Dominação: o primeiro princípio do Sex God Method

April 16, 2009 by victor  
Filed under Sexo, essencial

Usando a Dominação como um elemento para o sexo de qualidade

Quando eu comecei a estudar mais sobre sexualidade para saber quais eram os componentes de um sexo realmente bom, eu fiquei chocado ao ler tantas referências sobre dominação.

Dar tapa na cara, chamar de putinha e a forçar a chupar, segurando-a pelos cabelos…. esses conceitos eram exatamente o oposto do modelo idealizado que eu tinha na adolescência sobre como tratar uma mulher na cama.

Mas Daniel Rose, em The Sex God Method, deixa bastante claro que isso tudo faz parte da dominação, um elemento fundamental que não pode ser desprezado entre quatro paredes.

Quais são os estereótipos com características dominantes? Atletas, militares, homens de poder, bandidos, rebeldes e perigosos. Vamos explicar um pouco mais neste artigo como qualquer um pode desenvolver essas características.

Antes, vale dizer que mesmo as mulheres que não admitem que sentem atração por homens dominantes respondem positivamente às técnicas descritas aqui. Algumas racionalizam ou são tímidas demais para pedir para serem dominadas, mas quando estão diante do homem dominador, elas certamente terão uma noite inesquecível.

Guia de implementação

Treine musculação na academia. É possível queimar gordura e principalmente adquirir músculo com um treino consistente de médio prazo. Além de ser saudável, estar em forma vai melhorar sua performance sexual e logo de imediato facilitar a dominação pela sua simples aparência física.

Veja porém que a aparência é um mero detalhe. Daniel Rose diz que o corpo conta como 5% do que você realmente precisa para a dominância. Mesmo um franzino magrelo pode ser dominante se tiver a correta mentalidade.

Aqui é onde está a grande dificuldade para muitos, como era o meu caso na época de adolescente. Sempre influenciado por filmes românticos de Hollywood e da Disney, além de conselhos furados de amigas, eu criei um modelo de mundo no qual a dominância era algo errado.

Por anos, isso me dificultou muito em por exemplo dar um tapa na bunda da mulher na hora do sexo. E estou falando daquele tapa bem dado. Em algumas ocasiões, eu arriscava um tapinha contido, o que é bem broxante. Pense bem: se a bunda é a parte mais propícia para o tapa (pela composição muscular e adiposa), eu poderia bater muito mais forte sem que isso machucasse a minha parceira. Mas havia um bloqueio mental que me impedia de fazer o que era o correto.

Estou contando essa história meio embaraçosa para deixar claro que é importante uma mentalidade específica ao usar o elemento da dominância. Não basta memorizar alguns truques e achar que isso vai servir. Daniel Rose é enfático ao dizer que como homens somos naturalmente dominantes e como mulheres elas são submissas na cama (já estou me preparando para os comentários furiosos das feministas…)

Segue a tradução livre de um trecho do livro:

¨Todas as mulheres sexualmente saudáveis querem sexo dominante; algumas vezes elas querem ser tratadas como um pedaço de carne no quarto, ser violadas e usadas como uma puta. Elas querem que você rasgue suas roupas apesar de suas objeções, que você fale putaria ao pé do ouvido e se sentirem indefesas conforme você as faz gozar mais e mais. Não há nada de errado com isso: na verdade, isso é algo natural e bonito.¨

Para isso, seja sempre aquele quem lidera a interação na cama. Nunca peça por sexo ou qualquer coisa sexual. Mande ela chupar seu pau e segure os cabelos dela, puxando a cabeça na direção do seu pinto. A pior coisa é um ¨Amorzinho, me faz um boquetinho?¨ A mesma coisa vale para comê-la de quatro: jogue-a na cama, com o rosto no travesseiro e empine a bunda dela para ser comida.

(no próximo texto, continuaremos falando da dominação e seus usos mais específicos, como dar tapas e falar putaria na cama)

Obrigado!

April 16, 2009 by victor  
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Agora que estamos juntos trocando idéias, vou fazer uma apresentação mais decente. Meu nome é Victor Lee e estou feliz em poder compartilhar com você os segredos que a maior parte dos homens nunca vai descobrir sobre viagens e conquista.

Eu ralei muito para aprender os caminhos que me trouxeram a um estilo de vida com boas amizades internacionais, poder viajar sem preocupação com grana ou papelada e ter liberdade na quantidade de horas que trabalho.

E agora é hora de compartilhar essas dicas, juntando um grupo de caras com interesses semelhantes que estarão trocando idéias e se ajudando mutuamente.

