reality show: “Lucas Brito, 25 anos,Radialista (8 anos de experiência, Mestre de Cerimônias, Cantor, Ator, Comediante e Professor. Um furacão revelado pela comunicação. Essa página funciona como a coluna social de Luzilândia-PI. Lucas sonha em participar de um reality show”.

Não é hoje que Lucas Celebridade começou seu trabalho com o público. Desde 2008 ele já fazia inscrição para o Big Brother Brasil. Não deu certo. Mas ele continuou, inclusive recentemente para o BBB10 e fez uma aparição no programa da Márcia.

Será que vai dar certo? Minha aposta é que tanto faz. Mesmo se não conseguir dessa vez, só a atenção que está recebendo hoje e nos próximos dias serão suficientes para o Lucas errar algumas vezes, e continuar a fazer o que acha correto.

4. Nós determinamos nossa felicidade

A felicidade não depende de qualquer condição externa, ela é governada por nossa atitude mental.

Não precisa de explicação. No vídeo acima, consegui pensar em pelo menos umas cinco pessoas que possuem muito mais riqueza material que o Lucas Celebridade e que ao contrário vivem em pensamentos negativos, resmungando e cobiçando coisas que não possuem (a grama do vizinho sempre é mais verde, certo?).

Ao invés de ficar se espelhando em outros e amargurando o que ainda não possui, Lucas Celebridade segue feliz.

5. Lembre-se que tudo o que você faz envia uma mensagem

Existem apenas quatro meios de mantermos contato com o mundo. Somos availados e classificados por esses quatro contatos: o que fazemos, como parecemos, o que dizemos e como dizemos.

Ao invés de comentar sobre o caso do Lucas Celebridade, deixo a pergunta aberta: o que é que cada um de nós está fazendo hoje? Como parecemos diante do olhar alheio? O que estamos dizendo? E como essa mensagem é transmitida?

E como isso tudo está em congruência com o que queremos da vida?

O que proponho no FVWL-Diário é uma série de idéias que giram em torno do Guia do Viajante Conquistador, que é um material relacionado ao tipo de mentalidade necessário para viajar pela Europa e conectar com belas garotas. Não estou escrevendo este post a toa, mas sim usando a história do Lucas Celebridade como um exemplo de um cara que não tem medo de ser feliz, que vai atrás do que quer com persistência e está encaminhado para conseguir.

6. Faça o que você tem prazer

As pessoas raramente obtém sucesso a não ser que estejam se divertindo.

Esse é um conceito meio batido. Vou tentar comentar sob uma perspectiva um pouco diferente. De vez em quando vejo situações em que alguém poderia ser voluntário para alguma causa. Pode ser ajudar uma organização local de fins sociais. Pode ser procurar um professor e propor ajudar em alguma pesquisa. Ou ficar realmente bom em design visual, redesenhar logotipos de uma empresa e oferecer de graça o trabalho.

Em nenhum desses exemplos aleatórios existe um ganho direto.

Mas existem dois grandes benefícios: ao fazer qualquer dessas atividades, você se torna ainda melhor. E além disso, ganha pontos, reputação e confiança de quem ajudou. Isso num segundo momento pode reverter em grandes oportunidades.

Quem não consegue visualizar isso nunca faz nada, e continua limitado em seu mundo pequeno e repleto de dificuldades.

7. Arrisque

O homem que vai mais longe é geralmente aquele que está disposto a fazer e ser ousado.

Então. Lucas Celebridade quer participar de um reality show. Está disposto a fazer o que é necessário e ter a oudácia de ignorar risadinhas de quem não tem coragem de colocar a cara a tapa como ele.

E você? Está arriscando o que, em busca de quais sonhos?

Direct & Indirect game. Seduzindo holandesas: jogo direto dá certo na Holanda?

May 26, 2010 by victor  
Filed under Conquista

Hoje recebi uma pergunta que é parecida com outras que já tinha recebido anteriormente, apenas mudando o país (no caso, Holanda):

“Tenho planos de ir à Holanda. O direct game dá certo por lá ? Outra coisa: gostaria muito de conhecer a Austrália… sei que não é Europa mas há algo que possa me acrescentar mesmo assim? Talvez você tenha conhecido australianas na Europa…” (Leonardo)

Oi Leo, beleza? Primeiro, deixe eu explicar para os leitores o que é o tal “direct game” pois não é todo mundo que conhece a terminologia técnica da Comunidade de Sedução.

Direct game v. Indirect game

O jogo direto (direct game) é o que se costuma colocar como a forma alternativa ao jogo indireto (indirect game).

No jogo direto, o homem conquista a atração feminina sendo legítimo, autêntico e… direto! É o caso de um don Juan que faz belos elogios e deixa a gata arrepiada. Existem milhares de variações, desde um “te como inteira” estilo pitbul Badboy a um romântico Zan Perrion.

Uma das vantagens do jogo direto é que imediatamente a garota se sente levada a fazer uma análise de ter gostado ou não de você com base na primeira impressão. Portanto, uma presença forte, boa aparência, tom de voz e o seu status percebido são componentes chave do direct game.

Assim, em boa parte do meu game eu gostava da efetividade do direct game para estabelecer uma vibe de comunicação sexual. O jogo direto permite filtrar rapidamente as interações que vão prosseguir bem das onde não se sabe onde está pisando. Essa é uma das fraquezas do jogo indireto.

