Sexo: Quem manda melhor na cama? Chuck Norris ou Leonardo DiCaprio?
É bacana ser machão, mas na hora de tornar o sexo mais intenso, vence aquele que sabe dominar as emoções.
Pergunto: Um cara que chora num filme é frouxo? É normal abrir uma cerveja gelada enquanto a sua namorada chora de raiva porque o cabeleireiro cortou a franja dois centímetros a mais do que ela queria?
Qual é o limite entre ser macho ou fresco?
Uma ótima ilustração de engomadinho afeminado que exagera no cuidado com o próprio visual está esse texto do Lemp: Imagine o cara que chega no escritório com cabelo todo arrumadinho e resmunga quando algum brother chega e alopra o penteado!
Pois é. Os extremos são fáceis de identificar. Tem cara que exagera muito para um lado e para outro.
E na dúvida, tem muito homem que prefere evitar o risco em parecer purpurinado e se fecha completamente quanto a tudo que é emotivo e sentimental. Afinal, é mais fácil ir jogar futebol, encher a cara, soltar uns arrotos e mandar todo mundo que não gostou ir tomar no cu. Certo?
Mais ou menos.
Para mim, o macho verdadeiro é aquele que é mulherengo. E por mulherengo eu quero dizer gostar de mulher além do normal. É o cara que constantemente está aperfeiçoando a qualidade do sexo.
E grande mestre do sexo entende que deve ser também um mestre da emoção. Isso quer dizer que ele é fresco, afeminado, coxinha e chorão? Não!
Vamos pegar o Chuck Norris como exemplo. A imagem pública que temos é do ícone americano da brutalidade. O cara é macho e não tem tempo pra falar de sentimentos. No bullshit. Chuck Norris é ação. O cara que se identifica com o Chuck Norris no máximo solta algo como “Eu gosto muito de você” para a namorada. Só.
Vamos agora analisar o perfil Leonardo DiCaprio. Seus personagens do cinema transbordam emoção. Em Titanic, Jack Dawson é um durango que viaja pelo mundo, arrumando confusão, pegando a Rose e de lambuja chifrando o riquinho Cal (perdeu, playboy). É uma montanha russa de emoções do começo ao fim – não é à toa que Titanic é o filme que mais arrecadou dinheiro de bilheteria em toda a história do cinema mundial.
Na vida real, não é diferente. Leonardo DiCaprio é o cara que mais comeu mulher gostosa em Hollywood e no planeta inteiro. A lista do pegador inclui Kirsten Dunst, Cameron Diaz, Christina Aguilera, Jessica Simpson e algumas dúzias de supermodelos, incluindo a nossa querida Gisele Bündchen.
O que esse lance de Chuck Norris v. Leonardo Di Caprio tem a ver com sexo? É para ilustrar a importância da emoção no relacionamento e sexo. Já escrevi no outro post que o Sex God Method tem quatro grandes pilares: dominância, emoção, imersão e variedade.
Numa hipotética competição entre um genérico de Chuck Norris e um genérico de Leonardo DiCaprio, se todos os demais elementos forem iguais, ganha aquele que tem mais emoção.
Como adicionar mais emoção na relação e no sexo?
1. Equilibrando o investimento sexual e emocional
Se você faz todos os favores sexuais, se já pesquisou sobre o ponto G, sobre orgasmo vaginal e clitoriano, raspou ou cogitou em raspar os pelos do saco para agradar mais a mulher, fez ou pensou em fazer jelq para aumentar o tamanho do pau… se fez tudo isso e coisas ainda mais bizarras e ela nem mesmo retribui com um boquete bem feito, então a relação está desequilibrada.
Se você está num relacionamento com uma gata que te dá um tesão incontrolável e sempre fornece a mandioca a qualquer hora, ela irá inconscientemente entender que você está disponível quando ela quiser. E isso não é bom para a equação sexual. Não saia colocando o pau pra fora de uma vez, saiba provocá-la.
