Como parar de dar notas para mulheres pode melhorar seu game
A tal Comunidade de Sedução é muito engraçada. Existem milhares de códigos, e HB10 é um dos mais usados, que significa Hot Babe 10, aquela gostosa inatingível. A graça da coisa é que justamente ao dar a nota 10 é que a mulher fica inacessível.
Eu nunca gostei de dar notas para mulher nenhuma em meus relatos. Quando o fazia, a nota que eu dava era mais para que os meus colegas pudessem entender melhor a história que eu contava, sobre minhas interações e histórias cabeludas.
Quando se olha os debates em fóruns como o Clube Alpha ou o PUA Brasil, o que mais tem é cara dizendo “vejam o meu kiss close com a loira HB10!” com direito a foto de celular upada no ImageShack ou chupinhada direto do Orkut.
Nisso, aparecem duzentos trolls ignorando totalmente o que foi escrito no relato e dizendo “ah cara, essa hbzinha aí eu dou no máximo 8″.
Mesmo se você não está entendendo nada, uma coisa você já deve ter notado: alguns homens têm mania de dar nota para as mulheres, sendo zero aquela baranga que você não pegaria nem no seu dia mais bêbado e dez aquela deusa da capa da Playboy.
A ironia do destino é que essas notas estão todas na nossa cabeça. E ao classificar uma mulher como “dez” a gente pode iniciar um momento de auto-sabotagem. Ficamos menos confiantes. Nossa abordagem é uma merda.
Eu nunca soube explicar direito esse processo. O guru de sedução que tinha chegado mais próximo do que eu pensava era o Tyler, do Real Social Dynamics (RSD). No Blueprint Decoded, ele dizia que esse modelo de colocar a mulher num pedestal e pensar “o que é que eu posso fazer para conquistá-la” estava errado, pois partia de um pressuposto que ela tinha mais valor social.
Mas mesmo assim a explicação dele não tinha me agradado 100%.
Foi só quando eu conheci o trabalho do Johnny Soporno que tudo fez mais sentido. O Johnny explica que para ele, deveriam existir quatro categorias de mulheres:
- Nossa, essa aí eu não quero de jeito nenhum
- Hm, essa aí talvez eu queira… depende do dia…
- Hm, essa aí sim eu quero. Linda!
- UAU! Essa aí … bom, ELA é que não vai querer a mim!
Esse tipo 4 seria equivalente a HB10. E para a mentalidade do Johnny, ela não deveria existir. Pois, sendo um homem interessante e com todo seu conjunto de valores e merecimento alinhados, não existe a situação em que a mulher possa não lhe desejar.
Atenção: com isso ele não quer dizer que qualquer mulher vai desejar o dito cujo. Muitas mulheres estão profundamente comprometidas com alguém. Ou estão com a cabeça totalmente voltada para um problema familiar, ou profissional. Enfim, existem muitas mulheres que não ficariam com ninguém em um determinado momento.
A outra categoria que Johnny propõe eliminar é a segunda: a do “talvez eu ficaria com ela”. Ora, se você não está tão empolgado, continuar a paquerar uma mulher que não atende seus padrões mínimos é como se considerar inapto a ir atrás do que realmente quer.
Assim, a categoria 2 desaparece. As mulheres, portanto, podem receber dois tipos de nota: ou eu quero, ou não quero. Como diria um amigo meu, “É simples assim”. Nada de ficar dando nota, e perdendo tempo em fórum de Internet discutindo se ela é HB 8 ou 8,25 (sério, eu já li isso).
Essa mudança de paradigma dá um reforço tremendo na autoconfiança, inner game e na dignidade como tratamos nossas queridas
Ibiza: um guia de baladas e pegação voltado para brasileiros
Primeira regra
A primeira coisa que qualquer brasileiro pegador que pretende ir para Ibiza é: NÃO tente sair beijando igual você faz na balada brasileira.
Se você conseguir implementar pelo menos essa dica, já vai sair no lucro. De forma resumida, a principal diferença entre o comportamento brasileiro e europeu na balada é que o brasileiro gosta de brincar de dar beijinho. Não era a Ivete Sangalo que cantava “já beijei um, já beijei dois, já beijei três”? Pois é. Na balada brasileira, a gente beija um monte e geralmente volta sozinho pra casa.
Tem milhares de motivos e aqui não é aula de sociologia, mas o meu palpite é que as raízes cristãs ainda fazem o sexo casual ser um tabu para muito brasileiro.
Por outro lado, na Europa a galera é mais descolada. É normal molecada de dezoito anos ir fazer faculdade em outra cidade e ficar independente dos pais rápido. Não tem dessa de morar com a família até a hora de casar (exceções para áreas da Itália, Portugal e Espanha onde a família fica unida mais tempo).
Resumindo a história. Aqui, o jogo é diferente, moçada. Quem vai pegar na balada é pra ir até o fim e transar gostoso. Nada de brincar de dar beijinho – isso é coisa mirim demais.
Que implicações essa mudança de paradigma traz? A mais importante de todas é que se você está num amasso com uma mulher na balada, não a abandone! Chame ela e as amigas para ir com você e outros caras para uma outra balada ou bar. E, de lá, para o seu quarto de hotel, onde você tem bebidas boas (deixe comprada uma garrafa de vodka e sucos na geladeira).
Parece óbvio, mas eu vi muito cara que por estar acostumado com a beijação brasileira, na hora de ir embora sequer pensa em levar a mulher pro quarto. Sério.
Estilos de paquera e pegação em Ibiza
Outras diferenças de jogo vão variar bastante conforme a nacionalidade da menina que você está paquerando. É inglesa? Espanhola? Italiana? De regra geral, as técnicas (outer game) de pick-up do Mystery Method, o antigo Real Social Dynamics (material do Foundations) e da turma do Lance Mason (Pickup101) funcionam razoavelmente bem.
Mas como a ilha é uma grande festa, o inner game é a parte mais importante. É a vibe, é o state do novo RSD (confiram o material do Natural Tim que é tudo a ver com a ilha). O natural game é seu grande amigo na hora de paquerar as européias em Ibiza.
Para quem não entendeu nada dos dois parágrafos acima e desconhece as diferentes técnicas de sedução, instrutores e teorias, é melhor primeiro ler mais sobre sedução. No Brasil, sei que existem três grandes comunidades, que listo em ordem alfabética: ClubeAlpha, PuaBrasil e Puas.
Se para você as tais técnicas de sedução parecem esquisitas e desnecessárias, parabéns: você é o famoso pegador nato (ou “natural player” como dizem por aí). Pule toda essa parte e vamos para a parte que interessa.
Ibiza em dois minutos: cidade de Eivissa (Ibiza town) e San Antonio (SanAn)
Ibiza é uma ilha minúscula. Das ilhas baleares (Majorca, Menorca e Ibiza) é onde mais tem festa, apesar de Majorca não ficar para trás em termos de putaria. Mas essa é história para outro post.