No jogo indireto, o homem começa a puxar assunto como quem não quer nada… e vai tocando a conversa sempre sem demonstrar interesse sexual. A idéia básica é ir subcomunicando elementos que farão com que a garota é que comece a demonstrar o interesse no homem.

Eu usei bastante esse tipo de abordagem. Quando estava numa cidade nova (digamos, em Varsóvia, capital da Polônia), eu perguntava onde ficava um determinado restaurante, usando um básico de polonês com phrasebook (uma das técnicas que apresento no Guia do Viajante Conquistador).

Após essa abertura, ia desenrolando outros assuntos de modo que a garota é que começava a ficar intrigada. De onde eu era? Como é que eu aprendi polonês? O que estava fazendo em Varsóvia?

Para mim, a vantagem do indirect game é que isso dava um conforto para a garota e tempo para que ela decidisse se eu era um cara interessante, bacana e atraente. Como não me considero nenhum galã de novela, o indirect ajudava a amaciar a interação nesse sentido.

Dito isso, volto para sua pergunta original. A questão sobre decidir usar ou o direct game ou indirect game em sua interação depende principalmente de sua personalidade e do contexto, e tem pouco a ver com a cultura da garota.

Por outro lado, é verdade que algumas culturas são mais abertas ou fechadas a abordagens diretas. No caso da Holanda, posso dizer de minha experiência própria que se o direct for bem conduzido durante o dia (daygame) em ambiente pre-selecionado existe uma grande chance a seu favor de ir bem. O direct em balada ou em situações de muita muvuca tem a tendência de não cair bem.

Mas o que mais vai contar mesmo é a sua forma de fazer o delivery, sua experiência e principalmente quem você é. Sendo um cara com valor a fornecer, usando os princípios dos Viajantes Conquistadores que descrevo no Guia, é a garota quem será a sortuda da história em te conhecer.

Por fim (pois o post está comprido): só tenho coisas boas a dizer sobre as australianas na Europa, pois elas são muito aventureiras, divertidas e cabeça aberta. Talvez pelo fato da Austrália ser meio isoladona geograficamente, os jovens completam os estudos e fazem a mochila, saindo em busca de aventuras. Já viu no que isso vai dar, né! :-)

Abraço e boa viagem!

Qual a melhor forma de abordar uma mulher européia numa boate?

May 26, 2010 by victor  
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O leitor Daniel compartilhou uma experiência pessoal e enviou a seguinte pergunta:

Qual a melhor forma de abordar uma mulher européia em uma boate? (Já morei na Europa por 3 meses e quando precisava abordar alguma mulher chegava falando que era brasileiro e perguntando que língua se fala no Brasil, quase todas falavam espanhol e eu zuava elas por terem errado)…meu maior sonho é morar na Europa e seu site tem a combinação das duas coisas que eu mais gosto, mulheres e viagens

Olá Daniel!

A resposta curta para sua pergunta é: ofereça valor. Sempre.

Existem mil ilustrações para o que quero dizer. É caminhar pela balada com o copo cheio, e não com o copo vazio, suplicando por atenção. É ser o lado quente da piscina onde todos querem estar em volta. O Tyler do RSD (Real Social Dynamics™) costuma usar bastante essa analogia.

Mas como colocar essas idéias abstratas em prática?

Vai depender muito de quem você é, da balada onde você está e do tipo de mulher que você gosta.

Um exemplo muito simples de entender é: se você está numa balada onde toca salsa, aprenda a dançar fenomenalmente bem, e tire todas as garotas para dançar, mesmo que você não tenha interesse em nenhuma específica. Rapidamente você se torna muito mais interessante e isso te abre portas para quando quiser abordar uma que te deixou mais atraído.

Um outro conceito que é longo demais para escrever neste post é você irradiar confiança, alegria e estar de bem com a vida. Sua linguagem corporal subcomunicará tudo isso, DESDE que você realmente esteja de bem com a vida. Não adianta, igual vejo em alguns workshops e seminários, querer fingir e simular posturas “alfa” se a sua mentalidade está cheia de preocupações e insegurança.

Acho que não é exatemente seu caso, pois observo que você parece ser bem mais descontraído do que outros leitores que nem conseguem puxar o papo como você faz.

Não sei se você faz de propósito, mas a situação que me descreveu parece um pouco com a técnica “cocky and funny”, em que você vai brincando com a garota de modo que ela fica dando risadinhas, dando tapinhas e aumentando o conforto e tensão sexual.

Para emendar o que você faz com a idéia de transmitir valor, você pode continuar a manter o frame de brasileiro que vai ensinar algo a ela. Carregue com você um celular que mostre imagens bem (tipo um iPhone) ou mesmo uma câmera digital pequena. Armazene fotos legais do Brasil e mostre apenas algumas rapidamente a ela, interrompendo e contando histórias.

Cuidado para não ficar repetidamente no mesmo tópico e ouça o que ela tem a dizer.

Quando a conversa engatar (muitas vezes não engata e é melhor você não forçar, fazendo outras interações do que desperdiçar tempo em mato de onde não sai coelho), você pode a conduzir para outras áreas da boate, conhecer as amigas dela, mostrar que é um sujeito bacana e propor de ir para outros locais, já que o club hopping é comum na Europa.

Abraço!