A equação emocional é parecida. Se você sempre faz tudo, organiza surpresas para ela, manda emails e telefona além da conta, ela pode estar não retribuindo proporcionalmente. A culpa não é dela, mas sim sua.
É importante dar a ela a oportunidade de contribuir para o relacionamento. Sugira que, antes de ir até sua casa, ela traga uma surpresa. Faça com que ela mude de planos por sua causa. Deixe que ela invista em você. Isso fortalece o elo emocional.
2. Use linguagem emocional, mas não seja emo
Daniel Rose dá dicas boas para serem usadas durante o sexo: intercale frases mais brutais de dominância com coisas mais emotivas, dizendo como você ama penetrá-la e quando ela é linda quando se entrega totalmente a você. Diga que ela é sua para sempre, e que você estará sempre dentro dela. Que ela é perfeita para você.
Após o sexo, tenha em mente que se tudo foi bem feito ela começará a desenvolver sentimentos mais fortes por você. Mas é possível que ela reprima, com medo de te assustar. Sabendo disso, diga a ela como você se sente e isso facilitará com que ela se abra. Na programação neurolinguística, esse é o princípio “you go first”.
É importante saber usar conversas emocionais, mas não vire um emo chorão e meloso, pois se isso acontecer muito irá arruinar sua dominância. Aliás, a dica é exatamente a oposta: combine a linguagem emocional com a brutal. Seja contraditório. Chame-a de puta, diga que a ama, diga que estará sempre perto para a proteger e meta uns belos tapas na bunda dela ao mesmo tempo.
3. Resolver medos e insegurança
Tem muito falso Chuck Norris por aí que esbraveja da boca pra fora que é durão mas na verdade está reprimindo os sentimentos. Geralmente esse Chuck Norris de padaria era um menininho adolescente romântico que se apaixonou perdidamente por alguma vizinha ou menina do colégio e, depois de alguns dias, ou meses (OU ANOS) teve seu coraçãozinho despedaçado.
Para não se machucar novamente, o homem cria um escudo psicológico com autoafirmações de que só quer saber de putaria, que mulher é tudo vagabunda, que ele é macho sim senhor e se agachou para mijar ele já está metendo a rola. Hmmmm… será?
Isso é bastante normal também em mulheres. Quando encontramos aquelas que dizem que estão numa fase de querer curtir, que só querem fazer balada… é a mesma história do escudo do machão libertino. O medo em se machucar ou fazer papel de ridículo ao expor sentimentos é tão grande que faz as pessoas se fecharem.
Seja por esse medo ou por não querer caminhar pelas bordas do sentimentalismo afeminado, o homem cada vez mais tem dificuldade em entender e trabalhar as próprias emoções e, assim, não tem a menor condição de entender as emoções femininas e como trabalhar com elas de modo a construir um relacionamento saudável, marcante e gostoso.
Para quem interessou, recomendo fortemente continuar com a leitura do Sex God Method e também os materiais do David Deida.
Mulheres suecas e finlandesas fazendo balada no navio com muita vodka é no Viking Line
Atenção: esta página contém todos os vídeos do love boat da Viking Line que encontrei. Cuidado ao abrir!

Se você é brasileiro, mochileiro, é chegado em mulher (vulgo heterossexual mulherengo), ainda solteiro e tem planos de ir a Estocolmo, Helsinki ou Tallinn, é obrigatório saber do que se trata algo maravilhoso chamado “Viking Line“, onde as loiras suecas e dinamarquesas piram o cabeção com muita vodka, sol, bikinis e balada no navio.
Imagina participar de uma boat cruise no meio do mar escandinavo com loirinhas como as do vídeo dando beijinho selinho e preparadas para causar muito…
Olha mais duas loirinhas dentro da cabine se preparando para dar boas vindas aos mochileiros brasileiros
Se você não está entendendo nada, primeiro leia meu artigo preparado com exclusividade para a Papo de Homem Lifestyle Magazine.