Desde criança, sempre tive muita curiosidade e vontade de conhecer o mundo. Mas esse era um sonho distante, pois eu não tinha o dinheiro necessário para pagar uma passagem internacional de avião… muito menos os custos envolvidos com hospedagem, transporte local ou mesmo a sobrevivência mínima com comida.

Só na época da faculdade é que consegui viajar pela primeira vez para a Europa: fui para a Alemanha de graça através de uma competição internacional de estudantes (que é a que eu menciono no primeiro email da Lista VIP).

Essa oportunidade única me abriu portas e contatos, que me revelaram diversas oportunidades semelhantes. Para ter uma idéia, em menos de um ano eu usei as informações obtidas na Alemanha para conseguir minha segunda viagem patrocinada. Fui escolhido para uma conferência na Suíça, e depois fui para França e Espanha. Morei durante a temporada de verão em Ibiza, a capital mundial da balada. (No meu livro, vou contar o passo a passo de como você também pode fazer as mesmas viagens na faixa.)

Finalmente havia realizado meu sonho de viajar mundo afora. Mas havia um problema.

Com todas essas primeiras viagens que realizei, eu voltei para o Brasil zerado. No português bem claro, não peguei nenhuma mulher. Na viagem eu conheci várias moças de todas as nacionalidades e idades. Não sou um cara anti-social, e por isso fiz boas amizades. Muitas amigas, e nenhuma amante. Algo estava profundamente errado na forma como eu interagia com as européias.

Somente uma parte da equação estava resolvida: eu havia encontrado uma fórmula para fazer minhas viagens ainda na época de estudante, sem dinheiro algum. Mas eu simplesmente não sabia como despertar a atração nas européias. Era hora de mudar.

Foi assim que eu passei a estudar todos os livros e materiais sobre sedução e relacionamentos que encontrei. Participei de seminários e workshops, comprei vídeos e audiobooks e coloquei tudo em prática.

Segui os conselhos de TODOS, sem distinção. Não me afiliei a nenhuma “escola de sedução”, aprendendo de tudo e colocando todas as teorias na prática para ver o que é que realmente funcionava.

Nesse processo, descobri algo muito sinistro.

Por um lado, muitas das técnicas e métodos sugeridos realmente funcionavam muito bem. Mas o que me irritava era que no meio desses materiais havia muita mentira. Falsidades escritas com propósitos de marketing exagerado ou com o propósito de criar uma confiança ilusória que não trazia resultados.

Quando eu seguia literalmente essas dicas falsas, sem uma análise crítica, o resultado era péssimo.

Por isso, passei anos envolvido com a comunidade de sedução brasileira e internacional trocando idéias com os maiores experts para aprender com eles o que era a verdade e me isolar dos mitos falsos que circulam nessa comunidade.

Quando aprendi tudo o que eu precisava, juntei ambos os mundos: me dediquei às viagens usando os conhecimentos da atração. Pedi demissão do meu emprego burocrático de escritório e fiz as malas.

Somente quando me mudei para a Europa é que finalmente desenvolvi e testei técnicas próprias, que finalizando o sistema de Viajante Conquistador. Esse sistema é um conjunto de técnicas e métodos que pode ser aplicado por qualquer pessoa.

Hoje, eu posso viajar para onde quiser e me relacionar com facilidade com locais, despertando a atração e criando relacionamentos valiosos. E agora quero dividir com você todos os meus segredos, incluindo:

  • Os melhores locais da Europa para conhecer belíssimas mulheres;
  • Como arrumar trabalho na Europa… recebendo em Euros! A lista dos melhores países onde mais se ganha dinheiro trabalhando na Europa para poder gastar na viagem;
  • Como levantar capital no Brasil para poder viajar com estilo;
  • Como a cultura, religião e certos costumes provincianos de certas regiões podem prejudicar a atração por brasileiros;
  • Mentiras e verdades sobre a Suécia, o tal “país das loiras”;
  • Aprendendo idiomas na Europa: quais cursos de língua locais devem ser evitados e como identificar os melhores;
  • Mesmos genes, atitude diferente: gaúchas x européias;
  • Onde encontrar mulheres mais abertas a relacionamentos com brasileiros e as diferenças de liberdade sexual feminina entre Europa e Brasil;
  • Preconceitos contra brasileiros: as diferenças em ser universitário, o impacto do sotaque. O que a variada aparência brasileira (tanto de latino, branco, negro ou asiático) pode prejudicar na paquera e como reverter, usando a diferença em benefício próprio;
  • Burocracia: quando o visto é necessário, como explorar brechas do Espaço Schengen, conseguindo autorização de residência;
  • Casamentos arranjados e casamentos legítimos, e seu impacto nos seus direitos;
  • Diferenças de altura: o que fazer em terras onde a mulher é geralmente mais alta que o homem;
  • Planejamento: o quanto é necessário para fazer uma viagem com o mínimo de conforto;
  • Como alugar apartamentos ao invés de ficar em albergue ou hotel, e os benefícios dessa estratégia;
  • O planejamento de roteiros de balada – como usar os dias da semana de modo correto no seu itinerário, recuperando energias nos dias de balada fraca e chegando no lugar certo nos dias certos;
  • Viking Line e love boats da Escandinávia: como não entrar em barco furado. Dicas essenciais para evitar entrar nos barcos de idosos e aproveitar os navios das loiras suecas;
  • Proteção contra golpes: como evitar as maiores ciladas de Londres, Riga, Budapeste e outras cidades com alto índice de mafiosos e armadilhas de turistas;
  • Caminhando em áreas perigosas: como meu amigo entrou em clubes de strip tease sem pagar um centavo e foi tratado como um marajá;
  • Estilo masculino: roupas normais européias que te fariam passar vergonha no Brasil… e vice versa. Dicas de acessórios brasileiros para se diferenciar;
  • A valiosa bugiganga: pequenas lembranças brasileiras que são muito apreciadas na Europa. Compre de baciada e tenha um arsenal de presentes inesquecíveis para quem importa na sua viagem;
  • O método de Tim Ferriss desvendado. O que o “Trabalhe 4 horas por semana” ESCONDE, e como implementar modificações concretas em sua vida para realmente garantir tempo e dinheiro para aproveitar a vida;
  • Engenharia reversa de milhagem da Varig/Gol – como adquirir pontos de milhagem sem gastar dinheiro ou ter que voar;
  • Sem papas na língua: a mais honesta resposta à pergunta ”qual é o país da Europa onde tem as mulheres mais fáceis?”
  • Como triplicar as chances de ser escolhido em uma competição de bolsa de estudo;
  • A história do lendário pegador brasileiro … que zerou na Europa. Essa história real de um amigo meu, muito popular com as mulheres no Brasil e que não conseguiu levar uma única mulher européia para a cama em um ano;
  • Band of Brothers: como fazer uma viagem decente com seus amigos sem parecer ser escroto e afugentar todas as garotas da área. Os erros cometidos pelos ingleses bêbados que fazem despedida de solteiro e como evitar parecer ser farinha do mesmo saco;
  • Lost in Translation: como paquerar mulherada que fala idiomas totalmente desconhecidos, com resultado garantido;
  • Mantendo relacionamento após a viagem: os erros cometidos, modelos de relacionamentos que funcionam e o que elas realmente esperam de você;
  • One night stand: o caminho das pedras para ir para a cama com a européia na mesma noite, aproveitando a cultura de “apenas uma noite” que acontece em grupos específicos, e como localizar esses grupos;
  • Usando seu poder maior. O que os brasileiros que vão para a Europa a trabalho, estudo ou um campeonato esportivo esquecem de fazer em suas interações, que imediatamente indicaria que você é o Mr. Right;
  • Listagem de concursos, competições, bolsas acadêmicas e todos os meios para viajar de graça (ou ser remunerado para se divertir);
  • Quatro estações: diferenças fundamentais que o verão, outono, inverno e primavera fazem na dinâmica local de paquera. Como é Ibiza no inverno. Recomendações para evitar ir aos locais errados quando o clima está desfavorável;
  • Gentileza e educação: as regras de ouro que sempre devem ser observadas para evitar ofender locais e não chamar atenção de grupos nazistas e xenófobos;
  • Viajando com os pais: como conciliar os momentos de união familiar sem que isso prenda a sua liberdade em mulherar pela Europa;
  • O que fazer quando seu inglês é básico ou intermediário;
  • Entrando de graça em baladas e como obter acesso a clubes exclusivos para membros;
  • Conhecendo mulheres estrangeiras sem sair do Brasil – o guia completo;
  • As mentiras e verdades da comunidade de sedução: como escolher os melhores instrutores e evitar picaretas;
  • Vencendo a timidez para realizar abordagens durante a rua e em shopping centers durante o dia;
  • Couchsurfing, Hospitality Club e a cultura da hospitalidade. Quando é que vale mais a pena ficar na casa de alguém ou escolher um albergue? As regras essenciais;
  • Aeroporto sem medo – como se comportar durante a entrevista de aeroporto, e a lista de documentos que você pode deixar na mão para duplicar as chances de entrar nos países sem qualquer stress.

No Guia dos Viajantes Conquistadores, condenso o que eu demorei mais de ONZE anos para descobrir.

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