Pergunta de leitora: Que tipo de mulheres os europeus preferem?

May 26, 2010 by victor  
Filed under Conquista

Recebi uma simpática mensagem da leitora Sueli:

Olá Victor Tudo bem?Eu gostaria muito se você puder me informar como é o perfil do homem Estoniano.E que tipo de mulheres eles preferem?Conto com sua ajuda!Grande abraço!

Oi Sueli, tudo ótimo! Obrigado por acompanhar o FVWL-Diário.

Como você deve ter reparado, esse é um projeto baseado na minha jornada em ter saído do Brasil como um cara que tinha pouca confiança e sucesso com mulheres e hoje estar feliz com uma garota fantástica e ter passado por mil desafios no caminho. Não foi fácil, mas valeu cada segundo.

Por causa desse aspecto pessoal, eu prefiro limitar as respostas aos assuntos que eu entendo: homem conquistando mulher.

Como sua pergunta é o oposto (mulher conquistando homem) eu não me sinto qualificado para responder. Prefiro ficar quieto do que fingir entender algo que não é de minha área.

O comentário genérico que posso dar é que em geral os homens do norte são mais reservados (tirando os momentos em que estão bêbados) e que em geral a mulher precisa ter um pouco mais de iniciativa. Isso é o que eu observo nas dinâmicas e em relatos de amigas estonianas, que por vezes se queixam de falta de proatividade dos homens.

Mas lembro que sempre existem exceções à regra!

Por fim, se você me permite, vou arriscar um palpite. Posso estar enganado e correr o risco de te ofender, mas mesmo assim acho que vale a pena fazer a provocação. Lá vai:

Quando algum leitor me pergunta “qual o tipo de homem as européias preferem”, eu tenho notado um padrão comum que é uma falta de segurança+inexperiência.

O sujeito que tem falta de segurança+experiência é o que costuma ZERAR na Europa e sabe que não consegue se dar bem.

Porém quem não tem nem confiança nem experiência pode ficar se questionando qual é o tipo de parceiro preferido, antes de sequer ir conhecer o local. É um pouco como se houvesse medo de arriscar um investimento de grana e tempo e se frustrar.

Tipo “se eu soubesse que as mulheres não curtem caras do meu tipo, eu nem teria ido”.

Nos casos que eu descrevi acima, o que eu sugiro é trabalhar mais a confiança pessoal e o inner game (os pensamentos, crenças e estado de espírito), com algumas poucas técnicas que ajudam a aumentar resultados.

Uma pessoa que está bem preparada e confiante pode ir para qualquer lugar sem esse receio, pois sabe que encontrará uma maneira boa de socializar, mostrar seu melhor lado e criar conexões valiosas e intensas.

Se o que eu escrevi fez algum sentido, acho que você vai gostar bastante do Guia do Viajante Conquistador, que é onde desenvolvo esses conceitos em mais detalhe e também com exercícios interativos e conteúdo exclusivo em áreas fechadas da nossa Comunidade:

http://fromvictorwithlove.com/diario/guia/

Um forte abraço

Victor

Por que gurus de sedução falam tanto de inner game e não passam rotinas e estrutura de jogo?

May 23, 2010 by victor  
Filed under Conquista

Hoje, um amigo me perguntou qual é o motivo da maior parte dos livros e vídeos sobre sedução/paquera serem tão focados em inner game e haver poucas rotinas.

Minha resposta foi que o inner game é importante como base para a boa implementação e uso do outer game.

Como dizem por aí, “Se você enfia penas na bunda, isso não te transformará numa galinha.”

Não adianta você aprender as rotinas e estrutura do jogo se você tem um conjunto zoado de crenças, inseguranças e atitude perante a vida.

Por isso que o inner game é o que tem que ser resolvido primeiro.

Começar com outer game (rotinas) é um caminho em direção a um beco sem saída. Você avançará um pouco e depois vai travar.

Agora, nem a melhor combinação de inner+outer vai te ajudar se não houver prática e reflexão.

O que eu sugiro é mais ou menos:

50% prática + 30% inner + 10 % outer + 10% reflexão e adaptação

Leia bastante os materiais de inner, pense em como aplicar em sua vida. Vá para campo praticar usando duas ou três rotinas (nada complicado). Escreva relatos para poder refletir e pensar como melhorar. Mantenha a cabeça aberta.

Repita o processo constantemente por um a dois anos e você atingirá um nível absurdo de bom.

Abraço!

Papo de Homem Lifestyle Magazine: votação para melhor revista digital de 2010 na YouPix

May 13, 2010 by victor  
Filed under Conquista, essencial

Não dá para separar o material que publico no From Victor With Love – Diário do que escrevo para a PdH Lifestyle Magazine.

Meu post mais recente, falando do Richard Branson, fundador da Virgin, que é o cara que certamente merece todas as conquistas alcançadas.

Tenho muito orgulho em participar do grupo de editores que contribui para a “Tropa Saco Roxo” e por isso deixo aqui o link para a votação de quem quiser contribuir com esses projetos.

Pra que serve ganhar esses prêmios?

Se você é dos que age através de motivação racional (eu pelo menos sou assim), a explicação é a seguinte: tanto o FVWL como o PdH são atividades que a gente faz com a verdadeira paixão em compartilhar idéias, unir pessoas e nos tornarmos melhores a cada dia.