Dois brothers de BH acabaram lendo o artigo e se animaram para programar a viagem. Trocamos idéia recentemente e aqui seguem as informações complementares que não estão na PapodeHomem. Aliás, que não estão em lugar nenhum: nem a Lonely Planet, nem os fóruns de viagens discutem esse assunto abertamente.
1. De Helsinki para Estocolmo… ou de Estocolmo para Helsinki?
A informação que o pessoal da Viking Line passou foi que o único Love Boat é o que sai de Stockholm e vai para Mariehamn. Essa informação não procede, pois eu peguei a balsa Stockholm-Helsinki em 2008 e foi uma maravilha! Tenho também amigos brasileiros que fizeram o mesmo roteiro em 2006 e curtiram muito o love boat.
Os barcos preferidos da moçada são o Viking Line Cinderella, Silja Galaxy e Birka Paradise. O Talink também é uma opção, mas vai só para a Letônia.
O interior de uma cabine para quatro pessoas. Dá pra fazer um bom estrago.
A informação oficial v. a realidade.
Quem olha as informações oficiais da empresa, vai notar que a Viking Line proibe o consumo de bebidas e cigarro dentro das cabines. E que é proibido tocar música. Arran. Parece aquela coisa do código de trânsito que proibe pedestre de atravessar fora da faixa…
Outra proibição que não é respeitada é o consumo de bebidas compradas no Duty Free que tem dentro do barco. As bebidas têm um imposto enorme nos países escandinavos, e tudo é caro demais. Por isso tem algumas figuras que vão para o barco apenas para encher a cara e o porta-malas do carro com dezenas de garrafas de Absolut, Smirnoff, Wyborowa, Stolichnaya e todo tipo de vodka existente. Alguns Finlandeses também vão até Tallinn, na Estônia, só com essa finalidade, por causa da diferença de preços. Mas pode tomar tranquilão a sua bebida comprada no Duty Free que não tem stress.
Realmente, aqui é onde as coisas emperram. Se você acertar em cheio estará rapidamente bem entrosado com as suecas locais fazendo festinha com muita birita dentro da cabine do Cinderella:
Se liga nesse tiozinho gordão agarrando a loirinha bêbada no corredor do navio (acho que é o Gabriella, que vai de Estocolmo para Helsinki)
Depois de você fizer amizade colorida com uma loirinha sueca na balsa, tem que cuidar dela principalmente se ela tiver tomado umas a mais… no começo do vídeo parece que ela está pagando um boquete no banheiro da cabine, mas ela está é se segurando pra não cair no chão de tão mamada de vodka…
Mais uma festinha entre amigos escandinavos dentro da cabine da Viking Line.
Repare que se você cair de paraquedas no loveboat vai ter dificuldade em se entrosar com os grupinhos mais fechados. Por isso, é muito importante logo no começo da viagem já se instalar (perca o mínimo possível de tempo para achar a sua cabine e largar as mochilas lá dentro). Vá direto para o restaurante, pegue uma cerveja e uns petiscos e comece a puxar papo com todo mundo.
É no começo, quando ainda está todo mundo reconhecendo o ambiente, que as interações são mais propícias. Fazer uma boa impressão logo no começo é a garantia de entrar dentro dos círculos sociais existentes. Claro que se você tiver feito amizade com locais na própria cidade de Helsinki ou Estocolmo e eles te acompanharem no “kryssning”, é ainda melhor!
Suecos e finlandeses e alguns russos tomando um solzinho
Seguinte: não perca tempo. Assim que o barco sair do porto, arrume umas biritas, vá tomar um sol no deck pois o verão para os escandinavos é algo muito especial. É a época em que todo mundo fica feliz, e comemora o Midsummer, que é a época de amor, flores e celebração.