E em Ibiza você pode basicamente se concentrar em Eivissa (ou Ibiza) e San Antonio (chamada de SanAn pelos ingleses). Esqueça San Rafael, Santa Eulalia e outros cantos (apesar de Formentera poder valer a pena por um dia para quem curte natureza e se estiver bem acompanhado).
Em uma descrição muito superficial, Ibiza é onde fica a galera descolada e com as raízes originais da ilha. E San Antonio sempre foi o cantinho pra ver o por do sol no Café del Mar e encher a cara com os ingleses que fazem despedida de solteiro.
Por causa disso, SanAn é muito polêmica: ou você ama, ou você odeia. Na minha opinião, é algo que vale a pena conferir por uma noite. É uma putaria desenfreada, parecida com o que rola em Hamburgo e em diversas cidades da Grécia: hordas de ingleses bêbados, caídos no chão, vomitando e mostrando o lado mais vil e decadente da raça humana.
Nessas condições, trazer um grupinho de inglesas para seu hotel junto com alguns brothers não é muito difícil. A coisa complica quando elas estão em grupos grandes, como dez mulheres – mas no livro que estou escrevendo eu conto com mais detalhes algumas idéias que podem ser usadas na dinâmica social.
Por causa da má reputação, SanAn tem procurado dar uma cara nova para a região. A polícia tem ficado cada vez mais chata, implicando com gente com garrafa na mão nas ruas (nada efetivo) e azucrinando turistas, sendo que faz vista grossa às irregularidades dos grandes donos de bares. Além disso, os trombadinhas fazem a festa no meio dos turistas ingleses, e em San Antonio você não pode descuidar um segundo: se entrar na praia, é quase certeza de alguém levar sua mochila.
O que se destaca é a balada Eden, que tem oferecido a noite Wonderland com o DJ Pete Tong. A noite atrai muitas inglesinhas bem arrumadinhas, e vale a pena. Logo na frente da Eden tem a balada Es Paradis, com a Fiesta Del Agua (Water Party) que deixa o povo mais descontraído (em geral é uma balada peganínguem – tem que ter bom carisma para pegar nessa festa).
Outra baladinha menor, mas que tem atraído um público bacana, é a Plastik. E é mais barata do que a Eden ou Es Paradis que geralmente custam 30 euros para entrar. No meu livro, eu dou a dica de entrar de graça nessas festas – para receber, cadastre-se na Lista VIP usando o formulário e deixe seu email.
Em breve publico a continuação deste post, falando de Eivissa e outras dicas.
Papo zen: o que a meditação pode fazer para melhorar seu sexo

A imersão é o quarto e último elemento do Sex God Method do Daniel Rose. Em resumo, a imersão significa deixar tanto você e a sua parceira dissolverem o ego, pararem de pensar e existirem apenas na forma de emoção, sentimentos e desejo.
Quem já tem algum treinamento com meditação de desenvolvimento pessoal deve ter entendido e nem precisa ler esse texto. Mas uma boa parte dos leitores deve estar coçando a cabeça tentando decifrar. Vou tentar dar um exemplo:
- Já aconteceu de você estar almoçando com alguém, ou até mesmo tomando uma breja num barzinho ou balada com um brother… e você percebe que os olhos dele estão viajando no infinito? Como se a pessoa não estivesse ali?
É isso. Quando nós estamos muito pensativos, a nossa presença diminui. Escutamos menos. Nos conectamos menos.
Agora, imagine isso acontecendo durante a transa, que é o momento mais especial entre duas pessoas (ou mais).
Transar com sua gata pensando no trabalho, pensando no que você vai fazer depois de gozar ou mesmo pensando nas técnicas de sexo para melhorar a performance são fatais: ou a sua foda será meia boca ou a temida brochada pode impedir dela acontecer.
Falando em brochar, o Daniel Rose diz: “quanto mais você se esforça pra ficar duro, mais difícil é”.
Porra, mas como evitar de pensar? Sugiro que você procure por aí alguns textos sobre meditação. Leia o que meu amigo Gustavo Gitti escreveu no Não Dois, Não Um.
Lembre-se dos arquétipos dos ruins de cama: não tente desesperadamente a agradar no sexo. Esse é o perfil do cientista louco.
Outro motivo de ter muitos pensamentos que atrapalham é o conjunto de crenças negativas, como “meu pinto é muito pequeno”, “sexo é errado e sujo”, “essa mulher é santinha, não deve gostar de sexo safado” etc.
Veja o que eu escrevi sobre o método do Tony Robbins para lidar com crenças limitadoras.
Por fim, um comentário sobre a primeira transa com uma menina diferente: a não ser que seja uma coisa de sexo casual, um tesão grande que rolou em uma festa e vocês resolveram emendar em um motel, a probabilidade é que haja pouca imersão. Vocês não terão muita intimidade ou conforto e portanto é sempre útil ir em degraus antes do sexo propriamente dito. Tire as roupas, fique num amasso sem pressa. Faça um drink, continue a pegação. Siga o princípio do dois passos para frente, um para trás e quando ela estiver louca de tesão, aí sim você manda bala.
Sete coisas que as mulheres ODEIAM nos homens na hora do sexo
As mulheres dizem aí que nós não estamos conseguindo dar conta do recado. Quantos dos seguintes erros você comete com as mulheres?
7. Não saber o que fazer após a transa
Esse fica em último lugar no top 7, pois cada vez mais a gente tem aprendido que transar e virar de lado pra dormir acaba espantando as parceiras de melhor qualidade. Não é isso o que elas procuram.
Mas algumas vezes esquecemos que o momento do sexo é mágico e único. Nele, tudo vale e é normal e esperado que em algumas situações o casal brinque com a fantasia da mulher puta. Dizer palavrões e trocar tapas tem sentido desde que o princípio do “dama na mesa, puta na cama” seja respeitado.
Após o sexo, saiba tratar sua mulher com carinho. Tenha uma jarra de água fresca por perto, faça uma massagem, ensinando a ela alguns pontos de maior relaxamento para que ela possa também fazer em você. Não se transformem num casal enfurnado no quarto que transa o tempo todo: saia para fazer algo interessante pela cidade. O princípio da variedade do Daniel Rose cai muito bem aqui.
6. O pau amolece muito rápido e o homem não mantém ereção depois de gozar
Muita gente aqui pensa: uai, lógico! Bem, para 99% da população masculina, depois de gozar o amigão lá embaixo precisa de descanso – que pode ser de alguns minutos para adolescentes ou até um dia (ou mais) para quem está em idade mais avançada.
Solução:
Não vou entrar em detalhes muito complicados aqui, como o orgasmo múltiplo masculino. Fica para um texto futuro. O que vou comentar é algo muito usado por todos os homens: pensar em política, economia, na avó pelada, no bigode do Sarney e outras coisas que nos impeçam de gozar.
Eu tenho um amigo que usa a técnica do “pato patati patacolá”: enquanto transa, fica cantando mentalmente a música “lá vem o pato patati patacolá… lá vem o pato para ver o que que há…” E diz que funciona bem! Haha.