Escrever um post para o PdH é algo que envolve entre dez a vinte horas em média, pois sempre pesquiso bastante. Algumas vezes, um único post pode demorar semanas de pesquisa, como o recente sobre prostituição e a questão da legalização de sua exploração.

Além do tempo de envolvimento, existem custos de hospedagem, contadores, advogados, programadores freelancer para acertar certas partes do sistema e muito mais. É um trampo danado fazer tudo corretamente para poder compartilhar e trocar idéias.

Por isso, as formas de monetização (ganhar grana) são importantes para continuar investindo em melhor qualidade de conteúdo e sistemas. Ganhar esses prêmios como o do YouPix ajuda muito em termos de quantidade de acesso, reconhecimento da comunidade e como argumento adicional para conseguir patrocínio e publicidade.

É isso. Se você acha que a gente (FVWL e PdH) está fazendo um trabalho bacana e quer dar um apoio, basta um clique abaixo:

http://mypix.com.br/eventospix/vote-melhor-siterevista-digital

Valeu!

Em tempo: todas as indicadas para as finais mandam muito bem:

  • Judão – portal *foda* de cultura pop.
  • Omelete – portal igualmente foda de cultura pop.
  • Rraurl – tudo sobre música, ênfase na cultura eletrônica.
  • IdeaFixa – design, fotografia, ilustração, artes visuais.

Como parar de dar notas para mulheres pode melhorar seu game

August 13, 2009 by victor  
Filed under Conquista, essencial

A tal Comunidade de Sedução é muito engraçada. Existem milhares de códigos, e HB10 é um dos mais usados, que significa Hot Babe 10, aquela gostosa inatingível. A graça da coisa é que justamente ao dar a nota 10 é que a mulher fica inacessível.

Eu nunca gostei de dar notas para mulher nenhuma em meus relatos. Quando o fazia, a nota que eu dava era mais para que os meus colegas pudessem entender melhor a história que eu contava, sobre minhas interações e histórias cabeludas.

Quando se olha os debates em fóruns como o Clube Alpha ou o PUA Brasil, o que mais tem é cara dizendo “vejam o meu kiss close com a loira HB10!” com direito a foto de celular upada no ImageShack ou chupinhada direto do Orkut.

Nisso, aparecem duzentos trolls ignorando totalmente o que foi escrito no relato e dizendo “ah cara, essa hbzinha aí eu dou no máximo 8″.

Mesmo se você não está entendendo nada, uma coisa você já deve ter notado: alguns homens têm mania de dar nota para as mulheres, sendo zero aquela baranga que você não pegaria nem no seu dia mais bêbado e dez aquela deusa da capa da Playboy.

A ironia do destino é que essas notas estão todas na nossa cabeça. E ao classificar uma mulher como “dez” a gente pode iniciar um momento de auto-sabotagem. Ficamos menos confiantes. Nossa abordagem é uma merda.

Eu nunca soube explicar direito esse processo. O guru de sedução que tinha chegado mais próximo do que eu pensava era o Tyler, do Real Social Dynamics (RSD). No Blueprint Decoded, ele dizia que esse modelo de colocar a mulher num pedestal e pensar “o que é que eu posso fazer para conquistá-la” estava errado, pois partia de um pressuposto que ela tinha mais valor social.

Mas mesmo assim a explicação dele não tinha me agradado 100%.

Foi só quando eu conheci o trabalho do Johnny Soporno que tudo fez mais sentido. O Johnny explica que para ele, deveriam existir quatro categorias de mulheres:

  1. Nossa, essa aí eu não quero de jeito nenhum
  2. Hm, essa aí talvez eu queira… depende do dia…
  3. Hm, essa aí sim eu quero. Linda!
  4. UAU! Essa aí … bom, ELA é que não vai querer a mim!

Esse tipo 4 seria equivalente a HB10. E para a mentalidade do Johnny, ela não deveria existir. Pois, sendo um homem interessante e com todo seu conjunto de valores e merecimento alinhados, não existe a situação em que a mulher possa não lhe desejar.

Atenção: com isso ele não quer dizer que qualquer mulher vai desejar o dito cujo. Muitas mulheres estão profundamente comprometidas com alguém. Ou estão com a cabeça totalmente voltada para um problema familiar, ou profissional. Enfim, existem muitas mulheres que não ficariam com ninguém em um determinado momento.

A outra categoria que Johnny propõe eliminar é a segunda: a do “talvez eu ficaria com ela”. Ora, se você não está tão empolgado, continuar a paquerar uma mulher que não atende seus padrões mínimos é como se considerar inapto a ir atrás do que realmente quer.

Assim, a categoria 2 desaparece. As mulheres, portanto, podem receber dois tipos de nota: ou eu quero, ou não quero. Como diria um amigo meu, “É simples assim”. Nada de ficar dando nota, e perdendo tempo em fórum de Internet discutindo se ela é HB 8 ou 8,25 (sério, eu já li isso).

Essa mudança de paradigma dá um reforço tremendo na autoconfiança, inner game e na dignidade como tratamos nossas queridas ;-)

Anthony Robbins e as cinco chaves para o sucesso e poder pessoal

August 3, 2009 by victor  
Filed under Conquista, essencial

Essa é a continuação do texto sobre o que Tony Robbins fala sobre o poder de foco Jedi. Ficaram faltando as cinco chaves de ouro para abrir o potencial psicológico.