Veja uns turistas malandrões xavecando as suecas
Nesse vídeo dá para ver como é o clima: qualquer pessoa que você aborda sabe que o clima é de diversão. É só ficar andando pelo navio com uma câmera, falar umas baboseiras, pedir para elas fazerem umas poses bobas e dizerem algo engraçado para você filmar, e bum – você está já engatilhado numa ótima interação. Daí pra frente é só falar que é brasileiro e as convidar pra ir olhar as fotos do Brasil que você esqueceu dentro da mochila… que está dentro da cabine. Como diria o Pelé: “Entende?”
De modo geral, os suecos, dinamarqueses, noruegueses e finlandeses são muito educados: entre eles, sempre conversam no idioma local. Mas quando você está na roda e foi aceito como amigo, eles conversam em inglês para que você não se sinta excluído.
Outro point de zoação é o karaokê. Ninguém se leva a sério, pode ir sem medo.
A pista de dança. Essa é bem maior da que eu vi – alguém sabe o nome desse navio?
Até o Tiesto já tocou na balada do Viking Line.
Alex Gaudino nas pickups
O que você tem que prestar atenção ao planejar a viagem é se informar com a moçada descolada local e descobrir quando é que vai rolar algum EVENTO legal no navio. O evento pode ser desde um um DJ famosão tocando, como o Tiesto, ou uma festona dos estudantes de intercâmbio universitário do sistema Erasmus, ou uma “singles cruise”. Pegar um barco onde tá rolando um desses eventos especiais é jackpot.
Esse é um navio com a turma da Erasmus
O lado negro: boatfuckers, bêbados toscos, losers babacas e Convenção das Bruxas
Nem tudo são flores. Como é repetido exaustivamente durante as crises econômicas, oportunidade e risco caminham juntos.
Se você tiver azar ou não planejar direito, pode ter como companhia gente assim:
Bêbados toscos precisando de um pouco de noção estética e social
Babacas que não pegaram ninguém e começam a fazer merda
Outro tipo de figurinha carimbada nos love boats da Viking Line é o homem solteiro jovem e loser. Esse tipo não tem a manha de chegar em nenhuma mulher, fica o dia inteiro batendo punheta, enche a cara e quando fica bêbado começa a fazer merda, como entupir o vaso sanitário com papel higiênico, vomitar pelos corredores e cair pelado no chão.
Felizmente o povo escandinavo é bastante pacífico e eu nunca vi nenhum deles querendo arrumar briga a toa, como aconteceria em certas baladas do Brasil. Bem, talvez eu tenha tido sorte… Enfim, o motivo de ficar longe desses caras é que eles criam uma aura negativa de 50 metros de raio. Todas as mulheres decentes se afastam desses sujeitos e eles queimam demais o filme.
Como você é turista, tem chances grandes de eles cismarem contigo e quererem se tornar seu melhor amigo. Te abraçando, alugando e falando bosta. Seja simpático, dê um sorriso e finja que você não fala inglês, nem sueco, nem francês, finlandês, português, nem nada. Daí eles desencanam e vão procurar outra pessoa para amolar. Se você responder a qualquer pergunta deles, não venha resmungar comigo se eles aparecerem do nada enquanto você está quase arrastando a sua sueca para a sua cabine e estragarem tudo.
Oportunidade e risco caminham juntos – será que vale a pena?
The unwelcome stripper: você não vai querer que um sueco entre na sua cabine bêbado e pelado. Mantenha distância e tranque a porta!
Boatfuckers: tatuados, barulhentos, agressivos, cabelo comprido e barba ruiva… seriam a versão moderna do viking? Não interessa – fato é que você não está interessado nesse tipo de companhia. Por isso, planeje direito!
Sei que é doloroso aos olhos, mas aqui vai MAIS UM vídeo dos boatfuckers para você entender bem quais são os riscos de entrar numa viagem do inferno.