Grant Adams diz que o problema dessas técnicas é que elas nos afastam do momento presente e de nossa comunhão íntima com a parceira sexual. E em algum nível, consciente ou não, ela notará que você não estava presente de corpo e alma durante a transa, resultando em um sexo de intensidade emocional menor.
O que Grant Adams recomenda é focalizar na delícia que vai além do corpo dela, prestando atenção na pessoa dentro daquele corpo e o prazer que vocês estão trocando. Essa sublimação ajuda a sair do foco do tesão físico, postergando o momento do clímax sem ter que pensar em barbas e bigodes de políticos.
Para quem tem ejaculação precoce existem exercícios mais específicos – veja o que o Dr. Love escreveu sobre o assunto.
5. Homens não sabem criar tesão só com palavras
Homens se apaixonam pelos olhos. As mulheres se apaixonam pelos ouvidos. E não é a toa que os maiores comedores do mundo foram Casanova e Sartre, caras feios de dar dó, mas muito talentosos com sua comunicação.
Saiba variar, usando o princípio do “dama na mesa, puta na cama”.
Soluções:
Use as técnicas de dirty talk do Daniel Rose.
Saiba antecipar o que vai dizer: se durante as preliminares você captou que alguma fantasia ou expressão a deixou bastante excitada, é nessa tecla que você vai apertar durante o momento mais intenso do sexo. Existem dois motivos para isso.
Em primeiro lugar, você está explorando uma fantasia sexual dela. Que já é ponto para você. Mas acima de tudo isso significa que você está a ouvindo com atenção ao trazer de volta as palavras, expressões e fantasias que mais a excitam. Essa atenção e escuta ativa amplificam muito a intimidade mútua e a intensidade da sua conexão sexual.
4. Homens não sabem dar orgasmos poderosos às mulheres repetidamente
Se você é um cara exigente, provavelmente quer aquela mulher especial, aquela mulher que é “uma entre mil”.
Para isso, você tem que ser também aquele homem que é o “um entre mil”. E todos sabemos que a sexualidade feminina é uma coisa tão complexa que dá pra escrever um livro só sobre o tema de orgasmos femininos.
Por isso estou preparando um método de fácil compreensão e com exercícios práticos, usando como referências o material do David Shade, David Deida, Steve Piccus, Daniel Rose e outras surpresas.
Quando ficar pronto, pretendo enviar um arquivo em PDF para quem estiver cadastrado na lista From Victor With Love – Diário. Basta ir pro topo da tela, no canto direito e preencher seu nome e email. Se quiser, deixe também uma pergunta que eu posso responder aqui no blog.
3. Homens não sabem cruzar a fronteira entre o encontro casual e o primeiro beijo
Sabe o famoso “Posso te beijar?” NUNCA faça essa pergunta!!!! (sim, merece quatro pontos de exclamação)
Eu sempre tive muitas amizades com meninas desde a época de colégio. Para fazer uma confissão aqui, eu era do tipo franzino, desses que gostava de passar a hora do intervalo com meninas do que com os moleques jogando bola. Existe uma explicação psicológica para esse comportamento, mas fica para outro texto.
O que quero contar é que, desde minha pré-adolescência, eu sempre soube que essa é a pergunta mais idiota que um ser humano de par de cromossomos XY pode fazer a um ser humano de cromossomos duplo xis.
Em todos os círculos sociais, desde as meninas mais comportadas até as mais libertinas, sempre havia alguma hora que elas contavam para toda a rodinha que haviam saido com algum fulano, que em certo momento perguntou se podia as beijar. E que elas brocharam totalmente, óbvio. E todos da rodinha comentavam “Que cara burro – beijo se dá, não se pede!”
E eu guardei essas histórias comigo. Nunca tinha entendido muito bem, pois na minha lógica masculina fazia muito sentido pedir autorização. Somente depois de muitos anos é que entendi que o maior erro que um homem pode cometer é entregar seu poder à mulher.
Solução:
Caso você ache que vale a pena dar uma calibrada e anunciar o seu beijo, ao invés de perguntar se pode beijar, olhe para os olhos dela, acaricie seu cabelo e, muito lentamente e com uma voz intensa e profunda, diga algo como “você é linda demais, eu preciso te beijar” ou “não consigo mais me controlar, vou te beijar agora”.
2. Homens não conseguem ler os sinais femininos
Essa é tão comum que virou motivo pro Freud se perguntar: o que querem, afinal, as mulheres?
O fato é que tem coisas que ninguém quer verbalizar. Veja: Já aconteceu com você de beijar uma menina que tinha a língua dura? Não é uma merda? São poucos os homens que têm a ginga de dizer pra menina que o beijo não está bom e ensinar como é que faz.
Geralmente, a gente fica com ela por alguns minutos e desaparece.
É exatamente isso o que as meninas fazem com caras que beijam e transam mal. Primeiro, elas mandam alguns sinais de que a coisa não está boa. Se você não sacou, babau – game over e não tem ficha de continue.
Solução:
Grant Adams entende que ao invés de quebrar a cabeça tentando enxergar os sinais malucos que as mulheres pensam estar dando, é melhor que o homem seja proativo e crie as situações que permitam que elas compartilhem seus desejos profundos conosco.
Como tudo ligado à comunicação, o rapport é essencial: sem a confiança, ela não dirá nada. Primeiro trabalhe nesta parte. Todos os grandes experts em relacionamentos e sexo reforçam a necessidade da confiança mútua para o sexo de qualidade.
Criando a confiança através de intimidade e você se abrir primeiro (regra you go first da programação neurolinguística), a mulher poderá se sentir mais à vontade para lhe dizer o que sente e o que deseja.
1. Confiança sexual
Chegamos ao top 1. Muitos de nós somos bonzinhos demais. E todo mundo sabe que o bonzinho fica em casa batendo punheta enquanto o canalha está bem acompanhado por mais de uma mulher – ninguém disse que a vida na Terra seria justa a todos.
Outro perfil de homem que não tem suficiente confiança sexual é o que pensa demais. Pensa em tudo, inclusive em sexo. A ponto de quando ele está no meio da transa, fica pensando em como vai contar pros amigos depois, pensando no tamanho e dureza dos peitos da menina, pensando na melhor posição que a agrade… pensa tanto que acaba se desconectando do presente.
Para ambos esses perfis, falta confiança sexual. Algumas vezes, o cidadão tem uma crença de que sua barriga está broxante. Nos movimentos sutis de sua linguagem corporal e na conversa essa falta de confiança é revelada – e a menina que antes podia achar o cara interessante acaba pulando fora, pois ele é o principal agente de estabelecer a crença de que ele não é atraente.
Vamos ver o que fazer?
Soluções:
Primeiro, comece a se educar. A base da confiança é a competência. E para competência, precisamos de conhecimento. Aprenda sempre.
Entre os materiais de desenvolvimento pessoal de fácil acesso na net, recomendo o blog do Gustavo Gitti e a coluna do Dr. Love.
Aqui no From Victor With Love – Diário, a página central para os materiais de sexo está centralizada em http://fromvictorwithlove.com/diario/sexo/
A segunda dica é começar seu desenvolvimento mental e espiritual para aumentar seu nível de presença e imersão. Calma: nada muito exótico. Ninguém precisa de acender incenso e ruminar ohmmmmm na posição de lótus. Vou explicar.