CHAVE UM: Eleve seus padrões

Essa é tão importante que merece ser listada como a primeira chave do sucesso. É a única coisa que cria uma mudança duradoura.

Em português claro, é transformar o “devia” em “vou”.

Todo mundo tem uma lista de “eu devia”: “eu devia passar mais tempo com minha família, eu devia ler mais, eu devia perder peso…”. E o que acontece quando não fazemos nada disso? Ficamos frustrados, estressados e nervosos. Sentimos que nossa palavra não vale nada.

Ao transformar esse “devia” em um “vou”, a gente arruma um jeito e faz. Quando a gente dá um BASTA e diz que nunca mais vai engolir uma situação dessas, nunca mais vai fazer determinada coisa, é aí que estamos elevando nosso padrão.

Pense nisso: o ser humano sempre consegue obter aquilo que ele absolutamente precisa. Até os nômades que vivem no meio do deserto. Se seu filho estivesse morrendo e precisasse de um tratamento que custasse xis reais por mês, tenho certeza que você arrumaria algum jeito para levantar a grana. Nem que tivesse que limpar privada de rodoviária. Você dá um jeito. Porque é necessário.

Se você não está atingindo seus objetivos agora, é porque eles estão na caixa do “eu devia, eu poderia…”

Mude isso. Coloque essa lista na caixa do “eu vou”.

Pense nos seus conhecidos, ou pense naqueles desconhecidos que você via na academia quando se matriculou. Não tinha aquele grupinho que SEMPRE estava lá, malhando? Não interessa se você era um turista de academia, indo uma vez por semana… ou indo cinco vezes por semana. Sempre você via aquelas figurinhas carimbadas.

Por que certos conhecidos nossos (ou essas figurinhas carimbadas) estão lá sempre, mais do que a gente? Será que eles têm mais tempo? Não. Tempo, todo mundo tem igual.

O que diferencia é que para eles, a academia é uma prioridade. É um VOU. É uma necessidade. E para quem vai pouco, e falta nos treinos, a academia é um “ah, eu devia ir hoje… mas tá chovendo…”

Exercício: o que é que existe na sua vida que está na caixa do “eu devia” que merece ser transportada para a caixa do “EU VOU”? É algo de sua carreira? Um cuidado pessoal com seu corpo e sua mente? Relacionamentos com quem importa?

Anote DOIS (apenas dois) objetivos. Pode ser um em sua vida profissional e outro em sua vida pessoal, mas lembre-se de escrever o PORQUE você fará essa mudança, jogando para a caixa do VOU.

CHAVE DOIS: Mude suas crenças limitadoras

Crenças são poderosíssimas. Aliás, crenças são como drogas. E nós somos os viciados.

Experimente, numa conversa, questionar e desafiar a crença íntima de uma pessoa. Ela provavelmente vai reagir como se fosse um viciado em crack. Alguns ficam defensivos, outros agressivos. Mexer com a crença de um cidadão é cutucar vespeiro com vara curta.

Aliás, quando a gente acredita em algo, tudo o que vemos ao redor existe para confirmar a nossa crença.

Por exemplo, eu tenho dois amigos gringos que foram para Salvador. Um deles acreditava que o Brasil era uma terra de gente feliz, de festa, de beleza. Outro foi com medo de notícias sobre criminalidade. Adivinha o fim da história?

O primeiro voltou contando mil histórias de como os brasileiros gostam de abraçar, estão sempre sorrindo. Que ganhou carona pra viajar de uma cidade pra outra. Que foi pra festas, comeu, bebeu, dançou e pulou no mar.

O outro voltou ainda mais assustado. Disse que viu gente dormindo na rua, que absurdo. Que uns meninos mal encarados começaram a seguir e ele saiu correndo.

Caminhando sobre o fogo: A nossa crença orienta o nosso foco de atenção e portanto molda nossa realidade.

E o pior é que as crenças antigas podem nos puxar para trás, podem nos impedir de crescer. É por causa da espiral do sucesso que os ricos ficam mais ricos… e os pobres ficam mais pobres.

Espiral do sucesso: se eu acredito que as coisas vão funcionar, uso meu potencial ao máximo. Portanto, minha ação é da melhor qualidade, gerando ótimos resultados. Esses resultados alimentam minhas crenças, e repetem o ciclo: na próxima vez, eu tenho ainda mais confiança que mando bem.

A espiral do fracasso funciona no caminho oposto: resultados ruins reforçam minha crença que é perda de tempo querer fazer coisas novas. Assim, no futuro eu não faço nada… ou, se fizer, faço sem ter confiança. Não uso meu potencial máximo e de novo tenho resultado de merda, o que me coloca ainda mais para baixo. E o ciclo se repete.

CHAVE TRÊS: Siga uma estratégia que funciona

Quem é leitor crítico deve estar pensando que elevar os padrões é óbvio, já que quem se contenta com pouco, pouco terá. E essa história de confiança é papo é de frutinha.

Um cara que decide, por exemplo, ver o por do sol e fica olhando para o leste não terá sucesso nunca, não importando quanta confiança ele tenha e quão seja o padrão dele em ver o melhor por do sol do mundo. Pois está usando uma estratégia ERRADA.