O maior inimigo é você mesmo. Não encha a cara de modo algum, caso contrário você vai cair no chão e só acordar no dia seguinte, sem se lembrar de nada. Faça seu dinheiro valer!
Coletânea de clips e vídeos de suecas e finlandesas bêbadas causando no Viking Line
Engraçado que elas gostam de tomar esse gin da latinha azul… puta treco ruim!
Mais uma doidinha tomando o gin de latinha… e se preparando pra putaria
Alguém ajuda essa menina! E tira o copo da mão dela!
Mulherada causando no banheiro
Outra conversa de banheiro feminino – suecas loirinhas fumando um cigarrets, tomando breja Heineken. Parece que tá faltando homem aí pra dar uma animada nelas. Você encarava?
O guia da Suécia
Tenho recebido MUITA pergunta sobre a Suécia e todos os mitos relacionados.
Seriam as suecas difíceis de serem abordadas? Foi o que a Fabiana, dona da Comunidade do Orkut “Brasileiros em Estocolmo” disse lá no papodehomem, e ela tem muita autoridade no assunto, por morar na Suécia por oito anos e ter 11 de Europa. E ela está certa.
Para o brasileiro que não tem o game afiado, a chance de não pegar ninguém é grande. Está o Edward de prova – o coitado tá morando fora do Brasil e quase ficando virgem de novo, haha (zoeira hein Ed).
Desde que li o livro The Game – Penetrating the Secret Society of Pickup Artists do Neil Strauss, traduzido no Brasil para português pela Editora Best Seller com o título de O Jogo: A Bíblia da Sedução, descobri a comunidade da sedução.
E o The Game é apenas a ponta do iceberg. Desde ler o livro anos atrás, conheci o Neil em Londres, e me encontrei várias vezes no Brasil e na Europa com o Papa, Tyler, Jeffy e outros gurus do livro para trocar idéias. Fiz aulas com o Style (Neil Strauss) e com o David DeAngelo (Eben Pagan). Troquei idéias sobre a porn industry com o Hoobie. Falei ao telefone com o Lance Mason. Outro brother é o Zan Perrion, que me inspirou bastante e deu um apoio a criar esse blog. Enfim, fui atrás de todos os grandes mestres e montei meu método próprio.
No Brasil, existem diversas comunidades online onde se discutem assuntos de sedução em nível de detalhe profissional (existem empresas que dão workshops profissionais para isso). Das comunidades que eu participo, posso mencionar o ClubeAlpha e o PUABrasil. Existem muitas outras, e no nível internacional tem centenas de diferentes comunidades, estilos e empresas. Basta procurar por “seduction” no Google que você acha.
O resumo da história é que é possível sim descobrir a melhor maneira de se comunicar durante a viagem com mulheres que marcarão sua vida para sempre. Por alguns anos eu fui um “pua” (pick up artist, ou artista da sedução) que repetia literalmente o que eu aprendia em fóruns de internet, livros e vídeos. Hoje em dia eu já tenho meu estilo próprio e natural, e técnicas próprias para a cultura européia.
Após colocar muita coisa em prática, vendo o que funcionava melhor para mim… e conhecido mulheres especiais por toda a Europa, comecei a escrever um livro, mas é muita coisa para ser dita.
Para facilitar o processo, estou começando a escrever algumas idéias aqui no blog. E um dos projetos é um Guia da Suécia, onde vou divulgar dicas práticas para serem usadas e melhorar as interações, deixando todo mundo feliz.
Se você tem interesse em ser um dos primeiros a receber o material, cadastre-se na minha lista (sobe a tela, que tem um formulário no canto direito).
Abraço!
p.s. Esta página está em constante atualização, conforme eu vou adicionando mais conteúdo e vídeos. Para acompanhar, deixe um comentário na página e eu comento de volta quando houver alguma novidade boa.