Imersão, de modo simples, é aquela bolha de amor entre você e a sua mulher. Nada mais existe, nada mais importa. Você não está pensando no timão, nas contas a pagar, e nem mesmo pensando se ela vai gozar ou não. Quando temos imersão e presença, as histórias e filmes mentais de ex-namoradas e traumas do passado não existem.
Nós homens temos algo em comum: gostamos de construir coisas. De acumular. De passar de nível no videogame. De crescer.
Porém existem horas que a solução dos problemas não está em adquirir mais e mais. A solução é o contrário: eliminar o LIXO que temos dentro de nós. As crenças limitadoras que foram enfiadas pra dentro por causa de filmes românticos e irreais de Hollywood, de novelas da Globo, traumas familiares de infância e relacionamentos anteriores que não deram certo.
A melhor forma de jogar fora essa tralha do passado é viver o momento presente. Se você ainda não tem, recomendo muito comprar o livro Praticando o Poder do Agora do Eckhart Tolle. Use esse link do Submarino – a entrega é rápida e como o link é afiliado eu recebo uma pequena comissão que me ajuda a manter o Diário atualizado.
Roteiro Escandinávia: Estocolmo e Tallinn usando a Viking Line

“Victor, meu orçamento aqui está bom. Dinheiro não é problema.
Meu maior limitador neste momento é o tempo: uma semana viajando pela Escandinávia, com o objetivo de conhecer gente bacana e pegar mulher! Por enquanto estou com Estocolmo e Tallinn na cabeça, além da infame viagem de navio com a Viking Line. Tem alguma outra opção?
Vou pra lá a partir de Ibiza – será que vale a pena?
Bruno”
Fala Bruno, beleza? Bom saber que você está sem a limitação da grana, que é onde pega pra maior parte das pessoas.
No SEU CASO apenas, o que eu recomendaria, se você tiver tempo, é fazer uma pesquisa pela Internet e ver qual é o tipo de mulher que te agrada mais. São as suecas? As estonianas? Finlandesas?
Te explico o motivo dessa recomendação: ao invés de você passar essa semana da Escandinávia e Báltico pulando de cidade em cidade, eu te recomendaria ficar no máximo em DUAS cidades.
Loucura né? Tanta coisa boa na região pra visitar…
Mas, quando a gente tem em mente viajar como um conquistador e trazer ótimas memórias pra casa desde um sexo casual ou até um namoro sério que pode ser um relacionamento pra vida toda, pense no seguinte: você vai querer passar bastante tempo em lugares mais fixos.
Uma menina que te deu telefone pode querer muito te ver. Mas imagine que você a conheceu na rua, durante o dia, e ela só pode sair no fim de semana. Ou imagine que você na primeira noite de balada levou a menina pro seu hotel, vocês se deram muito bem juntos, e querem se reencontrar no dia seguinte. E no outro. E no outro.
Entende? Por todos esses aspectos de logística, eu te diria para não transitar em mais de duas cidades durante essa semana.
Mas e aí? Estocolmo? Tallinn? Riga? Copenhagen? Helsinki?
Vai depender do seu gosto. Não tem como eu te recomendar algo sem saber qual é sua preferência.
Por isso eu disse para você usar a Internet se ainda estiver no Brasil e ir puxando papo com gente desconhecida. Veja os artigos que eu escrevi sobre o Couchsurfing e o Facebook, que são ótimas redes sociais.
Espero que assim você tenha uma idéia melhor do que é que vai te agradar mais.
Como o dinheiro não é problema para você hoje, imagino que não será problema no ano que vem, quando você voltará pra conhecer mais coisa!
Abraço e deixe um comentário se tiver algo mais em que eu possa ajudar.
Victor
(Quer mandar sua pergunta sobre viagens na Europa e mulherada para que eu responda? Entre pra lista deixando seu primeiro nome e email no campo superior direito da página e escreva com clareza qual é a dúvida)
Trazendo variedade para a cama
Esse é um dos quatro elementos do Método do Deus do Sexo do Daniel Rose. E a idéia é simples: uma coisa boa, em exagero, e todo dia… enjoa.
O Daniel Rose conta uma história engraçada no livro dele. Diz que certa vez estava no rala e rola com sua dama dentro do quarto. E sem querer tinha deixado a porta encostada, sem trancar.
Como ainda era estudante, ele dividia esse apê com outros caras. E de vez em quando o casal fornicador percebia que os caras que dividiam o apê passava pela porta, dando uma espiada na lambança.
Ora pois, ao invés de se indignarem, ficarem com vergonha ou tomar outra atitude puritana, isso os deixou ainda mais excitados. E deram seu showzinho de modo a todos ficarem de pau duro. Mais detalhes além desse ponto não são necessários.
O ponto deste post é o seguinte: como foi muito legal, o Daniel repetiu a coisa. E em outros dias continuou deixando a porta aberta. Resultado: depois de um tempo, ninguém mais queria espiar o casal. E a própria namorada lhe disse “meu, fecha a porta, vai”.
O segredo do amante de múltiplas faces é se transformar em diferentes personagens. Usar técnicas de sexo variadas. Em um dia ser o amante tântrico, noutro dia um romântico passional e logo após um tarado animal.
E isso se aplica em todo o ritual do sexo. Já viu nesses fóruns de Internet e revistas masculinas e femininas as pessoas discutindo sobre a importância de fazer o aquecimento? Sempre aparece alguém querendo cagar regra dizendo “meninos, se vocês não sabem fazer o foreplay direitinho beijando os peitos, chupando a menina, ela não vai gozar blablabla”.
Sim. O aquecimento é importante. Mas se o cidadão repete a mesma rotina sempre, vai enjoar. Eu mesmo fazia esse erro com minhas primeiras namoradas. Era muito previsível: beijava, tirava a blusa dela. Depois a calça. Beijava mais e tirava o sutiã. Beijava os peitos e ia descendo pela barriguinha, abaixando a calcinha. Oral. Tirar a minha roupa. Oral (ela em mim). Sexo. Gozar. Beber água. Mais robótico, impossível.
Nunca seja previsível, nem no sexo nem em qualquer outro momento da sedução. Depois de um tempo juntos, essa imprevisibilidade tem uma importância menor. Aliás, o David Deida recomenda que, para reforçar a polaridade masculina, a gente exercite a capacidade de ser sempre sólido e com pouca oscilação. Mas esse é papo para outro post.
A gozada imprevisível é um exemplo da variedade: gozar na cara, gozar na boca, gozar dentro da camisinha, não gozar, gozar nos peitos, gozar no cabelo. E haja Kleenex!
Atiçando a mulher sexualmente: provocando… e se afastando

Quem leu meus textos comentando o Sex God Method do Daniel Rose ainda deve se lembrar dos três princípios básicos de sexualidade e dos quatro elementos do sexo de qualidade: dominação, emoção, variedade e imersão.
Hoje a conversa é sobre um aspecto de emoção fundamental: saber provocar a mulher.