A vantagem é que o sucesso deixa pistas. Ninguém precisa reinventar a roda. Seja observador e procure as pessoas que têm sucesso nas áreas que você quer incrementar a sua vida. O que é que elas fizeram?

Siga uma estratégia que funcione.

Agora… se prepare. Pois haverá o momento em que você está todo feliz, colhendo muitos frutos, tudo está numa boa… e daí algo dá errado. Deu bosta.

ESSE É O MOMENTO QUE VOCÊ ENCONTRA SEU DESTINO. Quando você faz tudo certo e alguma coisa fora do seu controle aparece e bagunça tudo. E aqui entra a quarta chave.


CHAVE QUATRO: Fortaleça seus músculos emocionais

Você realmente está dedicado de corpo e alma, num caminho sem volta e sem desculpas, a fazer o que realmente quer… ou está só curtindo a festinha enquanto é fácil?

Já viu aquelas pessoas que usam uma pulserinha amarela de borracha no punho? É a pulseira do Lance Armstrong. Para quem não conhece a história do Lance Armstrong, ele é simplesmente um ciclista que aos 25 anos descobriu que tinha câncer nos testículos. Um problema bastante grave para um ciclista profissional. O câncer se espalhou ainda pelos seus pulmões e cérebro.

Enquanto a maior parte das pessoas perderia as esperanças e começaria a culpar o mundo, achando que estivesse sob um castigo divino, Lance decidiu tomar controle absoluto sobre seu destino. Ele treinou com uma firmeza ainda maior, dando o significado ao seu foco de que esta era uma oportunidade de se desafiar.

Lance simplesmente venceu, por sete anos consecutivos, a maior competição de ciclismo mundial: o Tour de France . Em primeiro lugar.

A história de Lance Armstrong é um exemplo de que com uma solidez de realidade e inabalável vontade de vencer, obstáculos externos são irrelevantes. E para quem não se convenceu da gravidade da situação, um colega meu da PdH escreveu com detalhes como é o processo de diagnóstico, cura e recuperação do câncer de testículo. Bem foda.

CHAVE CINCO: Dê muito mais do que você espera receber

Por fim, a última chave. Encontre uma maneira de fazer pelos outros muito, muito mais do que qualquer pessoa de sua área.

Se você está com a mentalidade de dar, para poder receber, então seus resultados serão limitados e tímidos. A vitória acontece quando você sente genuinamente que deu o melhor de si para a maior quantidade imaginável de pessoas.

Os resultados inesperados que virão são infinitamente maiores do que no pensamento comercial de dar para receber. Essa é a máxima do Keith Ferrazzi, autor do Nunca Almoce Sozinho! <– Link patrocinado do Submarino. Se você comprar o livro ou qualquer produto, eu posso fazer alguma mulher feliz no mundo presenteando-a com uma (só uma) flor.

Keith costuma dizer: “never keep score”. Ou seja, nunca fique contando quantos favores você fez para alguém para contabilizar quantos pode receber de volta. Essa é a mentalidade de escassez mais autolimitadora do mundo e prejudicará seu sucesso.

Quais outros limites nós colocamos a nós mesmos?

Anthony Robbins e o foco do poder Jedi – usando o STATE (estado emocional)

August 2, 2009 by victor  
Filed under Conquista, essencial

Roberto Carlos já dizia “o importante é que emoções eu vivi”.

E por que é importante viver emoções? É que as emoções fazem parte de nossos desejos mais secretos e poderosos, e são chave para transformação.

Você deseja um carro importado de modelo exclusivo. O que será que alimenta esse desejo? É a quantidade de quilometros que o carro percorre por litro de gasolina? A potência do motor e todas as demais estatísticas que a Revista Quatro Rodas apresentou?


Detalhes técnicos v. emoção do desejo

Não.

A Ficha Técnica do carro serve para o processo psicológico de RACIONALIZAÇÃO. São justificativas racionais que tentam explicar o impacto emocional, pois o verdadeiro desejo começa na emoção.

Já viu quando a mulher diz “comprei essa jóia, gastei uma fortuna mas é um investimento“. Investimento? Melhor do que colocar em um fundo de aplicação? Pois é: eis aqui outro exemplo de racionalização.

Voltando ao exemplo do carro: não queremos o carro!

O que queremos no final das contas são as emoções proporcionadas pelo o carro. Queremos, como cantava o Rei, viver as emoções.

Para ser ainda mais polêmico, podemos dizer que não queremos aquela determinada pessoa amada. O que queremos, na verdade, são as emoções que explodirão em nossos hormônios ao estar com ela.

E. MOÇÃO. A palavra emoção vem do latin e (para fora) e movere (mover). A forte emoção nos toca, nos agita, nos move de modo que não somos mais os mesmos.
Será mesmo?

Vamos fazer um teste sobre todo esse papo de emoções: quando foi a última vez que você teve uma emoção fortíssima, a ponto de celebrar gritando com todo o ar em seus pulmões?


Será que foi em 2002, quando o Brasil ganhou a Copa, metendo dois a zero na Alemanha? Ou quando seu filhão nasceu?

Pense na situação que você teve essa emoção poderosa.

Pronto?

Agora, uma surpresa: você não precisa de nenhuma dessas desculpas para celebrar. Nada disso é necessário. Pois a euforia dessa forte emoção veio de dentro de você e, portanto, pode ser acionada através de uma decisão consciente, usando sua cabeça.