Hora do Sexo: Falando putaria, sacanagens e palavrão durante a transa
Você sabe o que dizer enquanto transa? Ou durante a foda fica quieto ou solta frases péssimas? Para quem gosta de fazer amor romântico, rola de chamar sua amada de “minha putinha”?
Pesquisas feitas nas revistas “Nova” da vida indicam uma quantidade ENORME de caras que pisam no tomate na hora do sexo, no quesito verbal.
Será que você é um dos tipos abaixo?
- Entra mudo e sai calado desde a hora de colocar a camisinha até a hora de gozar
- Transa igual um urso gago: ohhhrrr hoorrhhhh… huuurrrrr… hmmmm…
- Solta frases chavão como “deixa eu enfiar gostoso na sua bucetinha”, “sua gostosa”, “vai, assim, que delícia”
- Solta pérolas no estilo Wando-cheirador-de-calcinha que no dia seguinte viram motivo de chacota quando ela conta para as amigas as merdas cafonas que você falou
- Fala putarias meio baixinho, rápido e afobado ou com um tom de voz de incerteza e vergonha, ou simplesmente não dá para entender picas do que você está falando
Se for qualquer um dos cinco casos acima, vale a pena repensar um pouco e usar boas técnicas para deixar a transa melhor.
Xingar, falar palavrão, perversões e teatrinhos são parte do dirty talk que rola na cama quando o casal está bastante empolgado. Assim como todas as demais técnicas, a variedade é um elemento que faz toda a diferença. Sempre falar a mesma putaria, ou sempre fazer o mesmo urro do urso cavernoso gera monotonia.
O homem que domina a linguagem verbal na cama consegue despertar efeitos psicológicos que melhoram o sexo.
Onde tudo começa: tom de voz
Trabalhe seu tom de voz, que deve ser dominante, profundo, com timbre grave, controlado.
É a voz do hipnotista poderoso, do mafioso líder da gangue, ou um imperador maquiavélico. São arquétipos que representam a masculinidade em seu extremo de ir diretamente ao que deseja, sem hesitar ou pedir permissão para ninguém.
Subcomunique confiança, calma, emoção profunda e controlada.
Como para quem não tem prática pode ser difícil de ter todas as características dessa voz no meio da metelança mais forte, você pode ir praticando quando estiver iniciando a penetração, falando baixo e bem próximo do ouvido dela. É mais fácil manter o tom grave de voz quando se sussurra.
No livro Sex God Method, Daniel Rose aborda esse tópico e sugere algumas expressões para adicionar na putaria a ser dita:
- que ela é uma menininha levada
- que a bucetinha dela está molhada
- que é gostoso meter nela
Essas três idéias são bastante simples e seguras. A partir daí podemos escalar e deixar a conversa ainda mais suja, colocando xingamentos e elementos de dominação.
Daniel Rose ainda diz que a mulher tem um potencial de desejo bastante reprimido pois a sociedade cria uma pressão repressora que em geral não recebe bem a idéia de uma mulher publicamente exibir seus desejos sexuais. Por isso, ele recomenda dizer coisas dentro desse tema:
- que você sabe que ela fica o dia todo pensando em sexo
- que ela finge ser boa moça mas no fundo é uma putinha sem vergonha
Mais uma dica do Sex God Method é adicionar posse na linguagem. Ao invés de simplesmente a chamar de puta, dizer “minha putinha” invoca o elemento de dominação. Dizer que a buceta dela pertence a você, ou que ela está molhada para você também contextualiza o sexo da mesma forma.
Submissão e poder na cama: dois lados da mesma moeda
No texto anterior eu comentei sobre o Shock and Awe do Ciaran. O princípio psicológico dessa técnica pode ser usado dizendo coisas como “olha como você me deixa”, “eu não aguento, eu fico taradão por você”.