E se você esquecer de tudo, pelo menos memorize e entenda esse ritmo: dois passos para frente, um passo para trás. Essa é a fórmula clássica do aumento de tesão.
Para ilustrar, imagine que você está naquela pegação violenta, de morder os beiços, chupar o pescoço, baba para todo lado, a jogando contra a parede. É o ápice da pegada.
Quando chegar nesse ponto, pare. Diga “ufa” ou algo semelhante, e vá pegar um copo de água gelada. Eu conheço um cara que chuta o balde totalmente e ao invés de água ele vai checar o email – hahaha. Não carece tanto.
Em geral, quando o cara faz isso com uma mulher com quem ainda está nos primeiros momentos de uma curtição (pré-namoro), a mulher fica encucada, confusa e puta da vida. Porra, vai parar na melhor hora? É quase igual aquela dor no saco quando a mulher está se agarrando com você e daí ela pede um minutinho para ir ao banheiro.
É exatamente esse vazio que você quer causar, por apenas alguns breves instantes. Pois quando ela se aproximar de você para ver o que está acontecendo, você retoma a putaria no estado máximo. Isso a surpreende e deixa doidinha. Lembre-se: sempre dois passos para frente e um para trás.
Um outro exemplo de antecipação é ao chupar seus peitos ou buceta. Ao invés de chegar desesperado lambendo igual gato esfomeado, dê apenas uma baforada quente, sem tocar. Crie a expectativa!
O Daniel Rose também fala da técnica do espaço aberto. Quando fizer o sexo oral na sua gata, use seus dedos indicador e médio para abrir a entrada da vagina. É outro modo de criar a expectativa.
Veja que, como toda técnica que inclui seus dedos em partes íntimas, é essencial ter as unhas muito curtas e as mãos SEMPRE limpas. Quando perceber que você está em um lugar com intimidade e que vai rolar alguma coisa, antes de começar qualquer coisa, dê um pulo no banheiro e lave as mãos muito bem. E se a toalha disponível estiver meio usada, é melhor deixar secar naturalmente.
Recomendo muito aos interessados no sexo de qualidade a procurar o material original do Daniel Rose, que tem muitas outras dicas. Uma delas é a metida curta: segure seu pinto com a mão de modo a apenas deixar a cabeça do pau para fora. Diga que ela é uma menininha e que não aguentará tudo, e então é apenas isso que ela vai receber.
Mande ela implorar por mais. Dessa vez, enfie um pouquinho a mais e continue dizendo que ela não vai aguentar tudo. Detalhe: se seu pinto é menor que a média (dizem aí que é quatorze centímetros), tenha noção que ao invés de dizer que ela “não vai aguentar”, diga que ela “não merece tudo”. Lá pelas tantas que ela estiver totalmente louca, daí sim você mete tudo e aguarda os gemidos de prazer.
Para casais que curtem coisas mais ousadas, você pode usar a idéia de provocar em qualquer situação. Quando estiverem os dois sentados ao lado em um local público, coloque uma mochila no colo, ou aproveite a mesa do restaurante e comece a acariciá-la. O Sex God Method vai ao limite e até conta casos de quem transou em lugares proibidos, como na cama de amigo puritano, cama dos pais da menina e até na igreja. Pessoalmente, eu acho que o Daniel Rose foi radical demais, mas cada um sabe o que faz.
Caso vocês transem em uma situação proibida dessas e depois voltem ao público, ele dá uma idéia que eu achei legal: você guarda a calcinha dela no bolso, e diz que ela não pode a colocar de volta. Durante toda a noite (ou dia?) ela estará com a sensação de estar sem a calcinha, continuando a idéia da perversão. Legal pra ser usado depois de uma pegação em banheiro de balada.
Uma explicação ao leitor Joselito: antes de sair todo empolgado colocando essas idéias em prática, pense se as técnicas mais radicais têm a ver com você e sua menina, senão fica muito forçado e artificial. Na dúvida, a melhor coisa é ir leve e sempre prestando muita atenção no feedback dela.
Anthony Robbins e as cinco chaves para o sucesso e poder pessoal
Essa é a continuação do texto sobre o que Tony Robbins fala sobre o poder de foco Jedi. Ficaram faltando as cinco chaves de ouro para abrir o potencial psicológico.
CHAVE UM: Eleve seus padrões
Essa é tão importante que merece ser listada como a primeira chave do sucesso. É a única coisa que cria uma mudança duradoura.
Em português claro, é transformar o “devia” em “vou”.
Todo mundo tem uma lista de “eu devia”: “eu devia passar mais tempo com minha família, eu devia ler mais, eu devia perder peso…”. E o que acontece quando não fazemos nada disso? Ficamos frustrados, estressados e nervosos. Sentimos que nossa palavra não vale nada.
Ao transformar esse “devia” em um “vou”, a gente arruma um jeito e faz. Quando a gente dá um BASTA e diz que nunca mais vai engolir uma situação dessas, nunca mais vai fazer determinada coisa, é aí que estamos elevando nosso padrão.
Pense nisso: o ser humano sempre consegue obter aquilo que ele absolutamente precisa. Até os nômades que vivem no meio do deserto. Se seu filho estivesse morrendo e precisasse de um tratamento que custasse xis reais por mês, tenho certeza que você arrumaria algum jeito para levantar a grana. Nem que tivesse que limpar privada de rodoviária. Você dá um jeito. Porque é necessário.
Se você não está atingindo seus objetivos agora, é porque eles estão na caixa do “eu devia, eu poderia…”
Mude isso. Coloque essa lista na caixa do “eu vou”.
Pense nos seus conhecidos, ou pense naqueles desconhecidos que você via na academia quando se matriculou. Não tinha aquele grupinho que SEMPRE estava lá, malhando? Não interessa se você era um turista de academia, indo uma vez por semana… ou indo cinco vezes por semana. Sempre você via aquelas figurinhas carimbadas.
Por que certos conhecidos nossos (ou essas figurinhas carimbadas) estão lá sempre, mais do que a gente? Será que eles têm mais tempo? Não. Tempo, todo mundo tem igual.
O que diferencia é que para eles, a academia é uma prioridade. É um VOU. É uma necessidade. E para quem vai pouco, e falta nos treinos, a academia é um “ah, eu devia ir hoje… mas tá chovendo…”
Exercício: o que é que existe na sua vida que está na caixa do “eu devia” que merece ser transportada para a caixa do “EU VOU”? É algo de sua carreira? Um cuidado pessoal com seu corpo e sua mente? Relacionamentos com quem importa?
Anote DOIS (apenas dois) objetivos. Pode ser um em sua vida profissional e outro em sua vida pessoal, mas lembre-se de escrever o PORQUE você fará essa mudança, jogando para a caixa do VOU.
CHAVE DOIS: Mude suas crenças limitadoras
Crenças são poderosíssimas. Aliás, crenças são como drogas. E nós somos os viciados.