Isso é o que Anthony Robbins chama de “gerenciar seu estado emocional” (manage your state).

Até agora tudo o que foi dito é puro bom senso, nada de novo até aqui. Mas vale a pena anotar e entender a seguinte frase, pois mudará sua vida para sempre: a chave para criar qualquer coisa em sua vida é gerenciar seu estado emocional.

Ao aprender a gerenciar seu estado emocional, não haverá ABSOLUTAMENTE NADA que você não possa fazer ou alcançar.

Por outro lado, caso seu estado emocional seja fraco, você não terá a garra necessária para fazer nada além de apertar botões do controle remoto e fazer o mínimo necessário no seu trabalho e na sua vida social. Vai viver como um zumbi devagar em modo reativo.

Agora, imagine que seu objetivo de vida foi alcançado. Como você se sente? Se sentiu um “êeba” que durou cinco segundos, tenha certeza de uma coisa. Isso não é suficiente e cérebro não está suficientemente motivado.

Você rapidamente ficará preguiçoso, e seu medo fará com que crie um milhão de desculpinhas para justificar que aquele objetivo no fim das contas não era pra você. Afinal, você está na correria, está sem tempo, e nem era isso o que você queria. Certo, certo…

Não? Bem, para aumentar o desejo emocional em alcançar qualquer objetivo na vida, é importante ter a seguinte fórmula mágica em mente:


80% DO SUCESSO É PSICOLÓGICO E 20% É MECÂNICO

Sabe o que isso quer dizer?

Para qualquer coisa dar certo (sucesso), a maior parte é definida pelo que se passa pela cabecinha do cidadão: seus medos, sua inspiração, seu tesão, sua dignidade de dar um passo adiante e esbravejar “É ISSO O QUE EU DECIDI E PONTO FINAL”.

Os tais 20% mecânicos são a parte de como fazer. Muita gente conhece a história da lâmpada elétrica: primeiro, o Thomas Edison colocou na cabeça que inventaria a lâmpada. E daí em diante, tentou milhares de vezes, fracassando em série… até a hora que achou o seu caminho. Esse caminho é o tal 20% da equação. Antes de caminhar, é preciso se comprometer (os 80% psicológicos).

Então quer dizer que é mais importante estar emocionalmente engajado do que ter os conhecimentos teóricos? Isso mesmo.

São poucas as pessoas que aceitam ou entendem esse conceito, afinal de contas estamos vivendo na era da informação, certo? Em geral as pessoas acham que precisam de conhecimento, de informação, das dicas secretas de como fazer isso ou aquilo.

B.O.B.A.G.E.M.

Ou será que você não conhece nenhum senhor (ou senhora) obeso(a), que conhece absolutamente todos os tipos de dieta, incluindo a dieta da sopa, dieta da lua, dieta da USP… incluindo a do Atkins, a South Beach… sabe de cor a tabela de calorias e os exercícios cardiovasculares… etc etc etc…

… e mesmo assim não faz o que tem que ser feito?

Veja que estamos diante de um grande paradoxo e ironia do ser humano dito racional: a pessoa quer emagrecer (tem vontade) e conhece os exercícios e dieta necessários (tem o conhecimento). O que é que está faltando?

Tony Robbins explica: falta gerenciar o estado emocional. E isso é feito usando duas técnicas.

COMO GERENCIAR O ESTADO EMOCIONAL

UM: Mudança radical em sua fisiologia.

DOIS: Mude onde você focaliza sua atenção.

Simples assim. Mudança na fisiologia e controle do foco de atenção. Vamos entender melhor cada um deles.

Primeiro, a fisiologia.

A fisiologia nada mais é que seu corpo físico. Fique cabisbaixo, jogue seus ombros pra frente e faça uma cara de bunda. E agora diga em voz baixinha “hoje é o dia mais feliz da minha vida”.

Reparou como assim você não engana ninguém?

Para se sentir confiante, para ter a determinação de um homem de verdade que vai atrás do que quer, que modela e escolhe o próprio destino, você deve se portar como um líder!

Sente direito. Erga a cabeça. Respire de modo confiante e profundo. E principalmente mude a forma como você move seu corpo e se expressa.

Qualquer pessoa que dança ou pratica esporte sabe disso. Numa hora você está paradão, com preguiça de tudo. Sua mente começa a criar diálogos internos e você fica preocupado, viajando nas idéias.

Até que chega a hora de ir para a aula de dança de salão, ou para aquele futebolzinho esperto da semana. E tudo se transforma. Naqueles cinquenta minutos que se seguem, nada mais importa. É como se o tempo parasse e a sua cabeça finalmente calasse a boca.

Houve aqui uma transformação no estado emocional através da fisiologia. E você pode fazer isso a qualquer hora.

Veja como os patos agem depois de brigarem. Aliás, não apenas os patos: qualquer animal, depois de um momento de stress, dá uma chacoalhada no corpo. Que isso significa? É como um restart no Windows. Através de uma mudança na fisiologia, eles mudam seu estado emocional. E daí pra frente tudo fica numa boa.

Alguns seres humanos, porém, continuam estressadões por dias e dias relembrando algum pequeno incidente de trânsito, um garçom mal educado ou um assunto de trabalho… repetindo eternamente um filme mental que os deixa mais e mais irritados, apesar do evento não estar mais acontecendo. Falta se despreender, falta um movimento fisiológico. Vai transar que passa.