Nessas frases, a idéia é mostrar como a beleza e sensualidade transbordam da sua parceira e são irresistíveis. Que, mesmo tentando se controlar, você não resiste e acaba sucumbindo ao poder de sedução dela. Essa temática é clássica e poderosa, além de ser um enorme elogio à mulher.
Daniel Rose combina esse lado de vulnerabilidade masculina com o extremo oposto: as técnicas de poder. Além de ser excitante para a mulher saber que ela é irresistível, é igualmente (ou mais) delicioso ser controlada por um macho. Puxe a base do cabelo dela, e a encare de frente. Diga, no melhor estilo canalha, que ela é sua e que você vai comê-la todos os dias.
No Método do Deus do Sexo, Rose sugere brincar de “sim, meu mestre”. Por exemplo, ao mandar que ela goze como uma boa vagabunda, ela deve repetir “sim, mestre!” Eu dei muita risada quando li isso, e não faz muito o meu estilo. Usei algumas vezes com diferentes parceiras, e algumas acharam esquisito, enquanto outras adoraram. Então fica bastante ao critério pessoal de cada um.
Complementando o texto com um ótimo conselho que recebi de um colega meu, as putarias devem ser personalizadas. Não se deve sair falando qualquer absurdo para qualquer moça: isso resultará numa aplicação descalibrada aleatória. Algumas vão gostar e outras vão odiar.
É importante saber com quem você está lidando e saber dominar sua linguagem de modo a ativar os desejos e fantasias mais íntimos e pessoais. Aí não tem pra ninguém.
Sexo: Posso dar um tapa na bunda da mulher durante a transa?
Antes de responder, vamos a alguns fatos aleatórios sobre dor, sexo e dominação:
- Nas conversas de boteco sempre tem aquele sujeito contador de vantagem que comenta de tapas que deu na bunda da mulher que comeu na noite anterior.
- “Um tapinha não dói” é o que diz a famosa música do Furacão 2000.
- Em filmes pornôs, invariavelmente rola uma porradaria, a ponto do traseiro da atriz ficar vermelho como uma caixa de bombom de dia dos namorados.
- Em qualquer sex shop do planeta existem diversos modelos de palmatórias, chicotes, algemas e itens que causam uma pequena dor durante o sexo.
Sendo assim, explique: porque VOCÊ tem receio em usar a dor como um tempero nas suas transas?
Caso você saiba usar bem a dor como um elemento de dominação sexual, então parabéns. Pode pular a leitura desse texto, ou deixar um comentário ensinando a gente como é que se faz.
Esse post é dedicado (hmmm) para:
- o sujeito bonzinho que foi educado pela vovó e pelos filmes da Disney e que acha errado meter um belo tapa na bunda da mulher durante a foda (desculpem, eu quis dizer “enquanto faz amor”);
- o cara que SABE que se o tapa for bem dado vai ser uma ótima idéia, mas que na hora de descer a mão acaba fraquejando e dá um tapinha de raspão bem ESQUISITO, desses que não mataria nem mosquito;
- o puritano que está lendo tudo até agora e ficando mais e mais indignado a cada parágrafo.
Para todos vocês: Caras, a verdade já foi dita pelo meu colega de PapodeHomem Gustavo Gitti no polêmico texto “Tapa na cara: por que muitas mulheres gostam?¨ , pelo Daniel Rose no Sex God Method e tantos outros gurus por aí. O tapa, bem dado, pode ser altamente excitante para a mulher.
Muita calma nessa hora.
Da mesma forma, um tapa mal dado pode ser broxante ou até dar cadeia (xadrez, prisão, xilindró ou cana – que isso fique bem claro).
Imagino que quem está lendo essa série especial de textos sobre o Método do Deus do Sexo faz parte da categoria daqueles que desejam melhorar a qualidade do desempenho sexual, e usar a dor como um amplificador de prazer.
