É possível se reinventar?
As crenças de Zan Perrion estão baseadas na idéia simples de que homens que gostam de mulheres… são bem recebidos pelas mulheres! O sucesso de Zan na aplicação de sua filosofia está centralizado na genuína visão de que as mulheres são todas belas e fontes de inspiração.
Esse elemento chave é ¨se importar verdadeiramente com as mulheres¨.
Para saber se esse elemento está presente nas suas interações com mulheres, pergunte a si mesmo: você se sente orgulhoso de suas interações? Ou em algum canto de sua consciência existe uma vergonha, um sentimento de não ser plenamente sincero?
Para uma auto-imagem saudável importante ter a harmonia e paz em fazer o que é correto e que dá orgulho.
Zan costuma dizer que seu trabalho é em ensinar homens a serem honestos e amarem as mulheres. Assim como um músico ensina um aluno a tocar violão, Zan ensina homens a fazerem mulheres se sentirem belas.
É possível aprender algo assim?
Sim! O maior segredo dos grandes sedutores naturais da história, de Don Juans e Casanovas aos mais modernos artistas da sedução é que por séculos eles foram criados. Quer dizer, não nasceram assim. Eles se reinventaram, escolheram ter sucesso, tomaram responsabilidade pelo seu futuro e ativamente começaram a descartar o que não funcionava e reter e ampliar o que trazia resultados.
Para identificar um grande sedutor, Zan diz que uma dica é observar se o que ele faz parece simples. Se parece fácil, eis um grande talento.
Antes de entrar em dicas específicas, vale continuar entendendo onde a mentalidade Zan está localizada. Ele, em uma conversa gravada com Lance Mason, usa uma ¨jornada do bom moço¨, que eu prefiro contar da seguinte maneira:
A Jornada do Bom Moço
Zezinho era um menino bonzinho. Ele sonhava em ter uma namorada perfeita, e ser para ela o namorado perfeito. Juntos, seriam o casal mais romântico e perfeito depois de Meg Ryan e Billy Crystal ou que os estúdios Disney poderiam criar.
Zezinho abria portas, pagava jantares. Ligava três vezes por dia. Minto. Ligava DEZ vezes por dia. Algumas vezes ligava só pra dizer que ia ligar mais de noitinha, porque tinha prova.
O que Zezinho não entendia era por que as meninas desapareciam depois de alguns dias e não respondiam mais suas ligações.
Zezinho, muito esperto, acabou tendo que engolir que não era assim que se conquistava uma menina. Pois antes ele queria ser perfeito e assim convencer a menina a gostar dele.
Agora, numa segunda fase, Zezinho deixou de ser bonzinho e começou a imitar seu amigo Carlão, que era malandrão. Nunca mais cair numa cilada de abrir porta, pagar jantar ou ficar telefonando!
Foi assim que Zezinho melhorou seus resultados e virou pegador. Não é surpresa, pois deixou de ser um grudento carente!
E o que é que o malandro tem que o bonzinho não tem? Uma vida própria! O bonzinho é aquele que transforma a menina numa aventura. E a mulher, amigos, de jeito algum quer SER a aventura. Ela quer ser LEVADA para uma aventura.
Uma fala poderosa de Zan é que se a mulher encontrar o homem que possa evocar uma pequenina faísca dos sonhos e paixões que ela tinha quando criança, ela o seguirá até o fim do mundo.
É isso o que Zezinho aprendeu na segunda fase. A ter objetivos em sua vida que são independentes das suas namoradas. Sonhos e drama próprios.
Mas ainda não estava totalmente feliz… e descobriu que não era apenas sexo o que ele realmente queria.
A terceira fase para Zezinho é quando ele novamente começar a abrir as portas e elogiar as mulheres. Quanto melhor ele fica com as mulheres, menos ele fica carente. E mais as suas conexões se tornam fortes.
A visão de Zan Perrion na dinâmica de relacionamentos é em facilitar a terceira fase na Enlightened Seduction (que agora ele chama de Ars Amorata). Com essa visão geral da filosofia, podemos falar de algumas dicas práticas no próximo texto.
(retorna para a página principal de Zan Perrion)
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