Segundo, o foco de atenção. Quem descobriu esse artigo pelo YouTube deve ter visto essa surpreendente combinação do conhecimento Jedi com o treinamento do Tony Robbins:

Os sentimentos e emoções dependem totalmente de onde se focaliza a atenção.
Já viu esses ricaços famosos da tevê, que têm todo o conforto possível na vida… e mesmo assim vivem infelizes, com crises, problemas com drogas, divórcio, e até suicídio em alguns casos?

Será que eles não estão focalizando nas (poucas) coisas que os deixam infelizes?
Dá para mudar o foco de atenção? SIM. Mas precisa de disciplina. E essa disciplina só aparece a partir do momento que você resolve melhorar a sua vida. Não é fácil, mas vale a pena.

Imagine a seguinte situação:

Você combinou com uma pessoa querida de se encontrar às oito da noite num restaurante japonês, no centro da cidade. Toma uma ducha, se arruma… toma cuidado para não atrasar… e chega lá pontualmente. Até dá uma olhada para ver se a outra pessoa já não estava lá. Mas não está ainda.

Então, você espera na frente do restaurante por quinze minutos. Nada. Você olha o celular, e não tem nenhuma mensagem. Daí resolve esperar dentro do restaurante. Passam mais quinze minutos e você já comeu sozinho aquela entradinha esquisita que eles servem. Você liga no celular… que está dando caixa postal.

E a partir daí? O que você sente? Raiva? Preocupação?

Quem fica bravo está geralmente focalizando sua atenção no desrespeito em ser esquecido sozinho no restaurante. Está relembrando que não é a primeira vez que a pessoa dá um cano.

Quem fica preocupado está focalizando a atenção em um filminho na cabeça de que pode ter acontecido um acidente. Meu Deus, essa cidade tão perigosa. E agora, o que eu faço?

Portanto, o foco de atenção está intimamente ligado ao SIGNIFICADO dado a ele.

E é a partir do significado dado é que podemos AGIR.

Essa é a segunda forma de controle do estado emocional: tomar escolhas conscientes de foco de atenção, que fornecerá um certo significado e permitindo uma ação, que determinará nossa qualidade de vida.

Será que somente existem essas duas formas de gerenciar o estado emocional? E por exemplo se eu tomar uma pinguinha, não me ajuda a ficar mais relaxado?

Sim, vai em frente, campeão. Aliás, se você quer usar um atalho e formas mais fáceis e rápidas de mudar o estado emocional, deixa comigo que eu facilito sua vida e te dou uma lista mastigadinha de atalhos:

- Usar drogas e álcool (que é apenas uma droga legalizada e aceita culturalmente),

- Assistir televisão,

- Puxar filme pornô, ficar de bate papo e outras inutilidades (quer dizer, passatempos) pela Internet,

- Fazer compras de inutilidades que você não precisa para impressionar gente que você não gosta,

- Comer aquele hamburguer triplo com bacon e queijo derretido, e ter o prazer de morder batatinhas fritas crocantes, logicamente acompanhados de coca cola light.

São cinco exemplos de GRATIFICAÇÃO INSTANTÂNEA. São pequenos truques que nos fazem sentir bem naquela hora, são fáceis e dão muito prazer imediato.

Mas qualquer ser humano com QI superior ao do George Bush sabe que o resultado continuado e acumulado de qualquer gratificação instantânea pode ser desastroso no longo prazo.

É tentador? Lógico que é! Atire a primeira pedra quem nunca tomou umas a mais ou viu uma videocassetada no domingão. Aliás, se você nunca fez nada disso, você deve ser um puta dum chato.

Na vida de sucesso, o que a gente quer é reforçar os músculos emocionais além da nossa zona de conforto para poder crescer. É igual academia: o músculo só desenvolve quando puxamos peso fazendo careta.

Ah, tem uma maneira fácil de mudar o estado emocional e que é válida. Talvez seja o único atalho que somente tem aspectos positivos, diferente das gratificações instantâneas listas acima. Será que você já adivinhou qual é esse atalho?

Dica: diga-me com quem andas… e te direi quem és.

Se as pessoas ao seu redor estão sempre resmungando, cedo ou tarde isso contaminará a sua atitude. Imagine que você tenha um filho adolescente, que ao mudar de colégio ou bairro, passa a conviver com góticos, aqueles caras que se vestem de preto mesmo no Brasil, debaixo de sol de trinta graus. Aposto um real que em poucos dias ele também vai começar a andar com roupa preta, ouvindo as mesmas músicas e com filosofia semelhante aos novos amigos.

Veja: não estou dizendo que gótico, rapper, pagodeiro, punk, roqueiro, emo ou qualquer outra tribo é boa ou ruim. O que estou dizendo é que as pessoas ao nosso redor influenciam muito como conduzimos nosso estado emocional, nosso foco de atenção e nossa fisiologia.

Mude as pessoas com quem você convive. Se você quer sucesso na vida, busque se rodear de pessoas com as qualidades desejadas e naturalmente elas a atrairão para essa realidade como um poderoso ímã. É inevitável.

Está gostando dessas dicas? Então vamos finalizar com cinco chaves de ouro. São chaves importantes para aqueles 80% de aspectos psicológicos. Vamos lá?

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