Existem duas grandes forças envolvidas nesse caso:
1. Dor exagerada retira a mulher do estado de imersão
2. Dor controlada coloca a mulher em estado psicológico de dominação
Como um efeito secundário, a dor também pode adicionar o elemento de Variedade. E por isso os casais que já estão juntos faz muito tempo e em uma certa monotonia podem ter um grande tesão ao usar esse elemento: eles já compartilham bastante imersão e intimidade, mas precisam de variações e de dominância.
Usando dor na transa sem virar sadomaso: Menina má merece tapa de castigo
Essa é uma técnica simples e divertida. Aproveite alguma situação boba em que ela faça algo sem querer, como deixar a torneira mal fechada, ou não se lembrar de algo combinado… qualquer pretexto serve. Olhe para ela com uma cara bem séria e diga “menina malvada… merece castigo”. Disso para brincar de briguinha é dois palitos.
Segure os punhos dela com firmeza atrás das costas, colocando a barriga dela apoiada em sua coxa e abaixe as calças/saia dela. Crie uma tensão de dois segundos na expectativa, uma antecipação.
No primeiro tapa, não vacile: dê um tapa de mão cheia. Já que é para brincar, faça bem feito. Dar um tapinha fingido meia boca acaba com toda a graça. Certamente ela vai reclamar, mas você mantém a consistência da coisa e mete mais tapas, agora numa intensidade mais fraca, pois o primeiro já deve ter sido suficiente pra deixar um vermelhão.
Ao dar os tapas, fique de olho na proximidade entre os dedos e na curvatura da mão. Dependendo da bunda dela e do formato de concha que sua palma fizer, haverá um barulho mais alto ou mais abafado. Seu objetivo não é bater figurinha, e sim deixar o tapa fazer bastante barulho, que aumenta a intensidade psicológica da coisa.
Seja criativo e fale putarias diversas nesse momento. Temas ligados ao “menina má” funcionam muito bem, pois contextualizam a situação dentro de uma dominação de disciplina, que são fantasias recorrentes da mente feminina. Outra fantasia poderosa é a do estupro revelada por Nancy Friday em “My Secret Garden – Women’s sexual fantasies”.
Outro jeito de não errar a mão na hora de meter os tapas é durante a foda. A posição de quatro é a mais fácil para isso, pois a bunda dela já está voltada para você, e é uma posição sexual que por si só já traz o contexto de dominação.
Ainda de quatro, puxe os cabelos dela, voltando o ouvido dela próximo de sua boca e sussurre palavrões, misturados a como ela te deixa louco de tesão. O Ciaran, que antigamente escrevia no fórum do RSD Nation, criou a técnica “shock and awe” baseada nessa noção de que a mulher é a culpada por deixar o homem doidão. Funciona bem, pois é um elogio para a mulher combinado com vulnerabilidade do homem.
Ah, na hora de puxar o cabelo, primeiro passe seus dedos entre os fios de cabelo dela, insinuando que você fará isso. Se ela não apavorar, então você segura com firmeza e puxa uma quantidade grande de cabelo ao mesmo tempo. Puxar apenas um tufo pequeno pode doer muito ou arrancar fios, e o cabelo é uma das partes que a vaidade feminina cuida com muito carinho. Algumas mulheres topam todas as brincadeiras na cama mas não querem de jeito algum que você faça algo que possa arrancar um implante de mega-hair ou qualquer outra surpresa que nós habitantes do mundo masculino desconhecemos.
Parte especial dedicada ao leitor-Joselito
Algumas coisas não precisam ser ditas, mas sempre tem Joselito que pode entender tudo errado. Mesmo com dominância, a dor exagerada ou desnecessária incomoda muito. Se você não tem a prática necessária, deixe as técnicas mais avançadas para depois.
Antes de pensar em usar chicotes, choques elétricos, pingar gotas de parafina quente com vela acesa, bondage ou mesmo tapa na cara, faça o básico: tapa na bunda. Como as nádegas têm bastante músculo e gordura, as chances de algo dar errado são pequenas.