Experimente, numa conversa, questionar e desafiar a crença íntima de uma pessoa. Ela provavelmente vai reagir como se fosse um viciado em crack. Alguns ficam defensivos, outros agressivos. Mexer com a crença de um cidadão é cutucar vespeiro com vara curta.
Aliás, quando a gente acredita em algo, tudo o que vemos ao redor existe para confirmar a nossa crença.
Por exemplo, eu tenho dois amigos gringos que foram para Salvador. Um deles acreditava que o Brasil era uma terra de gente feliz, de festa, de beleza. Outro foi com medo de notícias sobre criminalidade. Adivinha o fim da história?
O primeiro voltou contando mil histórias de como os brasileiros gostam de abraçar, estão sempre sorrindo. Que ganhou carona pra viajar de uma cidade pra outra. Que foi pra festas, comeu, bebeu, dançou e pulou no mar.
O outro voltou ainda mais assustado. Disse que viu gente dormindo na rua, que absurdo. Que uns meninos mal encarados começaram a seguir e ele saiu correndo.
Caminhando sobre o fogo: A nossa crença orienta o nosso foco de atenção e portanto molda nossa realidade.
E o pior é que as crenças antigas podem nos puxar para trás, podem nos impedir de crescer. É por causa da espiral do sucesso que os ricos ficam mais ricos… e os pobres ficam mais pobres.
Espiral do sucesso: se eu acredito que as coisas vão funcionar, uso meu potencial ao máximo. Portanto, minha ação é da melhor qualidade, gerando ótimos resultados. Esses resultados alimentam minhas crenças, e repetem o ciclo: na próxima vez, eu tenho ainda mais confiança que mando bem.
A espiral do fracasso funciona no caminho oposto: resultados ruins reforçam minha crença que é perda de tempo querer fazer coisas novas. Assim, no futuro eu não faço nada… ou, se fizer, faço sem ter confiança. Não uso meu potencial máximo e de novo tenho resultado de merda, o que me coloca ainda mais para baixo. E o ciclo se repete.
CHAVE TRÊS: Siga uma estratégia que funciona
Quem é leitor crítico deve estar pensando que elevar os padrões é óbvio, já que quem se contenta com pouco, pouco terá. E essa história de confiança é papo é de frutinha.
Um cara que decide, por exemplo, ver o por do sol e fica olhando para o leste não terá sucesso nunca, não importando quanta confiança ele tenha e quão seja o padrão dele em ver o melhor por do sol do mundo. Pois está usando uma estratégia ERRADA.
A vantagem é que o sucesso deixa pistas. Ninguém precisa reinventar a roda. Seja observador e procure as pessoas que têm sucesso nas áreas que você quer incrementar a sua vida. O que é que elas fizeram?
Siga uma estratégia que funcione.
Agora… se prepare. Pois haverá o momento em que você está todo feliz, colhendo muitos frutos, tudo está numa boa… e daí algo dá errado. Deu bosta.
ESSE É O MOMENTO QUE VOCÊ ENCONTRA SEU DESTINO. Quando você faz tudo certo e alguma coisa fora do seu controle aparece e bagunça tudo. E aqui entra a quarta chave.
CHAVE QUATRO: Fortaleça seus músculos emocionais
Você realmente está dedicado de corpo e alma, num caminho sem volta e sem desculpas, a fazer o que realmente quer… ou está só curtindo a festinha enquanto é fácil?
Já viu aquelas pessoas que usam uma pulserinha amarela de borracha no punho? É a pulseira do Lance Armstrong. Para quem não conhece a história do Lance Armstrong, ele é simplesmente um ciclista que aos 25 anos descobriu que tinha câncer nos testículos. Um problema bastante grave para um ciclista profissional. O câncer se espalhou ainda pelos seus pulmões e cérebro.
Enquanto a maior parte das pessoas perderia as esperanças e começaria a culpar o mundo, achando que estivesse sob um castigo divino, Lance decidiu tomar controle absoluto sobre seu destino. Ele treinou com uma firmeza ainda maior, dando o significado ao seu foco de que esta era uma oportunidade de se desafiar.
Lance simplesmente venceu, por sete anos consecutivos, a maior competição de ciclismo mundial: o Tour de France . Em primeiro lugar.
A história de Lance Armstrong é um exemplo de que com uma solidez de realidade e inabalável vontade de vencer, obstáculos externos são irrelevantes. E para quem não se convenceu da gravidade da situação, um colega meu da PdH escreveu com detalhes como é o processo de diagnóstico, cura e recuperação do câncer de testículo. Bem foda.
CHAVE CINCO: Dê muito mais do que você espera receber
Por fim, a última chave. Encontre uma maneira de fazer pelos outros muito, muito mais do que qualquer pessoa de sua área.
Se você está com a mentalidade de dar, para poder receber, então seus resultados serão limitados e tímidos. A vitória acontece quando você sente genuinamente que deu o melhor de si para a maior quantidade imaginável de pessoas.
Os resultados inesperados que virão são infinitamente maiores do que no pensamento comercial de dar para receber. Essa é a máxima do Keith Ferrazzi, autor do Nunca Almoce Sozinho! <– Link patrocinado do Submarino. Se você comprar o livro ou qualquer produto, eu posso fazer alguma mulher feliz no mundo presenteando-a com uma (só uma) flor.
Keith costuma dizer: “never keep score”. Ou seja, nunca fique contando quantos favores você fez para alguém para contabilizar quantos pode receber de volta. Essa é a mentalidade de escassez mais autolimitadora do mundo e prejudicará seu sucesso.
Quais outros limites nós colocamos a nós mesmos?
Anthony Robbins e o foco do poder Jedi – usando o STATE (estado emocional)
Roberto Carlos já dizia “o importante é que emoções eu vivi”.
E por que é importante viver emoções? É que as emoções fazem parte de nossos desejos mais secretos e poderosos, e são chave para transformação.
Você deseja um carro importado de modelo exclusivo. O que será que alimenta esse desejo? É a quantidade de quilometros que o carro percorre por litro de gasolina? A potência do motor e todas as demais estatísticas que a Revista Quatro Rodas apresentou?

Detalhes técnicos v. emoção do desejo
Não.
A Ficha Técnica do carro serve para o processo psicológico de RACIONALIZAÇÃO. São justificativas racionais que tentam explicar o impacto emocional, pois o verdadeiro desejo começa na emoção.
Já viu quando a mulher diz “comprei essa jóia, gastei uma fortuna mas é um investimento“. Investimento? Melhor do que colocar em um fundo de aplicação? Pois é: eis aqui outro exemplo de racionalização.
Voltando ao exemplo do carro: não queremos o carro!
O que queremos no final das contas são as emoções proporcionadas pelo o carro. Queremos, como cantava o Rei, viver as emoções.
Para ser ainda mais polêmico, podemos dizer que não queremos aquela determinada pessoa amada. O que queremos, na verdade, são as emoções que explodirão em nossos hormônios ao estar com ela.
E. MOÇÃO. A palavra emoção vem do latin e (para fora) e movere (mover). A forte emoção nos toca, nos agita, nos move de modo que não somos mais os mesmos.
Será mesmo?
Vamos fazer um teste sobre todo esse papo de emoções: quando foi a última vez que você teve uma emoção fortíssima, a ponto de celebrar gritando com todo o ar em seus pulmões?

Será que foi em 2002, quando o Brasil ganhou a Copa, metendo dois a zero na Alemanha? Ou quando seu filhão nasceu?
Pense na situação que você teve essa emoção poderosa.
Pronto?
Agora, uma surpresa: você não precisa de nenhuma dessas desculpas para celebrar. Nada disso é necessário. Pois a euforia dessa forte emoção veio de dentro de você e, portanto, pode ser acionada através de uma decisão consciente, usando sua cabeça.
Isso é o que Anthony Robbins chama de “gerenciar seu estado emocional” (manage your state).
Até agora tudo o que foi dito é puro bom senso, nada de novo até aqui. Mas vale a pena anotar e entender a seguinte frase, pois mudará sua vida para sempre: a chave para criar qualquer coisa em sua vida é gerenciar seu estado emocional.
Ao aprender a gerenciar seu estado emocional, não haverá ABSOLUTAMENTE NADA que você não possa fazer ou alcançar.
Por outro lado, caso seu estado emocional seja fraco, você não terá a garra necessária para fazer nada além de apertar botões do controle remoto e fazer o mínimo necessário no seu trabalho e na sua vida social. Vai viver como um zumbi devagar em modo reativo.
Agora, imagine que seu objetivo de vida foi alcançado. Como você se sente? Se sentiu um “êeba” que durou cinco segundos, tenha certeza de uma coisa. Isso não é suficiente e cérebro não está suficientemente motivado.
Você rapidamente ficará preguiçoso, e seu medo fará com que crie um milhão de desculpinhas para justificar que aquele objetivo no fim das contas não era pra você. Afinal, você está na correria, está sem tempo, e nem era isso o que você queria. Certo, certo…
Não? Bem, para aumentar o desejo emocional em alcançar qualquer objetivo na vida, é importante ter a seguinte fórmula mágica em mente:
80% DO SUCESSO É PSICOLÓGICO E 20% É MECÂNICO
Sabe o que isso quer dizer?
Para qualquer coisa dar certo (sucesso), a maior parte é definida pelo que se passa pela cabecinha do cidadão: seus medos, sua inspiração, seu tesão, sua dignidade de dar um passo adiante e esbravejar “É ISSO O QUE EU DECIDI E PONTO FINAL”.
Os tais 20% mecânicos são a parte de como fazer. Muita gente conhece a história da lâmpada elétrica: primeiro, o Thomas Edison colocou na cabeça que inventaria a lâmpada. E daí em diante, tentou milhares de vezes, fracassando em série… até a hora que achou o seu caminho. Esse caminho é o tal 20% da equação. Antes de caminhar, é preciso se comprometer (os 80% psicológicos).
Então quer dizer que é mais importante estar emocionalmente engajado do que ter os conhecimentos teóricos? Isso mesmo.
São poucas as pessoas que aceitam ou entendem esse conceito, afinal de contas estamos vivendo na era da informação, certo? Em geral as pessoas acham que precisam de conhecimento, de informação, das dicas secretas de como fazer isso ou aquilo.
B.O.B.A.G.E.M.
Ou será que você não conhece nenhum senhor (ou senhora) obeso(a), que conhece absolutamente todos os tipos de dieta, incluindo a dieta da sopa, dieta da lua, dieta da USP… incluindo a do Atkins, a South Beach… sabe de cor a tabela de calorias e os exercícios cardiovasculares… etc etc etc…
… e mesmo assim não faz o que tem que ser feito?
Veja que estamos diante de um grande paradoxo e ironia do ser humano dito racional: a pessoa quer emagrecer (tem vontade) e conhece os exercícios e dieta necessários (tem o conhecimento). O que é que está faltando?
Tony Robbins explica: falta gerenciar o estado emocional. E isso é feito usando duas técnicas.
COMO GERENCIAR O ESTADO EMOCIONAL
UM: Mudança radical em sua fisiologia.
DOIS: Mude onde você focaliza sua atenção.
Simples assim. Mudança na fisiologia e controle do foco de atenção. Vamos entender melhor cada um deles.
Primeiro, a fisiologia.
A fisiologia nada mais é que seu corpo físico. Fique cabisbaixo, jogue seus ombros pra frente e faça uma cara de bunda. E agora diga em voz baixinha “hoje é o dia mais feliz da minha vida”.
Reparou como assim você não engana ninguém?
Para se sentir confiante, para ter a determinação de um homem de verdade que vai atrás do que quer, que modela e escolhe o próprio destino, você deve se portar como um líder!
Sente direito. Erga a cabeça. Respire de modo confiante e profundo. E principalmente mude a forma como você move seu corpo e se expressa.
Qualquer pessoa que dança ou pratica esporte sabe disso. Numa hora você está paradão, com preguiça de tudo. Sua mente começa a criar diálogos internos e você fica preocupado, viajando nas idéias.
Até que chega a hora de ir para a aula de dança de salão, ou para aquele futebolzinho esperto da semana. E tudo se transforma. Naqueles cinquenta minutos que se seguem, nada mais importa. É como se o tempo parasse e a sua cabeça finalmente calasse a boca.
Houve aqui uma transformação no estado emocional através da fisiologia. E você pode fazer isso a qualquer hora.
Veja como os patos agem depois de brigarem. Aliás, não apenas os patos: qualquer animal, depois de um momento de stress, dá uma chacoalhada no corpo. Que isso significa? É como um restart no Windows. Através de uma mudança na fisiologia, eles mudam seu estado emocional. E daí pra frente tudo fica numa boa.
Alguns seres humanos, porém, continuam estressadões por dias e dias relembrando algum pequeno incidente de trânsito, um garçom mal educado ou um assunto de trabalho… repetindo eternamente um filme mental que os deixa mais e mais irritados, apesar do evento não estar mais acontecendo. Falta se despreender, falta um movimento fisiológico. Vai transar que passa.
Segundo, o foco de atenção. Quem descobriu esse artigo pelo YouTube deve ter visto essa surpreendente combinação do conhecimento Jedi com o treinamento do Tony Robbins:
Os sentimentos e emoções dependem totalmente de onde se focaliza a atenção.
Já viu esses ricaços famosos da tevê, que têm todo o conforto possível na vida… e mesmo assim vivem infelizes, com crises, problemas com drogas, divórcio, e até suicídio em alguns casos?
Será que eles não estão focalizando nas (poucas) coisas que os deixam infelizes?
Dá para mudar o foco de atenção? SIM. Mas precisa de disciplina. E essa disciplina só aparece a partir do momento que você resolve melhorar a sua vida. Não é fácil, mas vale a pena.
Imagine a seguinte situação:
Você combinou com uma pessoa querida de se encontrar às oito da noite num restaurante japonês, no centro da cidade. Toma uma ducha, se arruma… toma cuidado para não atrasar… e chega lá pontualmente. Até dá uma olhada para ver se a outra pessoa já não estava lá. Mas não está ainda.
Então, você espera na frente do restaurante por quinze minutos. Nada. Você olha o celular, e não tem nenhuma mensagem. Daí resolve esperar dentro do restaurante. Passam mais quinze minutos e você já comeu sozinho aquela entradinha esquisita que eles servem. Você liga no celular… que está dando caixa postal.
E a partir daí? O que você sente? Raiva? Preocupação?
Quem fica bravo está geralmente focalizando sua atenção no desrespeito em ser esquecido sozinho no restaurante. Está relembrando que não é a primeira vez que a pessoa dá um cano.
Quem fica preocupado está focalizando a atenção em um filminho na cabeça de que pode ter acontecido um acidente. Meu Deus, essa cidade tão perigosa. E agora, o que eu faço?
Portanto, o foco de atenção está intimamente ligado ao SIGNIFICADO dado a ele.
E é a partir do significado dado é que podemos AGIR.
Essa é a segunda forma de controle do estado emocional: tomar escolhas conscientes de foco de atenção, que fornecerá um certo significado e permitindo uma ação, que determinará nossa qualidade de vida.
Será que somente existem essas duas formas de gerenciar o estado emocional? E por exemplo se eu tomar uma pinguinha, não me ajuda a ficar mais relaxado?
Sim, vai em frente, campeão. Aliás, se você quer usar um atalho e formas mais fáceis e rápidas de mudar o estado emocional, deixa comigo que eu facilito sua vida e te dou uma lista mastigadinha de atalhos:
- Usar drogas e álcool (que é apenas uma droga legalizada e aceita culturalmente),
- Assistir televisão,
- Puxar filme pornô, ficar de bate papo e outras inutilidades (quer dizer, passatempos) pela Internet,
- Fazer compras de inutilidades que você não precisa para impressionar gente que você não gosta,
- Comer aquele hamburguer triplo com bacon e queijo derretido, e ter o prazer de morder batatinhas fritas crocantes, logicamente acompanhados de coca cola light.
São cinco exemplos de GRATIFICAÇÃO INSTANTÂNEA. São pequenos truques que nos fazem sentir bem naquela hora, são fáceis e dão muito prazer imediato.
Mas qualquer ser humano com QI superior ao do George Bush sabe que o resultado continuado e acumulado de qualquer gratificação instantânea pode ser desastroso no longo prazo.
É tentador? Lógico que é! Atire a primeira pedra quem nunca tomou umas a mais ou viu uma videocassetada no domingão. Aliás, se você nunca fez nada disso, você deve ser um puta dum chato.
Na vida de sucesso, o que a gente quer é reforçar os músculos emocionais além da nossa zona de conforto para poder crescer. É igual academia: o músculo só desenvolve quando puxamos peso fazendo careta.
Ah, tem uma maneira fácil de mudar o estado emocional e que é válida. Talvez seja o único atalho que somente tem aspectos positivos, diferente das gratificações instantâneas listas acima. Será que você já adivinhou qual é esse atalho?
Dica: diga-me com quem andas… e te direi quem és.
Se as pessoas ao seu redor estão sempre resmungando, cedo ou tarde isso contaminará a sua atitude. Imagine que você tenha um filho adolescente, que ao mudar de colégio ou bairro, passa a conviver com góticos, aqueles caras que se vestem de preto mesmo no Brasil, debaixo de sol de trinta graus. Aposto um real que em poucos dias ele também vai começar a andar com roupa preta, ouvindo as mesmas músicas e com filosofia semelhante aos novos amigos.
Veja: não estou dizendo que gótico, rapper, pagodeiro, punk, roqueiro, emo ou qualquer outra tribo é boa ou ruim. O que estou dizendo é que as pessoas ao nosso redor influenciam muito como conduzimos nosso estado emocional, nosso foco de atenção e nossa fisiologia.
Mude as pessoas com quem você convive. Se você quer sucesso na vida, busque se rodear de pessoas com as qualidades desejadas e naturalmente elas a atrairão para essa realidade como um poderoso ímã. É inevitável.
Está gostando dessas dicas? Então vamos finalizar com cinco chaves de ouro. São chaves importantes para aqueles 80% de aspectos psicológicos. Vamos lá?
Mulheres suecas – usando câmera para paquerar enquanto viaja pela Suécia
Sua câmera digital é uma ótima ferramenta para puxar papo com as mulheres. Veja um vídeo de caras colombianos andando pelas ruas de Gotemburgo (Göteborg) na Suécia com bom humor e pedindo que elas dissessem “Hi Colombia!”
O vídeo é meio antigo, de 2006. Dá para perceber que eles sairam pelas ruas abordando as suecas depois de ler o livro O Jogo, do Neil Strauss <— se vc clicar no link, vai cair no Submarino e se fizer a compra, eu ganho “um reau”. Se isso acontecer, me mande um email e eu faço questão de pagar uma rodada de breja quando a gente se encontrar.
Por exemplo: em um momento (03:35) eles estão na ponte e ele diz que está fazendo a rotina do gay: “I’m not gay, I’m just doing my gay routine“.
Pelo quarto minuto, ele pergunta se pode fazer um teste de psicologia, que é o ESP 1-4 do Mystery. Basicamente, é perguntar para as meninas imaginarem um número entre 1 a 4. Geralmente a resposta é 3. Como se vê no vídeo, a coisa mais importante para fazer esse ESP é ser rápido e claro de modo a não deixar que elas digam “três” em voz alta.
Hein? Rotina do Gay? ESP? Que porra é essa Batiman? Tá falando grego?
Se você está viajando, é porque não leu o livro do Style que eu indiquei no link patrocinado acima. Deixe eu explicar.
Existe no mundo todo um movimento conhecido como Comunidade da Sedução. Apesar do nome engraçado, é uma das indústrias que mais gera dinheiro e existem várias empresas que se dedicam a produzir materiais em vídeo, livros, áudio e workshops pessoais para interessados em aperfeiçoar suas habilidades sociais com o sexo oposto. Deve ter também para o mesmo sexo, mas eu desconheço.
Por volta de 2005, quando a coisa ficou mais popular, as “rotinas” eram as maneiras de se usar as técnicas de sedução. O que foi dito aí de rotina do gay é algo como se fingir de gay de modo brincalhão, para deixar as mulheres com quem se interage na dúvida se você está ou não dando em cima dela.
De acordo com quem segue essa linha, isso diminui a resistência da mulher em continuar a conversa.
Já o ESP é uma abreviação para Extra Sensorial Perception, algo como dom sobrenatural. Como é sabido que geralmente se escolhe o três dentro do intervalo entre um a quatro, acaba sendo uma brincadeirinha inocente para chamar a atenção numa conversa. Essa é outra rotininha divulgada na Comunidade pelo Mystery e Style.
Os tempos mudaram e hoje em dia são poucos os que continuam usando a rotina do gay. Ou o ESP. O que está na moda é o jogo natural, ao jogar as rotinas fora e ser “você mesmo”.
Mas isso não quer dizer nada. Se as rotinas têm alguma serventia para você, fique à vontade para usar. Seja sempre criativo e divirta-se!



